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Cinco maneiras para se tornar um mentor melhor
O coaching tem efeitos profundos tanto no tutor quanto em seu aprendiz quando a relação é construída de maneira pensada
Por Information Week - EUA
Não é segredo que ter um tutor inteligente e dedicado pode alavancar sua carreira. De acordo com relatório feito durante cinco anos no programa de coaching da Sun Microsystems, compartilhar conhecimento pode beneficiar sua trajetória de carreira e sua conta bancária.
O estudo que acompanhou 1.000 mentores e aprendizes descobriu que os empregados mentorizados são promovidos cinco vezes mais do que aqueles que não fizeram parte do programa. Já os tutores têm seis vezes mais chances de serem chamados para um trabalho melhor. Nos dois casos, a probabilidade de ganhar um aumento é 20% maior e o mais surpreendente é que 28% dos tutores ganham aumento. Entre os mentorizados, o número chega 25%.
A vice-presidente de marketing da recrutadora Mondo, Laura McGarrity, diz que os benefícios de ser tutor são muitos. “Você se torna melhor comunicador e ouvinte”, ela explica. “Você ganha acesso a novas habilidades nas quais empregados mais jovens têm mais conhecimento. Mas também aprende a compartilhar suas experiências de uma maneira menos egoísta e sem enfeites, o que pode ser renovador”.
Aqui vão cinco dicas para você ser um tutor melhor.
CONHEÇA SUAS LIMITAÇÕES
É importante conhecer suas limitações, sua carga de trabalho. Saiba que se inscrever em um programa de tutor geralmente é um compromisso de um ano, e se você acha que sua agenda não permite tal envolvimento, é melhor pensar duas vezes.
“Há muitas coisas acontecendo no mundo da tecnologia, ela está evoluindo rapidamente”, pontua Laura. “Quando você se torna um tutor, você está se comprometendo a passar por essa evolução com os aprendizes. Especialmente no setor de tecnologia, isso significa que você precisa estar atento para acompanhar as mudanças”.
A partir daí, é importante ter cautela com o número de aprendizes que terá, explica Laura. Enquanto você acredita que pode ensinar muito a muitas pessoas, você tem que ter a consciência de como isso pode impactar a qualidade de seu coaching. Ela diz que o melhor é não se comprometer com mais de duas pessoas ao mesmo tempo.
“Se você acha que pode ser um bom mentor, se comprometer com uma pessoa é melhor que dividir seu tempo com duas ou mais”, atesta ela.
DEFINA EXPECTATIVAS
Definir expectativas no começo da relação entre tutor e aprendiz é essencial, mas é geralmente deixado de lado, especialmente com tutores de primeira viagem, explica Laura. Tenha uma conversa com seu aprendiz nos primeiros estágios para discutir o que ele espera conseguir com essa relação.
“Descubra habilidades que o aprendiz deseja desenvolver, o que ele espera conseguir na carreira e qual cargo ele deseja alcançar”, completa. “Ter um entendimento adiantado das expectativas vai te ajudar a guiar as conversas e o relacionamento entre vocês”.
Isso significa ter um entendimento mútuo da frequência que vocês conversarão e quão acessível você estará para ele, e também reforça a confiança e uma comunicação franca, atesta Laura.
ESTEJA DISPONÍVEL
Executivos são muito ocupados, e os aprendizes sabem disso, mas você não pode deixar a impressão de que você nunca tem tempo para seu aprendiz.
“Aprendizes sabem que seus tutores são ocupados e falta a eles a confiança de te abordar por causa disso”, afirma. “Você precisa deixar claro que você tem tempo para ele, e que ele não deve hesitar em entrar em contato quando houver alguma questão. É para isso que você está lá”. Para a especialista, o mentor precisa deixar isso claro nas primeiras conversas.
DESENVOLVA CONFIANÇA
Uma das características mais importantes de uma boa relação entre tutor e aprendiz é o nível de confiança entre os dois. Seu aprendiz precisa confiar que você está dedicado a ajudá-lo, e você tem que confiar que ele é competente e aberto aos seus feedbacks, aponta Laura.
“A confiança em um relacionamento como esse precisa ser uma via de mão dupla. Como mentor, você deve encontrar semelhanças para fazer a conexão inicial com o aprendiz. Ele precisa saber que a conversa entre vocês sempre será particular”, pondera Laura. “Uma vez que for estabelecida uma relação de confiança, seu aprendiz se sentirá mais confiante em se abrir e te usar como o recurso que você é”.
DEIXE UMA LINHA DE COMUNICAÇÃO ABERTA
Comunicação aberta é a chave para todo coaching de sucesso, explica Laura. Isto inclui definir sua disponibilidade para se comunicar com ele e os meios preferidos, com o entendimento que situações de cansaço vão surgir.
“Momentos de estresse acontecerão, ou eles vão querer pegar o telefone ou te mandar um e-mail para convidar para um café”, ela explica. “Essa é a parte de criar confiança e uma boa comunicação, mas com certos limites. Eles sabem que você não estará disponível à meia-noite”.
Fonte: Information Week
Por Information Week - EUA
Não é segredo que ter um tutor inteligente e dedicado pode alavancar sua carreira. De acordo com relatório feito durante cinco anos no programa de coaching da Sun Microsystems, compartilhar conhecimento pode beneficiar sua trajetória de carreira e sua conta bancária.
O estudo que acompanhou 1.000 mentores e aprendizes descobriu que os empregados mentorizados são promovidos cinco vezes mais do que aqueles que não fizeram parte do programa. Já os tutores têm seis vezes mais chances de serem chamados para um trabalho melhor. Nos dois casos, a probabilidade de ganhar um aumento é 20% maior e o mais surpreendente é que 28% dos tutores ganham aumento. Entre os mentorizados, o número chega 25%.
A vice-presidente de marketing da recrutadora Mondo, Laura McGarrity, diz que os benefícios de ser tutor são muitos. “Você se torna melhor comunicador e ouvinte”, ela explica. “Você ganha acesso a novas habilidades nas quais empregados mais jovens têm mais conhecimento. Mas também aprende a compartilhar suas experiências de uma maneira menos egoísta e sem enfeites, o que pode ser renovador”.
Aqui vão cinco dicas para você ser um tutor melhor.
CONHEÇA SUAS LIMITAÇÕES
É importante conhecer suas limitações, sua carga de trabalho. Saiba que se inscrever em um programa de tutor geralmente é um compromisso de um ano, e se você acha que sua agenda não permite tal envolvimento, é melhor pensar duas vezes.
“Há muitas coisas acontecendo no mundo da tecnologia, ela está evoluindo rapidamente”, pontua Laura. “Quando você se torna um tutor, você está se comprometendo a passar por essa evolução com os aprendizes. Especialmente no setor de tecnologia, isso significa que você precisa estar atento para acompanhar as mudanças”.
A partir daí, é importante ter cautela com o número de aprendizes que terá, explica Laura. Enquanto você acredita que pode ensinar muito a muitas pessoas, você tem que ter a consciência de como isso pode impactar a qualidade de seu coaching. Ela diz que o melhor é não se comprometer com mais de duas pessoas ao mesmo tempo.
“Se você acha que pode ser um bom mentor, se comprometer com uma pessoa é melhor que dividir seu tempo com duas ou mais”, atesta ela.
DEFINA EXPECTATIVAS
Definir expectativas no começo da relação entre tutor e aprendiz é essencial, mas é geralmente deixado de lado, especialmente com tutores de primeira viagem, explica Laura. Tenha uma conversa com seu aprendiz nos primeiros estágios para discutir o que ele espera conseguir com essa relação.
“Descubra habilidades que o aprendiz deseja desenvolver, o que ele espera conseguir na carreira e qual cargo ele deseja alcançar”, completa. “Ter um entendimento adiantado das expectativas vai te ajudar a guiar as conversas e o relacionamento entre vocês”.
Isso significa ter um entendimento mútuo da frequência que vocês conversarão e quão acessível você estará para ele, e também reforça a confiança e uma comunicação franca, atesta Laura.
ESTEJA DISPONÍVEL
Executivos são muito ocupados, e os aprendizes sabem disso, mas você não pode deixar a impressão de que você nunca tem tempo para seu aprendiz.
“Aprendizes sabem que seus tutores são ocupados e falta a eles a confiança de te abordar por causa disso”, afirma. “Você precisa deixar claro que você tem tempo para ele, e que ele não deve hesitar em entrar em contato quando houver alguma questão. É para isso que você está lá”. Para a especialista, o mentor precisa deixar isso claro nas primeiras conversas.
DESENVOLVA CONFIANÇA
Uma das características mais importantes de uma boa relação entre tutor e aprendiz é o nível de confiança entre os dois. Seu aprendiz precisa confiar que você está dedicado a ajudá-lo, e você tem que confiar que ele é competente e aberto aos seus feedbacks, aponta Laura.
“A confiança em um relacionamento como esse precisa ser uma via de mão dupla. Como mentor, você deve encontrar semelhanças para fazer a conexão inicial com o aprendiz. Ele precisa saber que a conversa entre vocês sempre será particular”, pondera Laura. “Uma vez que for estabelecida uma relação de confiança, seu aprendiz se sentirá mais confiante em se abrir e te usar como o recurso que você é”.
DEIXE UMA LINHA DE COMUNICAÇÃO ABERTA
Comunicação aberta é a chave para todo coaching de sucesso, explica Laura. Isto inclui definir sua disponibilidade para se comunicar com ele e os meios preferidos, com o entendimento que situações de cansaço vão surgir.
“Momentos de estresse acontecerão, ou eles vão querer pegar o telefone ou te mandar um e-mail para convidar para um café”, ela explica. “Essa é a parte de criar confiança e uma boa comunicação, mas com certos limites. Eles sabem que você não estará disponível à meia-noite”.
Fonte: Information Week
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Postado por
Unknown
E-book gratuito traz dicas para implantação de rede social corporativa
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| Clique aqui para baixar a publicação |
"Esperamos que, com esse material, os gestores possam orientar melhor o planejamento voltado à comunicação interna e que conheçam o potencial das redes sociais corporativas", diz o diretor executivo da SocialBase, Radamés Martini.
Segundo a SocialBase, a rede social corporativa destaca-se entre as ferramentas voltadas à comunicação interna que mais crescem no Brasil. O sistema pode aumentar a produtividade dos colaboradores entre 20 e 25%, diz o executivo, citando estudo do instituto de pesquisa McKinsey Global Institute.
O eBook está dividido em três etapas. Na introdução, o livro apresenta os principais conceitos de comunicação interna, quais vantagens ela pode gerar para as organizações e quais são as principais ferramentas que podem dar suporte a ela – como as redes sociais corporativas.
O segundo capítulo mostra como avaliar se a empresa está preparada para o uso de uma rede social interna (ou intranet social), incluindo um checklist de implantação. A última parte conta detalhes sobre o processo de adoção da ferramenta e quais desafios os gestores podem encontrar.
Fonte: TI Inside
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Postado por
Unknown
CIOs precisam aprimorar poder de síntese
Pete DeLisi, pesquisador da Universidade de Santa Clara, alerta para habilidade de extrair informações de análises
Por Gabriela Stripoli, da Information Week
Entre as características que o CIO deve aprimorar para garantir o crescimento de seu papel – e da tecnologia – na organização, uma das mais cruciais é o poder de síntese. Hoje, a habilidade de enxergar diversas perspectivas de uma questão e ao mesmo tempo fazer uma correlação entre elas, mostrando aos líderes executivos qual o caminho certo a seguir, é rara entre diretores de TI.
Essa é a percepção de Pete DeLisi, coordenador do programa de liderança em TI da Universidade de Santa Clara, na Califórnia, keynote speaker do IT Fórum + 2013. Segundo ele, entende-se por síntese não apenas analisar e extrair dados, mas resumir pontos e tirar conclusões de negócio para serem correlacionadas.
DeLisi cita um problema apresentado para os cerca de 600 executivos participantes do programa, no qual um estudo de caso foi apresentado e, em cima do material, os executivos teriam que extrair o padrão dos dados e propor uma solução de TI. “Em 12 anos de programa, apenas um time resolveu o problema corretamente”, relata.
O especialista justifica a situação com o descompasso entre a estratégia organizacional e o alinhamento das equipes de tecnologia. “Junto com a ausência de síntese está a ausência de habilidades e ferramentas estratégicas. E mesmo quando o CIO tem isso à mão, é comum vê-lo perdido entre a prioridade da companhia – porque a empresa sequer possui um foco único”, pontua.
Para DeLisi, esse cenário não deve ser visto como ameaçador, mas sim como oportunidade para que o CIO desenvolva suas capacidades, área e carreira. “Hoje, não há nenhum executivo que suporta a organização de tal maneira. Por isso, aconselho: trabalhem nisso e cresçam”, conclui.
Fonte: Information Week
Por Gabriela Stripoli, da Information Week
Entre as características que o CIO deve aprimorar para garantir o crescimento de seu papel – e da tecnologia – na organização, uma das mais cruciais é o poder de síntese. Hoje, a habilidade de enxergar diversas perspectivas de uma questão e ao mesmo tempo fazer uma correlação entre elas, mostrando aos líderes executivos qual o caminho certo a seguir, é rara entre diretores de TI.
Essa é a percepção de Pete DeLisi, coordenador do programa de liderança em TI da Universidade de Santa Clara, na Califórnia, keynote speaker do IT Fórum + 2013. Segundo ele, entende-se por síntese não apenas analisar e extrair dados, mas resumir pontos e tirar conclusões de negócio para serem correlacionadas.
DeLisi cita um problema apresentado para os cerca de 600 executivos participantes do programa, no qual um estudo de caso foi apresentado e, em cima do material, os executivos teriam que extrair o padrão dos dados e propor uma solução de TI. “Em 12 anos de programa, apenas um time resolveu o problema corretamente”, relata.
O especialista justifica a situação com o descompasso entre a estratégia organizacional e o alinhamento das equipes de tecnologia. “Junto com a ausência de síntese está a ausência de habilidades e ferramentas estratégicas. E mesmo quando o CIO tem isso à mão, é comum vê-lo perdido entre a prioridade da companhia – porque a empresa sequer possui um foco único”, pontua.
Para DeLisi, esse cenário não deve ser visto como ameaçador, mas sim como oportunidade para que o CIO desenvolva suas capacidades, área e carreira. “Hoje, não há nenhum executivo que suporta a organização de tal maneira. Por isso, aconselho: trabalhem nisso e cresçam”, conclui.
Fonte: Information Week


