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Executivos precisam construir uma rede de contatos de qualidade
CIOs comentam o que fazer e o que não fazer para manter uma rede de qualidade e confiável.
Um ponto essencial na carreira de todo CIO é a sua rede de contatos, que é construída ao longo de toda a vida profissional e deve estar sempre sob atenção. O network de um executivo é um grande aliado para a tomada de decisões rápidas e, muitas vezes, inesperadas.
De acordo com o CIO da Teksid, Wellington Coelho, construir uma rede de contatos leva tempo e é preciso ter paciência para conquistar a confiança das pessoas – fator essencial neste processo. “A disposição em buscar sempre a colaboração no que for possível com os colegas me ajudou muito a criar um clima favorável ao desenvolvimento e fortalecimento desta confiança”, afirmou.
Para Coelho, o grande ponto a ser perseguido é o contato pessoal sempre que possível. “Nada substitui este tipo de interação. Participar de reuniões, dar palestras, marcar encontros, happy hours e almoços de negócios são excelentes oportunidades de desenvolver a capacidade de ouvir mais e obter boas informações e conhecimento sobre as pessoas. Cultivar amigos é um bom caminho para alcançar o sucesso, por isso a cordialidade e a sinceridade são os principais fatores para a construção de um excelente network”, disse.
Coelho contou que em diversas fases de sua carreira precisou recorrer a colegas, solicitando informações, indicação de profissionais ou até mesmo compartilhar algum assunto que pudesse impactar a TI e, consequentemente, a carreira dos CIOs. Mas, destacou que “é muito importante ter disponibilidade e atitude em ajudar quando solicitado”.
Para a CIO da Brasil Brokers, Ana Miguel, os pontos essenciais na construção da rede de contatos são quatro: integridade, ética, comprometimento e espírito de equipe. Ana afirmou que indicar soluções e se mostrar disposta a auxiliar os outros sempre mantém viva a rede de contatos. “A participação em encontros e palestras ligadas ao tema de tecnologia ou a parte de negócios também funciona bastante bem, assim como o envolvimento dos contatos de referência para busca de melhores praticas”, completou.
Confira cinco dicas sobre atitudes que afastam ótimos contatos, ao invés de aproximá-los, de acordo com os CIOs participantes desta entrevista:
Fonte: IT4CIO
Um ponto essencial na carreira de todo CIO é a sua rede de contatos, que é construída ao longo de toda a vida profissional e deve estar sempre sob atenção. O network de um executivo é um grande aliado para a tomada de decisões rápidas e, muitas vezes, inesperadas.
De acordo com o CIO da Teksid, Wellington Coelho, construir uma rede de contatos leva tempo e é preciso ter paciência para conquistar a confiança das pessoas – fator essencial neste processo. “A disposição em buscar sempre a colaboração no que for possível com os colegas me ajudou muito a criar um clima favorável ao desenvolvimento e fortalecimento desta confiança”, afirmou.
Para Coelho, o grande ponto a ser perseguido é o contato pessoal sempre que possível. “Nada substitui este tipo de interação. Participar de reuniões, dar palestras, marcar encontros, happy hours e almoços de negócios são excelentes oportunidades de desenvolver a capacidade de ouvir mais e obter boas informações e conhecimento sobre as pessoas. Cultivar amigos é um bom caminho para alcançar o sucesso, por isso a cordialidade e a sinceridade são os principais fatores para a construção de um excelente network”, disse.
Coelho contou que em diversas fases de sua carreira precisou recorrer a colegas, solicitando informações, indicação de profissionais ou até mesmo compartilhar algum assunto que pudesse impactar a TI e, consequentemente, a carreira dos CIOs. Mas, destacou que “é muito importante ter disponibilidade e atitude em ajudar quando solicitado”.
Para a CIO da Brasil Brokers, Ana Miguel, os pontos essenciais na construção da rede de contatos são quatro: integridade, ética, comprometimento e espírito de equipe. Ana afirmou que indicar soluções e se mostrar disposta a auxiliar os outros sempre mantém viva a rede de contatos. “A participação em encontros e palestras ligadas ao tema de tecnologia ou a parte de negócios também funciona bastante bem, assim como o envolvimento dos contatos de referência para busca de melhores praticas”, completou.
Não afaste seus contatos
Confira cinco dicas sobre atitudes que afastam ótimos contatos, ao invés de aproximá-los, de acordo com os CIOs participantes desta entrevista:
- Buscar uma relação interesseira em detrimento da construção de uma relação baseada em interesses comuns;
- Recorrer a sua rede somente quando precisa de ajuda. Não é elegante procurar seus contatos apenas quando se precisa de um favor;
- Criar uma rede de relacionamentos não somente focada em objetivos comerciais, mas principalmente na geração de novos negócios e troca de favores pessoais;
- Temas polêmicos, discriminatórios, ofensivos e envio de mensagens com opiniões que não agregam de forma construtiva ao grupo devem ser definitivamente evitados;
- Excesso de envio de e-mails ou não responder nunca aos e-mails são também pontos importantes.
Fonte: IT4CIO
Como sobreviver, se destacar e evoluir no networking
Algumas técnicas ajudam a diminuir a ansiedade na hora de acionar a sua rede de relacionamentos
Por Computerworld/EUA
Mas é possível aprender a fazer networking? Sim, de acordo com a consultora Naomi Karten, autora do livro "How to Survive, Excel and Advance as an Introvert", que apresenta sete dicas de como abordar sua rede de relacionamentos.

1 – Desenvolva a ideia certa
Não comece um dizendo que está precisando disso ou daquilo, agindo assim você estará apenas sendo indiscreto e inconveniente.
Uma das formas de abordar as pessoas é ter sempre em mente a ideia de que networking é um caminho de mão-dupla. Ouvir é tão importante quanto falar. Deixe sua curiosidade e espontaneidade guiarem a conversa. Mas seja direto, objetivo, não perca o foco, pergunte, ouça mais e fal pouco.
Gaste algum tempo treinando o seu dicurso. Simule uma situação em que tenha de descrever seu trabalho, por exemplo. Desta forma, você estará preparado para ir direto ao ponto quando alguém lhe perguntar o que faz.
2 – Defina objetivos
Ao praticar o networking, você assume que precisa de outra pessoa na realização de um de seus objetivos, então, se prepare para se relacionar. Crie uma lista do que deseja alcançar. Tenha clareza do que busca. Isso não só dá as bases para a criação de bons relacionamentos, como também motiva os interlocutores.
Procure as pessoas que você tem a certeza que acrescentarão sempre algo novo, não precisa ser exatamente do seu nicho de atuação, mas tem de haver um vínculo entre o objetivo de cada um, para que haja um bom relacionamento.
3 – Tire proveito de sua zona de conforto
O profissional deve observar seu próprio comportamento para entender o que funciona mais para ele.
O CIO da Fenwick & West LLP, Matthew Kessner, sente-se à vontade para falar com centenas de pessoas. Conversar com multidões não constrói relacionamentos pessoais, mas ele aproveita a ocasião para falar cara-a-cara depois das apresentações. Para melhorar sua rede de relacionamentos, ele aprendeu a tirar o melhor proveito das situações confortáveis.
4 – Saiba mapear as oportunidades de relacionamento
A parte mais importante da construção de uma rede de networking é a identificação das pessoas com as quais vale manter relacionamentos. Lembre-de, networking não é quantidade. É qulidade.
É importante sempre ir aos locais onde o profissional será visto e reconhecido. É possível fazer muitos contatos em apenas um evento. É uma ótima oportunidade para conhecer pessoas interessantes, futuros parceiros de negócios e manter um relacionamento com o mercado. As filas também são uma ótima oportunidade para dar início a um bate-papo. E as redes sociais, hoje, plataformas essenciais para todos os que desejam investir em networking. Com foco na audiência, eleja aquela com a qual deseja interagir e consulte perfis de amigos e parceiros de negócios para conhecer o padrão deinteração de cada um.
Organize seus contatos por nível de confiança e área de conhecimento. Digamos que você decidiu que é hora de procurar um novo emprego e quer começar a contactar as pessoas da sua rede. Você deve estabelecer círculos concêntricos com base em níveis de confiança e iniciar o contato com seu núcleo de confiança primeiro. E pode querer modificar o tom de sua conversa do "Preciso sair daqui!" para "Estou procurando um desafio maior do que o que minha atual empresa oferece", dependendo de tipo de relacionamento que você tem com o seu contato.
5 – Maximize as ferramentas de sua rede social
É interessante maximizar conexões de suas redes, como Facebook, LinkedIn, Twitter e Yammer. Em todos, há grupos que estão ligados aos seus interesses, pessoais e profissionais. Pode ser a porta de entrada para novas oportunidades.
Esteja certo de que seu perfil estará sempre atualizado e com as informações que forem necessárias. Mesmo que você já tenha passado por diversas organizações, não há necessidade de listar o histórico de forma individual. Seja claro e objetivo.
6 – Ofereça algo quando travar contatos
Profissionais interessados em tirar proveito de sua rede de relacionamentos precisam passar a imagem de profissionais confiáveis e competentes e isso se dá com atitudes constantes de demonstração de flexibilidade, colaboração, conhecimento e humildade. É importante acrescentar valor cada vez que estabelecer um novo contato. "Pense sempre: o que posso oferecer?”, afirma Karten. “Nem sempre é confortável para o outro mostrar o que quer", diz.
Portanto, tenha sempre em mente que ö que eu posso fazer por você” vem bem antes de “o que você pode fazer por mim”. Disponibilize-se para ajudar as pessoas.
7 – Comprometa seu tempo
Profissionais introvertidos estão acostumados a deixarem oportunidades de relacionamento passarem. Uma maneira de evitar que isso aconteça é comprometer o tempo e marcar encontros durante cafés da manhã ou almoços. Essa prática, quando incluída na rotina diária de negócios do profissional, torna mais fácil a criação de uma rede de relacionamentos e o desempenho social. Uma rápida saída para um cappuccino pode render frutos e informações valiosas.
Fonte: CIO Carreira
Por Computerworld/EUA
Mas é possível aprender a fazer networking? Sim, de acordo com a consultora Naomi Karten, autora do livro "How to Survive, Excel and Advance as an Introvert", que apresenta sete dicas de como abordar sua rede de relacionamentos.

Não comece um dizendo que está precisando disso ou daquilo, agindo assim você estará apenas sendo indiscreto e inconveniente.
Uma das formas de abordar as pessoas é ter sempre em mente a ideia de que networking é um caminho de mão-dupla. Ouvir é tão importante quanto falar. Deixe sua curiosidade e espontaneidade guiarem a conversa. Mas seja direto, objetivo, não perca o foco, pergunte, ouça mais e fal pouco.
Gaste algum tempo treinando o seu dicurso. Simule uma situação em que tenha de descrever seu trabalho, por exemplo. Desta forma, você estará preparado para ir direto ao ponto quando alguém lhe perguntar o que faz.
2 – Defina objetivos
Ao praticar o networking, você assume que precisa de outra pessoa na realização de um de seus objetivos, então, se prepare para se relacionar. Crie uma lista do que deseja alcançar. Tenha clareza do que busca. Isso não só dá as bases para a criação de bons relacionamentos, como também motiva os interlocutores.
Procure as pessoas que você tem a certeza que acrescentarão sempre algo novo, não precisa ser exatamente do seu nicho de atuação, mas tem de haver um vínculo entre o objetivo de cada um, para que haja um bom relacionamento.
3 – Tire proveito de sua zona de conforto
O profissional deve observar seu próprio comportamento para entender o que funciona mais para ele.
O CIO da Fenwick & West LLP, Matthew Kessner, sente-se à vontade para falar com centenas de pessoas. Conversar com multidões não constrói relacionamentos pessoais, mas ele aproveita a ocasião para falar cara-a-cara depois das apresentações. Para melhorar sua rede de relacionamentos, ele aprendeu a tirar o melhor proveito das situações confortáveis.
4 – Saiba mapear as oportunidades de relacionamento
A parte mais importante da construção de uma rede de networking é a identificação das pessoas com as quais vale manter relacionamentos. Lembre-de, networking não é quantidade. É qulidade.
É importante sempre ir aos locais onde o profissional será visto e reconhecido. É possível fazer muitos contatos em apenas um evento. É uma ótima oportunidade para conhecer pessoas interessantes, futuros parceiros de negócios e manter um relacionamento com o mercado. As filas também são uma ótima oportunidade para dar início a um bate-papo. E as redes sociais, hoje, plataformas essenciais para todos os que desejam investir em networking. Com foco na audiência, eleja aquela com a qual deseja interagir e consulte perfis de amigos e parceiros de negócios para conhecer o padrão deinteração de cada um.
Organize seus contatos por nível de confiança e área de conhecimento. Digamos que você decidiu que é hora de procurar um novo emprego e quer começar a contactar as pessoas da sua rede. Você deve estabelecer círculos concêntricos com base em níveis de confiança e iniciar o contato com seu núcleo de confiança primeiro. E pode querer modificar o tom de sua conversa do "Preciso sair daqui!" para "Estou procurando um desafio maior do que o que minha atual empresa oferece", dependendo de tipo de relacionamento que você tem com o seu contato.
5 – Maximize as ferramentas de sua rede social
É interessante maximizar conexões de suas redes, como Facebook, LinkedIn, Twitter e Yammer. Em todos, há grupos que estão ligados aos seus interesses, pessoais e profissionais. Pode ser a porta de entrada para novas oportunidades.
Esteja certo de que seu perfil estará sempre atualizado e com as informações que forem necessárias. Mesmo que você já tenha passado por diversas organizações, não há necessidade de listar o histórico de forma individual. Seja claro e objetivo.
6 – Ofereça algo quando travar contatos
Profissionais interessados em tirar proveito de sua rede de relacionamentos precisam passar a imagem de profissionais confiáveis e competentes e isso se dá com atitudes constantes de demonstração de flexibilidade, colaboração, conhecimento e humildade. É importante acrescentar valor cada vez que estabelecer um novo contato. "Pense sempre: o que posso oferecer?”, afirma Karten. “Nem sempre é confortável para o outro mostrar o que quer", diz.
Portanto, tenha sempre em mente que ö que eu posso fazer por você” vem bem antes de “o que você pode fazer por mim”. Disponibilize-se para ajudar as pessoas.
7 – Comprometa seu tempo
Profissionais introvertidos estão acostumados a deixarem oportunidades de relacionamento passarem. Uma maneira de evitar que isso aconteça é comprometer o tempo e marcar encontros durante cafés da manhã ou almoços. Essa prática, quando incluída na rotina diária de negócios do profissional, torna mais fácil a criação de uma rede de relacionamentos e o desempenho social. Uma rápida saída para um cappuccino pode render frutos e informações valiosas.
Fonte: CIO Carreira
O RH como parceiro estratégico
A área deve assumir um papel de aliada para todo líder que, dentro da organização, queira desenvolver o pleno potencial de sua equipe
Por Diogo Zanata, professor do departamento de Gestão de Pessoas do IESE Business School
O avanço tecnológico, a globalização e o acesso cada vez mais fácil aos mercados e às tecnologias, têm forçado as empresas a se diferenciarem no que possuem de mais próprio e único, que é o seu pessoal. Consequentemente, as funções desempenhadas pelo RH precisam acompanhar estas mudanças e ajudar as empresas a desenvolverem sua vantagem competitiva. Por isso, é cada vez maior a demanda por um departamento de RH que seja um parceiro estratégico na empresa.
Historicamente, o RH desempenhou as funções mais burocráticas do relacionamento entre a organização e seus colaboradores. Sempre foram consideradas atribuições primordiais do RH a elaboração de processos seletivos, os trâmites trabalhistas de admissão e demissão, os cuidados administrativos em geral, dentre outras tarefas legais. A nova demanda colocada hoje sobre o RH não elimina estas funções, ainda que muitas delas possam ser automatizadas e terceirizadas, mas requer adicionalmente uma atuação mais ativa e próxima da alta direção como um parceiro na elaboração e implementação estratégica.
Deste modo, nenhum processo de mudança organizacional pode ser bem desenvolvido e implementado sem a participação ativa do RH de uma empresa. É de fundamental importância que o RH assuma a autoria de criar uma nova “arquitetura organizacional”, partindo de um diagnóstico realístico e definindo as etapas seguintes no processo de mudança. Em acordo com isto, o RH deve assumir um papel de aliado de todo líder na organização que queira desenvolver o pleno potencial de sua equipe de trabalho. É necessário que o RH trabalhe lado a lado com os executivos interessados para alinhar e adaptar as políticas de remuneração e incentivos, com vistas a atender o cliente interno e externo no longo prazo, gerando um diferencial para a empresa atrair e desenvolver talentos internamente.
Para constituir este novo e tão desejado RH não há formulas prontas, e resulta pouco efetivo a transplantação de experiências ainda que bem sucedidas de outras organizações. Cada empresa e cada departamento de RH são diferentes e únicos, exigindo do pessoal responsável um comprometimento integral e de longo prazo para ser bem sucedido nesta jornada. Estes profissionais também precisam conjugar uma visão abrangente e diversificada que pode resultar da colaboração de profissionais com diferente formação e experiências.
Finalmente, é fundamental que o RH ajude a direção geral na elaboração e definição de novas metas sem perder a perspectiva global da missão e visão da empresa. Com este propósito o RH e toda a organização ganham uma integração e capacidade de formar um todo orgânico mais adaptado e capaz de sobreviver ao ambiente competitivo do mercado.
Fonte: Revista Você RH
Por Diogo Zanata, professor do departamento de Gestão de Pessoas do IESE Business School
O avanço tecnológico, a globalização e o acesso cada vez mais fácil aos mercados e às tecnologias, têm forçado as empresas a se diferenciarem no que possuem de mais próprio e único, que é o seu pessoal. Consequentemente, as funções desempenhadas pelo RH precisam acompanhar estas mudanças e ajudar as empresas a desenvolverem sua vantagem competitiva. Por isso, é cada vez maior a demanda por um departamento de RH que seja um parceiro estratégico na empresa.
Historicamente, o RH desempenhou as funções mais burocráticas do relacionamento entre a organização e seus colaboradores. Sempre foram consideradas atribuições primordiais do RH a elaboração de processos seletivos, os trâmites trabalhistas de admissão e demissão, os cuidados administrativos em geral, dentre outras tarefas legais. A nova demanda colocada hoje sobre o RH não elimina estas funções, ainda que muitas delas possam ser automatizadas e terceirizadas, mas requer adicionalmente uma atuação mais ativa e próxima da alta direção como um parceiro na elaboração e implementação estratégica.
Deste modo, nenhum processo de mudança organizacional pode ser bem desenvolvido e implementado sem a participação ativa do RH de uma empresa. É de fundamental importância que o RH assuma a autoria de criar uma nova “arquitetura organizacional”, partindo de um diagnóstico realístico e definindo as etapas seguintes no processo de mudança. Em acordo com isto, o RH deve assumir um papel de aliado de todo líder na organização que queira desenvolver o pleno potencial de sua equipe de trabalho. É necessário que o RH trabalhe lado a lado com os executivos interessados para alinhar e adaptar as políticas de remuneração e incentivos, com vistas a atender o cliente interno e externo no longo prazo, gerando um diferencial para a empresa atrair e desenvolver talentos internamente.
Para constituir este novo e tão desejado RH não há formulas prontas, e resulta pouco efetivo a transplantação de experiências ainda que bem sucedidas de outras organizações. Cada empresa e cada departamento de RH são diferentes e únicos, exigindo do pessoal responsável um comprometimento integral e de longo prazo para ser bem sucedido nesta jornada. Estes profissionais também precisam conjugar uma visão abrangente e diversificada que pode resultar da colaboração de profissionais com diferente formação e experiências.
Finalmente, é fundamental que o RH ajude a direção geral na elaboração e definição de novas metas sem perder a perspectiva global da missão e visão da empresa. Com este propósito o RH e toda a organização ganham uma integração e capacidade de formar um todo orgânico mais adaptado e capaz de sobreviver ao ambiente competitivo do mercado.
Fonte: Revista Você RH
terça-feira, 21 de junho de 2011
Postado por
Unknown


