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Lições sobre redes sociais que a TI deveria ensinar

Eis como a TI pode assumir a liderança e garantir que mídias sociais sejam usadas com segurança e eficiência
Por Debra Donston-Miller, da InformationWeek EUA


Os departamentos de TI podem não ter dado o pontapé inicial no uso de tecnologias de mídias sociais nas empresas – de fato, a primeira reação de muitos foi bloquear completamente o uso da tecnologia – mas a TI pode e deve desempenhar um papel importante conforme as redes sociais passam a ser um direcionador do negócio. Um dos mais importantes elementos desse papel é garantir que o usuário final se mantenha seguro – e mantenha a empresa segura – enquanto usa tecnologias sociais interna e externamente.

“A mídia social tem grande poder, mas, como qualquer fã do Homem-Aranha poderia dizer, com grande poder vem grande responsabilidade”, disse Jonathan Sander, diretor de IAM da Quest Software. “Parte dessa responsabilidade está com o pessoal de segurança de TI, e parte está com os usuários. Facebook, Twitter e outras ferramentas são como janelas para sua organização, que se abrem com cada usuário. A responsabilidade dos profissionais de TI é garantir a segurança da organização – limitando visualizações, configurando permissões e monitorando atividade”.

Eis o que a TI deve ensinar:

1. Compreenda a política da empresa


Os profissionais de TI devem não só trabalhar com os líderes do negócio para desenvolver a política de mídia social, como devem garantir que os usuários finais estejam cientes e tenham acesso à essa política. A política de mídia social diz aos usuários exatamente o que eles podem e não podem fazer, mas é eficaz somente quando eles a leem e compreendem.

2. Se não é algo que você diria a sua mãe…


É uma lição tão antiga quanto a comunicação online em si, mas é uma que exige atenção extra na era social. “Se é uma coisa que você diria apenas sussurrando, então é algo que você jamais deve postar”, disse Sander. “Parece óbvio, mas muitas pessoas se sentem mais seguras online do que em um corredor ao ar livre. É fácil imaginar que a pessoa do outro lado da parede do seu cubículo queira ouvir o que você está dizendo. É mais difícil manter em mente a ameaça abstrata de uma pessoa externa. Mas, não se engane, a ameaça é real”.

3. Cuide de sua reputação e da reputação de sua empresa


Os profissionais de TI devem trabalhar com os usuários para ajuda-los a compreender a importância de lidar com cuidado com outras pessoas em redes sociais. Eles devem enfatizar que, mesmo que eles não estejam postando em nome da empresa em um perfil pessoal, eles são representantes por associação. “Quando você se envolve com mídias sociais, você ainda representa a empresa”, disse Cesar Vallejo, VP da Strategic Alliances. “Telefones celulares e e-mail tornaram os limites entre vida pessoal e profissional um pouco confusos. As mídias sociais podem torna-los ainda mais confusos. Não pense que seu perfil público é um reflexo apenas de si mesmo – desde que você esteja conectado a uma empresa, pode ser e será usado como um reflexo da empresa onde trabalha”.

4. Cuidado com ataques de engenharia social


Ataques sociais não são exclusividade das mídias sociais, mas elas deram aos hackers muito mais munição para agir. “A engenharia social se tornou outra ameaça comum”, disse Fred Touchette, analista sênior de segurança da AppRiver. “As redes sociais estão repletas de golpes postados em massa, que podem levar a golpes em estilo de pesquisa ou ataques de phishing. Além disso, as redes sociais podem ser utilizadas para criar uma identidade que pode ser “conhecida” da vitima, que, então, passa a ser usada para conseguir informações valiosas pessoais ou profissionais, que a vitima não daria em situações diferentes”.

5. Não existe segunda chance


“Suponha que tudo o que você postar estará lá para todos verem – para sempre”, disse Vallejo. “Uma vez postada uma foto, uma informação e, em algumas plataformas, mesmo quando você curte ou não curte uma coisa, o registro foi feito e você não terá mais controle sobre aquilo e nem como mudar. O que parece bonito ou divertido em um dia, pode ser vergonhoso no dia seguinte. Pense antes de postar ou se envolver com mídias sociais”.

6. Localização, localização, localização


Existem muitos benefícios em aplicativos de redes sociais baseados em localização, mas existem, também, perigos herdados na divulgação de seu local em qualquer momento. Isso, é claro, inclui viagens de negócios. “Sua localização importa quando você está trabalhando”, disse Sander. “Se sua trilha em mídias sociais disser onde você está, poderá revelar informações úteis para um criminoso. Da mesma forma como você se preocupa em não divulgar quando não está em casa para não ter a casa invadida, se um criminoso souber que você não está no escritório, ele sabe que pode enganar um funcionário do help desk e conseguir acesso ao seu sistema, fingindo que precisa da ajuda de um funcionário “que está viajando”.

7. É verdade, qualquer informação que divulgar pode e será usada contra você


“Phishers podem buscar por qualquer tipo de detalhe para login – não apenas aqueles ligados diretamente a suas finanças, incluindo banco e compras”, disse Richard Wang, gestor da SophosLabs US. “Contas de mídias sociais, contas de e-mail e outras podem ser usadas contra você, especialmente se você usa a mesma senha em diferentes sites”.

8. Tenha senhas fortes


Especialmente porque o Facebook e o Twitter são geralmente usados como mecanismos de login por outros sites, é importante garantir que suas senhas de sites mídias sociais sejam fortes. Use, também, senhas únicas. “Utilize senhas difíceis de adivinhar e que não sejam usadas em outros lugares”, disse Wang. “Dessa forma, mesmo que você seja vítima de um golpe, os hackers não conseguirão acesso ao seu e-mail ou contas bancárias”.

9. Cuidado com encurtadores de URL


Encurtadores de URL são usados frequentemente, porém devem ser abordados com cautela. “Depois que você clica em um URL encurtado, não aceite fazer download de nada ou rodar qualquer programa carregado pela página”, disse Vallejo. “Você nunca sabe com certeza aonde vai chegar ao clicar em um link encurtado e, portanto, deve desconfiar da página mesmo que não pareça maliciosa”.

10. Não caia em sensacionalismo


Depois de hackear contas de mídias sociais, os meliantes geralmente tentam enganar os amigos e seguidores da vítima postando links maliciosos e conteúdo com vídeos ou notícias sensacionalistas. “Esses links com notícias sensacionalistas são iscas usadas pelos meliantes”, disse Wang. “Antes de clicar em “Tal e tal estão mortos – veja o vídeo” ou “Veja o que esse cara fez quando viu que ela (preencha o espaço em branco”, acesse fontes de notícias confiáveis ou verifique os fatos para validar a informação. Além disso, tome cuidados com links que enganam no destino, como quando um “YouTube” aparece como “Y0utube.com””.

Fonte: Information Week
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
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CIOs e as Mídias Sociais

Tom Catalini, CIO do Museu de Belas Artes de Boston, diz que os líderes de TI precisam tomar a mergulhar neste universo
Por Martha Heller, da revista CIO/EUA


Tom Catalini é diretor sênior de Sistemas de Informação e Tecnologia, para o Museu de Belas Artes de Boston. Antes, ele era o vice-presidente de Tecnologia da William Gallagher Associates. É também o atual presidente da Sociedade de Gestão da Informação (SIM) de Boston e Professor Assistente Adjunto da Bentley University, onde leciona um curso de pós-graduação em eMarketing.

Recentemente, durante o CIO Perspectives Conference, em Boston, Tom, proeminente blogueiro , falou sobre o porquê de a maioria dos CIOs não se envolverem em mídias sociais, por que eles deveriam, e como podem começar. Me encontrei com Tom algumas semanas após o evento, e pedi para falar um pouco sobre essas questões.

Como muitos CIOs estão usando as mídias sociais no seu papel de liderança?
Surpreendentemente poucos. As mídias sociais não são uma moda passageira. E estão de fato mudando os modelos de negócios e como as empresas interagem com seus clientes. Na minha opinião mais CIOs deveriam estar envolvidos com as mídias sociais hoje, mas não é o caso.

Por que você acha que a adoção entre os líderes de TI é tão baixa?
Acho que é uma questão de nível de conforto. A mídia social requer uma abordagem diferente de outras tecnologias. Para a maioria das tecnologias, tomamos um ponto de vista sistêmico. Nós pensamos sobre as metas e objetivos do negócio e, em seguida, construímos um plano com começo, meio e fim. Mas para explorar e aprender sobre mídias sociais, você precisa percorrer o caminho sem saber qual será o fim do jogo. Muitas vezes significa "colocar-se lá fora." Se eu me tornar ativo nas mídias sociais, o que é que eu vou dizer? Quem vai me contratar? O que vou fazer? Isso pode intimidar. Mas é necessário. O mundo está mudando. Vários anos atrás, as pessoas ficavam desconfortáveis até mesmo colocando o seu perfil de trabalho básico ou foto no LinkedIn. Agora, seria estranho não estar no Linkedin.

Se a mídia social fornece tal uma barreira de entrada, e o objetivo não é claro, por que adotá-la?
A mídia social está mudando a forma como as empresas trabalham. Se você quer ser um líder de negócios à mesa falando de forma inteligente sobre a estratégia, é preciso ser alfabetizado em mídias sociais. E você não pode tornar-se alfabetizado lendo estudos de caso. Você aprende mais rápido e ganha uma compreensão muito melhor se você arregaçar as mangas e se envolver.
Caso contrário, como você pode aconselhar seus parceiros de negócios? Como você pode falar com inteligência sobre o meio, a menos que você saiba o que significa tuitar e retuitar e seguir as pessoas? A experiência pessoal lhe dá insights sobre as ferramentas que seus clientes estão usando e como você pode envolvê-los.

Qual é o primeiro passo para se engajar nas mídias sociais?
Com as mídias sociais, é tudo em etapas.
O Twitter é um ótimo lugar para começar. É leve, médio público. Você pode chegar lá, se esconder por um tempo e aprender muito antes de começar a tuitar. É móvel, que é a sua plataforma nativa e não toma muito tempo, porque o tamanho do conteúdo é restrito. É fácil usar por alguns minutos enquanto você está esperando na fila, na recepção do consultório, etc.
O novo usuário do Twitter pode achá-lo confuso à primeira vista. Quem devo seguir? O que é essa hashtag? Só usando para descobrir isso. E estar no Twitter por algumas semanas não é suficiente. Você precisa descascar a cebola e trabalhar com ele constantemente ao longo do tempo.
Uma vez que você esteja pronto para saltar para o fundo do poço, você pode começar um blog, o que significa a criação de seu próprio canto da internet, para oferecer sua perspectiva sobre alguma coisa. Uma boa maneira de começar esse processo é ler blogs de outras pessoas. Uma vez que você comece a comentar em blogs que são interessantes para você, você vai descobrir o que você vai querer dizer em seu próprio blog.
A medida que seu conhecimento sobre mídias sociais aumentar, você vai perceber que você não pode, necessariamente, ter uma abordagem linear. É só seguir este caminho e, em seguida, outros caminhos para descobrir o próximo nível de engajamento. Como pular sobre as rochas, um por vez, a fim de atravessar um riacho.

Qual tem sido sua experiência com a mídia social?
Vários anos atrás, fiquei curioso sobre mídias sociais. Li alguns livros que descreviam as diferentes plataformas, e então configurei algumas contas para experimentar. Quando cheguei ao ponto de estar pronto para começar o meu próprio blog, fui intimado. Coloquei alguns posts e eu me lembro de pensar que as pessoas provavelmente estariam caçoando de mim. Mas então eu continuei a atualizar o blogs regularmente e percebi que ninguém parecia se importar.
Isso foi um takeaway importante: se você escreve um blog para o reconhecimento e elogios, você pode se decepcionar, porque por um tempo, só o seu gato vai lê-lo. Mas se você escreve por outros motivos, vai ver o benefício. Manter um blog não só o manterá informado sobre o meio, como levará você a ser um melhor comunicador. Escrever um blog é uma maneira original para cristalizar seus próprios pensamentos. Meu blog realmente me ajudou a empurrar o meu próprio pensamento para a frente. Ele melhorou dramaticamente a minha escrita e habilidades de comunicação, porque eu desenvolvi uma capacidade de metacognição forte. Ao articular um pensamento no meu blog, mais tarde sou muito mais eficaz para comunicar a ideia ou a minha opinião quando o assunto vem à tona.
Eventualmente, suas ideias vão despertar a opinião dos outros, permitindo que você faça conexões reais online. A mídia social me permitiu conhecer pessoas que eu não teria conhecido de outra forma. E para mim, ela também tem sido útil em termos de branding pessoal e desenvolvimento profissional. Quando mudei de emprego no ano passado, descobri que os recrutadores e empregadores em potencial tinham lido meu blog e sabiam sobre a minha abordagem à liderança e estratégia, antes mesmo de verem meu currículo. Isso criou um grande diálogo no processo de entrevista.

Fonte: CIO Carreira
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
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Aprenda a melhorar as relações profissionais pelas redes sociais

As mídias sociais se tornaram um canal importante para a busca de oportunidades no mercado de trabalho e especialistas ensinam como usar melhor esse canal para impulsionar a carreira
Por CIO/México


O uso das redes sociais aumentou as conexões profissionais pela internet, ampliando novos horizontes e opções de trabalho que permitam desenvolver o conhecimento e as competências de cada um.

As redes sociais são consideradas pelos especialistas uma importante ferramenta para estabelecer novas relações profissionais e são úteis tanto para as empresas quanto para os talentos. Para Hays, consultoria em RH, esse meio funciona como facilitador e filtro nos processos de seleção de pessoal, mas sem deixar de lado as entrevistas face a face. De acordo com eles, esse serviço se tornou essencial para melhorar a triagem dos currículos.

Especialistas alertam que é importante não confundir redes sociais, como LinkedIn, com portais de busca de emprego. Ferramentas como o Linkedin permitem criar uma rede de contatos profissionais, que muitas vezes abre portas para uma nova oportunidade de trabalho. Já os sites de emprego abrem espaço para ofertas, aproximando candidatos e empresas com vagas de emprego em aberto.

Atualmente, várias empresas estão se apoiando nas redes sociais para conduzirem seu processo de recrutamento e atração de talentos. Elas buscam informações em sites com seções específicas onde os profissionais criam perfis de acordo com a sua experiência de trabalho, enviam seu currículo e acessam oportunidades de emprego que oferecem, todos disponíveis em um só lugar.

De acordo com a publicação semestral Hays Journal, as redes sociais profissionais, através de comunidades virtuais, permitem compartilhar conhecimentos, ideias e conhecer múltiplos perfis com interesses comuns, criando sinergias que contribuem para alcançar objetivos pessoais e profissionais.

O "networking online" tornou-se uma ponte entre a mídia social e redes tradicionais. Este novo formato levou a uma ampliação de horizontes na busca de talentos. Mais e mais empresas estão se voltando para as redes sociais para encontrar candidatos que se encaixam no perfil que desejam.

Mas a redes sociais não são uma alternativa ao formato de entrevista pessoal. Para que os profissionais e empresas possam explorar melhor o uso das redes sociais para busca de emprego, a Hays dá cinco dicas.

1- Reforce seus contatos
As pessoas devem procurar seus "vínculos sociais", ou seja, aqueles profissionais que podem ajudá-lo a conquistar uma nova oportunidade no mercado de trabalho e que são contatos importantes para ter em sua rede social. Contatos potenciais estão em toda parte e nem sempre nos lugares associados ao trabalho. A rede social, pode ser um bom lugar para encontrar essas pessoas.

2- Busque fontes especializadas
O conhecimento técnico em determinada área nem sempre garante ascensão profissional. Mas é relevante e pode ser útil para o desenvolvimento profissional. Por isso, ter em sua rede contatos que atuam fora de sua organização com determinadas habilidades adicionais é importante e deve ser um recurso explorado adequadamente.

3- Tente acompanhar salas de elite
Tente entrar nos chamados "global green rooms", ou redes de elite, que reúnem pessoas com o status sênior, mas que permanecem fechadas para os que estão abaixo do seu nível profissional. A abertura desses grupos para outros usuários permite a troca de conhecimento e acesso às melhores práticas profissionais, podendo revitalizar seu networking.

4- Busque incentivar os seniores
Alguns profissionais seniores, como sócios ou diretores, podem tornar-se uma preocupação para as organizações quando estão frustrados e oprimidos em um mar de e-mails e documentos. As empresas devem ser responsáveis por esta questão e convidá-los a iniciar atividades de networking em benefício próprio e da organização.

5- Incentive a participação da empresa em redes sociais
As organizações devem criar um fator de diferenciação. Para ter mais êxito, elas devem estar cientes do que acontece do lado de fora de seu mercado. Para isso, devem estabelecer compromisso de gerar novas ideias e troca de informações valiosas através de canais de comunicação externos, tais como redes sociais.

Fonte: CIO Carreira
quinta-feira, 9 de maio de 2013
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Fim de uma era: rede social redistribui poder no relacionamento cliente/empresa

Por Eric Lieb, country manager da Interactive Intelligence do Brasil

Desde meados dos anos 80 as empresas afirmam que o cliente é o centro, o objetivo e a origem de todas as suas ações. Dentro deste contexto, a área de comunicação e marketing dessas mesmas empresas trabalha para construir mensagens e ações que mostrem esse compromisso para o mercado e para esta figura essencial, o cliente. Faltava, entretanto, um lado desta equação: a palavra do consumidor final. No contexto original, o cliente é uma figura passiva, que recebe a ação e a oferta da empresa fornecedora de produtos e serviços. Essa era acabou.

Com a entrada em cena das redes sociais (Facebook, Linkedin, Orkut, Twitter, etc.), o consumidor encontrou uma voz e um espaço para difundir esta voz. O Facebook, por exemplo, é a rede social que mais avança no mundo. No Brasil, cresceu 11% entre 2010 e 2011, conquistando 1.900.000 usuários. No total, esta rede conta com 800 milhões de usuários (enquanto você lê este artigo, este número já mudou). O Twitter, por seu lado, é outra verdadeira febre. O Orkut conta com 69 milhões de usuários – 50% deles, no Brasil. O Youtube, antes com acesso limitado por problemas de oferta de banda larga, é cada vez mais parte do cotidiano das pessoas e empresas brasileiras.

Todos esses canais são, ainda, muito mais usados para contato entre amigos e diversão do que para trocas profissionais. Mas isto está mudando. Uma das redes sociais mais valorizadas, o Linkedin, já está disponível em português e é a grande base de dados de profissionais, currículos e recomendações do mercado corporativo. Como não poderia deixar de ser, o Google está se movimentando para ocupar espaço neste mercado – recém-lançado, o Google + já está sendo avaliado por milhares de empresas.

A Internet 2.0 é quente e dinâmica; as pessoas curtem ou não curtem, seguem ou não seguem outras pessoas, empresas, grupos de discussão, e opinam com a velocidade da informação. Isso é um tesouro para as corporações. As redes sociais são o canal por excelência de trocas passionais, com alto comprometimento e valor, entre pessoas e entre pessoas e empresas (e vice-versa). Espaços como o Facebook e o Twitter dão ao consumidor a possibilidade de se manifestar; da mesma forma, esses portais entregam às empresas a perfeita oportunidade de ter uma relação pessoal e customizada com seus consumidores.

Consumidor é protagonista da ação

Se algumas empresas ainda hesitam sobre investir ou não em serviços e soluções de monitoração de redes sociais, além de novos programas de comunicação com o consumidor, o mesmo não acontece com o cliente final. Sem passar pelo Contact center de nenhuma empresa, sem ter de ir ao balcão da loja onde comprou o produto, o consumidor encontra meios de divulgar instantaneamente sua satisfação ou sua frustração com a qualidade de serviços e produtos que está recebendo. Esta revolução – única palavra capaz de dimensionar o momento histórico que o mercado vive – marca uma profunda mudança neste jogo de poder. Agora, mais do que objeto das ações das empresas, o consumidor é protagonista de sua própria experiência de consumo, autor (e difusor) de sua própria mensagem.

É hora das organizações aceitarem o fato de que as pessoas já estão falando sobre as marcas corporativas e os serviços e produtos providos por estas empresas. No mundo da Internet 2.0 todos têm voz, todos se manifestam – o marketing viral é muito mais uma ferramenta dos consumidores do que das empresas (por mais atualizadas que estas sejam do ponto de vista de domínio de novas tecnologias e novas políticas de relacionamento com o mercado). Por essa razão, é essencial que a empresa crie maneiras de escutar o que está sendo dito sobre ela e sobre suas ofertas; além de saber ouvir, esta empresa tem de ter a agilidade e a inteligência de responder rápida e honestamente à colocação do consumidor.

Redes sociais: modo de usar

Se eu pudesse deixar aqui uma recomendação para as corporações que estudam investir na comunicação com o cliente por meio de redes sociais, eu diria o seguinte:
  1. Antes de investir em novas tecnologias para monitorar as redes sociais e construir relatórios sobre os inputs, em suas variadas formas, realizados pelo cliente, trabalhe seus processos internos. Não adianta contar com excelentes ferramentas e links de comunicação sem, primeiramente, garantir que a empresa tem como atender as demandas do usuário. Foi-se o tempo em que um cliente esperava por uma resposta. Agora, a reclamação é instantânea e a resposta da empresa também tem de ser. Isso exige uma profunda revisão de processos e políticas corporativos. A ineficiência e a postergação são vistas, pelo consumidor, como um fator de profunda irritação. Em tempos de redes sociais, as trocas são absolutamente transparentes. Não dá para disfarçar a ineficiência nos processos e a inconsistência nos processos e respostas a serem passados ao consumidor.
  2. Depois de renovar seus processos e políticas de atendimento ao consumidor, prepare-se para investir na contratação, treinamento e constantes ajustes de uma equipe de análise de posts e trocas nas redes sociais. Colocar uma pessoa júnior e sem capacitação para monitorar a rede social é algo pouco eficaz; esse time precisa ter o feeling do que é crítico, do que deve ser passado para outros níveis hierárquicos, etc. Deixe claro que as diferentes áreas podem ser acionadas e quem são os pontos de acesso.
  3. Torne esse time ainda mais capaz com a ajuda de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação. Existem, no mercado, soluções de software capazes tanto de receber e analisar os inputs vindos por redes sociais como, também, automatizar a resposta aos consumidores. Em muitos casos, caberá ao operador do Contact Center determinar o que fazer; a presença, no entanto, de uma plataforma de software que sirva de roteiro para este relacionamento é algo que automatiza as ações para redes sociais e diminui erros e inconsistências de informação. Outra vantagem desse tipo de solução é a possibilidade de gerar, em segundos, relatórios inteligentes sobre o que o consumidor está solicitando para a empresa.
Sim, ainda há muitas pessoas fora das redes sociais. A tendência de usar o Facebook, o Twitter e o Linkedin para a comunicação instantânea de percepções sobre pessoas, produtos e empresas, no entanto, é irreversível. A rede social adiciona inteligência, controle, histórico aos acessos realizados por meio da Internet 2.0. Isso é um tesouro para as empresas mas, também, um grande desafio.

Fonte: TI Inside
segunda-feira, 18 de março de 2013
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Os 10 Mandamentos do Blog

Original by Stanford Smith, managing director at Pushing Social. Portuguese version by Luciano Zago.

Um novo ano começa. Você tem à frente mais um ano para buscar atingir as metas de negócio e os objetivos de seu blog. Há tantas coisas que devem ser realizadas esse ano, mas há várias que precisam ser feitas para tirar melhor proveito de um blog. Vamos chamá-las de "mandamentos".


1. Escreverás diariamente.

Palavras são como martelo e pregos. Saiba como usá-los, e eles construirão seu blog e, consequentemente, negócio. O único caminho para dominar a escrita é escrever muito, então estabeleça um tempo e dedique-se todos os dias a escrever alguns parágrafos. Com o tempo, você encontrará seu estilo e sua voz.

2. Publicarás semanalmente.

Negligenciei este mandamento no passado e sofri. Um blog é um organismo vivo, e deve ser constantemente alimentado com novo conteúdo. Um blog sem conteúdo fresco será ignorado pelos leitores e pelo Google, derrubando seu tráfego, oportunidades e vendas. O número de acessos aumentará à medida em que publicar mais frequentemente.

Tenha cuidado ao balancear freqüência com qualidade. Ninguém retorna a um blog com conteúdo de má qualidade.

3. Criarás uma lista de emails.

Você deve identificar leitores que gostariam de manter um relacionamento mais próximo com seu conteúdo. Esses leitores se tornarão multiplicadores, oportunidades e vendas. Mesmo que não haja um plano para vender algo a eles, registre suas informações de contato. Seu catálogo de emails é o primeiro e mais importante ativo de negócio.

4. Acompanharás tudo.

Instale Google Analytics no seu blog e familiarize-se com os relatórios e ferramentas. Entenda quem gera tráfego e que publicações atraem a maioria dos assinantes, oportunidades e vendas. Sem esses dados, você correrá riscos desnecessários, apostará no conteúdo errado e deixará passar oportunidades valiosas.

Dica aos usuários do WordPress: utilize o Google Analyticator, um plugin que facilita a instalação do Google Analytics.

5. Venderás algo.

Este é simples. Não é possível obter renda com um blog tendo uma banca vazia. Se você vende um produto, encontre formas de fazer a pré-venda com publicações úteis. Se você oferece um serviço ou conselhos, use o blog para explicar sua abordagem e demonstrar suas técnicas. Você não estará nos negócios até que tenha um produto e clientes. Trabalhe seu produto agora!

6. Usarás sabiamente as mídias sociais.

Tenho visto muitos blogs sofrerem e acabarem porque seus mantenedores dedicaram mais tempo twitando do que efetivamente criando conteúdo, construindo listas ou vendendo produtos. Mídias Sociais são como uma nova praça na cidade, onde as pessoas vão em busca de conversas relevantes com pessoas conscientes. Como conversas ainda não significam vendas, use seu tempo sabiamente.

7. Parecerás formidável.

Todo blog precisa ter uma ótima aparência. Existem "internet afora" milhares de temas profissionais agradáveis  que farão uma reforma imediata no seu blog. É possível comprar grande parte dos melhores temas por menos de $100. Não espere que seus visitantes invistam em seu blog se você não investir.

8. Pedirás ações.

É difícil solicitar a interação dos leitores, mas você deve fazê-lo. Não se conseguem assinantes, comentários, retweets nem clientes até que aprenda a perguntar. O segredo para pedir a interação é -- primeiramente --compartilhando e oferecendo informações valiosas.

9. Amarás SEO.

Google será como sua melhor e mais confiável geradora de tráfego a longo-prazo. Cada publicação será indexada e potencializará a chegada de mais leitores ao seu blog. Search Engine Optimization (SEO) é um conjunto de táticas em evolução que ajudam a melhorar sua posição no ranking dos resultados de buscas no Google. Mesmo sendo complicado no início, o SEO pode trazer uma infinidade de novos visitantes. Faça do aprendizado de SEO uma meta e assista ao retorno de dividendos em 2013. Este post o ajudará a começar.

10. Lembrarás que seu blog é apenas uma ferramenta de marketing.

Alguns acreditam que as mídias sociais e os blogs são como mágica: "polvilhe um pouco de pó-de-blog mágico e não precisará mais de um excelente produto, nem promovê-lo, nem correr atrás dos clientes". Isso não é verdade. O blog é uma ferramente poderosa, mas é somente uma ferramenta. Aprenda como usá-la para alcançar seus objetivos globais de negócio.

Fonte: Ragan's PR Daily
sexta-feira, 8 de março de 2013
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Os 8 Cs do mundo digital

Por Renato Galisteu

Percebi que já há algum tempo as discussões em torno das gerações se esfriaram. E isso é realmente muito bom, pois mostra que o mercado está evoluindo do “problema” para a ação. Como me disse um dia Cezar Taurion, evangelista da IBM Brasil, quando um assunto para de ser discutido, isso não quer necessariamente dizer que ele se esgotou, mas sim que evoluiu para um ponto comum de concordância.

Honestamente, nunca entendi a preocupação que o pessoal da velha guarda alimentava em relação às gerações X, Y e Z, pois eles não poderiam construir um muro em torno do crescimento dessas “novas” pessoas, e, fatalmente, tudo o que chegaria a partir dessas gerações, aos poucos, se tornariam os novos padrões. Sempre será assim.

Sei que o título não ficou lá aquelas coisas – ou compreensível num primeiro instante -, mas a ideia é mostrar que hoje não é uma ou outra geração que lidera algo ou algum movimento no mercado, mas sim um conjunto de palavras que definem, de fato, como as coisas chegaram no ponto em que estão (e isso é bom). Também devo ressaltar que não quis copiar os oito “P”s do Marketing Digital, livro genial de Conrado Adolpho Vaz**, por mais que ele tenha servido de base para que eu pudesse crescer como profissional. Vamos aos oito “C”s do mundo digital – e todos eles têm em comum a ideia de provocar mudança:

Conteúdo: a informação é a maior moeda de troca que se pode ter. No mundo da TI, chamados de Big Data, mas, num contexto geral, tudo gira em torno da capacidade da empresa ou profissional criar conteúdo que seja relevante (valor) para seu cliente. O vídeo, aliás, tem se tornado uma fonte cada vez mais forte que as palavras, então vale a pena investir tempo na criação de mídias como esta, além de artigos e materiais que enriqueçam sua empresa, seus valores e, principalmente, seu cliente.

Criatividade: a mãe da inovação. No mundo imediatista, não há moldes, caixas ou silos do sucesso. Tudo depende da criatividade para fidelizar o cliente. Se essa sempre foi a palavra de ordem em algumas empresas, ela passa a ser a chave das portas de muitos potenciais clientes. Não se trata mais de preço ou qualidade, mas sim relacionamento, então invista na criatividade de seus funcionários, deixe suas mentes orbitarem ambientes diferentes, pois somente assim boas ideias vão brotar. Inspire-se no exemplo – e liberdade – da LEGO.

Colaboração: essa é manjada. Mas é complexa. Como estimular a colaboração dentro da sua empresa para obter melhores produtos ou tomadas de decisões? Um dos grandes problemas das empresas é a cultura (que veremos a seguir), que, normalmente, não comparta mudanças ou processos de renovação. Colaborar, por vezes, é acabar com as baias para permitir que as pessoas se vejam. É propor uma ideia e não uma decisão. Com o avanço da internet e dos meios para conexão, a informação está espalhada e é percebida e captada de formas diferentes pelas pessoas e, por isso, é importante permitir a colaboração, para chegar a um resultado mais significativo.

Cultura: as companhias pregam a cultura numa rocha e jamais a repensam. O fato é que a cultura é um processo resultante do questionamento ético, ou seja, discutir um moral existente para que seja proposto um novo olhar sobre algo. Os valores mudam, estão sempre em movimento, e essa ação proporciona coisas fantásticas. É um assunto muito “pesado”, mas, em essência não é complicado, pois, se levarmos em consideração que os modelos de negócios estão em constante evolução, logo nos daremos conta que isso afeta o fundamento de como a empresa se relaciona com os seus clientes e, portanto, já iniciou o processo de reavaliação da cultura. Basta levar aos outros níveis.

Coletivo: é parte do processo de colaboração, mas merece um espaço de destaque. As pessoas estão deixando de tomar as decisões sozinhas. Se sua empresa ainda tem um alguém controlador neste sentido, em breve você poderá observar problemas. As mídias sociais causaram uma ruptura no processo atual de tomada de decisões, pois há muito poder numa mensagem que é compartilhada ou um tuite que é repassado. O coletivo tem força e deve ser adotado. Claro que há momentos onde algo deve ser feito de imediato, pois nem sempre haverá tempo para pesquisar por todos os elos que podem ajudar a resolver algo, mas, se possível, adote processos coletivos de inovação e decisão.

Curiosidade: por algum motivo, as pessoas deixar de ser curiosas quando se enfiam – ou são colocadas – dentro de ações burocráticas e processuais. Quase um cabresto. Há pessoas que fazem coisas que não gostam, por não terem dado continuidade à sua curiosidade, se contentando com o que tem, seja por estabilidade, dinheiro ou qualquer coisa que não a felicidade, realização ou desafio. Estimular a curiosidade nos colaboradores pode despertar habilidades que não existiam – ou que nunca haviam sido estimuladas – e isso pode refletir em mudanças estratégicas relevantes para sua empresa. Processos de gamificação podem ajudar nisto.

Competitivo: a máxima do futebol “quem não faz, leva” é bastante válida neste ponto. Sempre houve e haverá competição, mas, agora, o poder está, de fato, na mão dos clientes. Se eles não gostarem de algo, vão compartilhar nas redes sociais, e seus concorrentes terão acesso aos seus pontos fracos de maneira mais rápida, podendo usar isso contra sua empresa, conquistado seu cliente. A competitividade chegou a um novo nível, pois não se trata mais de um marketing de guerrilha ou de preços, mas sim de relações reais, sinceras e transparentes, que ofereçam uma experiência agradável ao cliente.

Conectado: esse é o mais óbvio e o menos compreendido. De uma forma muito mais rápida, tudo está conectado e conversando, o tempo todo. Os sistemas, as pessoas, as oportunidades. Assim como nos livros de Dan Brown, existe uma rede interligada de ações que levam a novos horizontes e descobertas. Esse aspecto hiperconectado é base fundamental de todas as mudanças dos últimos anos e, acredito, nunca deixará de ser, pois não há mais como desplugar as redes.

Fonte: Information Week
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Postado por Unknown
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Soluções analíticas sociais não são apenas para redes sociais

Se amplamente aplicada em várias funções das empresas, soluções para análises sociais podem dar atenção especial a uma grande gama de questões para aumento de performance
Por Eric Openshaw | InformationWeek EUA

Critical Interventions:
A Forum for Social Analysis
Você se lembra da última cena de Indiana Jones, onde a caixa que contém a arca perdida é lançada em um labirinto de prateleiras de caixas igualmente anônimas num enorme armazém do governo, mostrando que possivelmente a caixa nunca mais será vista? As enormes quantidades de dados que estão sendo coletados através de sistemas e sensores podem não ter toda a massa empoeirada do artefato, mas para muitas organizações o efeito é o mesmo. Foi um passeio emocionante implantar a tecnologia para coletar e armazenar todos os dados, mas uma vez que as luzes se apagam e a os créditos começa a subir, o tesouro é esquecido.

Dos dados dos clientes e dados sociais para os dados de desempenho, não há limites para o que as companhias podem coletar, localizar e mensurar. E estamos apenas no começo. E estamos apenas no começo. No entanto, muitas organizações têm sucumbido à paralisia da análise. Eles sabem que há mais a ser colhido a partir dos dados, mas não sabem que “perguntas devem ser feitas aos dados”, ou até mesmo por onde começar. Os dados são arquivados, os armazéns de dados não são examinados.

As tecnologias e dados sozinhos têm alcance limitado. É a habilidade para derivar métricas significativas dos dados que vão criar ou desmontar a oportunidade para cada empresa. Os CIOs precisam começar a desenvolver esse expertise.

O primeiro passo é expandir o interior. Até então, as análises sociais – a integração do software social e análises de big data para criar um insight das informações não-estruturadas – têm sido a visão pura do marketing e dos departamentos de vendas, onde o foco tem sido o monitoramento de sites como o Twitter e Facebook para atingir sentimento dos clientes e o engajamento. Mas as análises sociais podem fazer mais. Se amplamente aplicada em várias funções das empresas, soluções para análises sociais podem dar atenção especial a uma grande gama de questões para aumento de performance.

Empresas de software e de sofisticados sensores sociais que controlam os fluxos das informações estão deixando as organizações capturarem dados mais detalhados sobre os padrões de comunicação interna, bem como aqueles que incluem clientes e fornecedores. As empresas podem analisar estes fluxos para quantificar o seu impacto sobre as métricas que realmente importam para o negócio.

Por exemplo, a maioria dos líderes de negócios reparou que as métricas financeiras, bem além do que é relatado, nos dizem o que fizemos no passado e não como agir no futuro. Métricas operacionais, como a taxa de rotatividade de clientes ou time to market, podem ser os principais indicadores de desempenho financeiro, mas com o tempo as companhias começam a medir com precisão, antes que fique tarde demais para mudar o resultado. Em contraste, a criação de métricas de fluxo baseado em padrões de interação interna e externa pode ajudar os gestores, não só antecipar o desempenho operacional – e por sua vez o desempenho financeiro -, mas também ajudá-los a tomar medidas corretas.

A noção de que certos padrões de interação contribuem para o desempenho operacional mais alto, enquanto outros padrões tendem a diminuir, não é nova. Testemunhe o interesse contínuo em configurações de espaço de trabalho e as estruturas da equipe. No entanto, análises sociais permitem que os gerentes, pela primeira vez, realmente testem a validade dessas concepções e ajam sobre suas percepções.

Imagine uma equipe de desenvolvimento se preparando para lançar um produto. Uma gestão poderia monitorar os fluxos de comunicação – na plataforma social empresarial, se a companhia tiver adotado uma, mas também na garimpagem de dados sociais de interações de redes internas, e-mail, telefone e Web – entre as equipes filiadas (desenvolvimento de produto, marketing, vendas, produção) para acompanhar o progresso e coordenar as equipes.

Se a análise antes havia revelado que os fluxos de interação ricos contribuem para prazos mais curtos de entrega de produtos, a gestão pode obter uma visão ‘precoce’ no provável desempenho operacional da equipe e, se necessário, tomar medidas para influenciar os diferentes fluxos de comunicação. Estes novos indicadores de desempenho podem gerar práticas de gestão além do “quebrar/consertar” ou “senso/ resposta”, e ajuda os executivos a anteciparem problemas de desempenho e oportunidades.

Se não for o CIO, então quem?

Os líderes de TI têm um ativo inexplorado. Com a custódia dos dados da empresa, é trabalho do CIO aproveitá-los.

Comece com um mergulho profundo nos dados sociais da empresa. Vê aquele datawarehouse? Mergulhe. O que você está procurando? Padrões de interação. Junto a outros líderes da empresa, faça observações sobre como esses padrões influenciam o desempenho da companhia e sobre como as informações identificadas nos dados sociais poderiam ser usados para criar indicadores verdadeiramente preditivos.

Para capturar por completo a oportunidade dos dados sociais, é necessário mais do que construir ferramentas tecnológicas que apanhem e analisem os vastos repositórios de dados. A oportunidade real está ainda antes. É necessário saber quais são as perguntas certas a fazer e quais hipóteses devem ser testadas.

A janela de oportunidade não ficará aberta por muito tempo. Participar e organizar grandes plataformas de dados poderá, em breve, tornar-se um imperativo do negócio, e o CIO está na melhor posição para liderar a equipe. Os dados acabarão por migrar por onde caminhar para criar mais valor. Aqueles que não podem aproveitar o valor de seus dados vão se encontrar em desvantagem frente àqueles que podem.

A sua organização já tentou usar os dados sociais para fins não-comerciais? Como as interações sociais de dentro ou de fora da empresa podem trazer informações para suas operações? Quais métricas podem ser desenvolvidas para antecipar o desempenho operacional em uma base contínua? Por favor, compartilhe seu ponto de vista com um comentário abaixo.

Fonte: Information Week
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Postado por Unknown

Rede social empresarial: falácia?

Depende de como e com que finalidade você pretende usar as ferramentas sociais no ambiente corporativo.
Por Galen Gruman, Infoworld/EUA

Você deu uma festa e ninguém veio? Isso é o que parece estar acontecendo com as redes sociais corporativas. Em nossas vidas pessoais, quase todo mundo está no Facebook, e muitos de nós estão no Twitter e no Pinterest. Em nossas vidas profissionais, muitos de nós usam o LinkedIn para manter contato com colegas e associados. Mas o uso das redes sociais dentro do escritório parece ser pequeno, apesar do barulho constante dos fornecedores e dos testes promovidos pelos gestores. Muita iniciativas acabam apenas desperdiçando o tempo e esforço de todos.

Como há poucos dados reais a respeito, vou ma ater ao que tenho observado e ouvido a respeito.

Se você olhar para trás e pensar sobre no uso das redes sociais no ambiente corporativo verá que as razões para a falta de absorção são óbvias. Não diferem muito do fracasso de intranets corporativas há uma década, nem das ferramentas colaborativas como o Lotus Notes, na década de 90. Ambos também tentaram ser o centro social da empresa moderna.

Socialização não é o que as empresas querem

Espanta-me sempre que os gerentes e vendedores falem sobre o valor das redes sociais no trabalho quando, na verdade, não é isso que as empresas querem. Eles não querem que os funcionários postem fotos de seus filhos, compartilhem vídeos engraçados com animais ou descrevam a sua festa de aniversário. Nem se importam com os equivalentes corporativos, tais como os rumores a respeito de quem pode estar tendo um caso, o que mais se assemelha ao gerente da concorrente, ou quanto foi gasto com a viagem de formação de equipe. Muitas empresas, inclusive, usam ferramentas de redes sociais no ambiente corporativo para bloquear o acesso dos funcionários ao Facebook, Angry Birds, e assim por diante.

O que as empresas realmente querem, há muito tempo, é uma melhor colaboração entre sua força de trabalho distribuída, não raro geograficamente dispersa. Graças ao e-mail e à Internet, as empresas querem replicar o tipo de colaboração que ocorre dentro do escritório através de milhares de pessoas localizadas em outros locais. De fato o e-mail, a teleconferência, as mensagens instantâneas, as videoconferências, os wikis, o Facebook e o Twitter são ferramentas que ajudaram algumas empresas e até mesmo grupos de trabalho multiempresa a obterem grandes avanços na realização de projetos específicos.

Mas, ao retratar a colaboração como um objetivo social, as empresas imediatamente falham. Ao ouviem as exortações "vamos todos adotar as redes sociais" os empregados lembram-se do projeto de intranet corporativa que ninguém nunca usou. Ou apontam para o blog do presidente que tinha a nobre intenção de "comunicar-se diretamente os funcionários" quando começou, mas que deixou de ser atualizado após dois míseros posts.

Muitas vezes, socialização demais gera insegurança

Outro aspecto sufocante das redes sociais no trabalho é o efeito Big Brother. Deixando de lado a ingenuidade de alguns funcionários sobre a partilha adequada de informações no trabalho (bem como no seus perfis pessoais nas redes sociais), há a dura realidade de que tudo o que você publica em uma rede social empresarial é visível, detectável ​​e armazenável por sua empresa.
Se você diz algo a um colega no refeitório ou no telefone, tem sempre possibilidade de negar ou alegar falha de comunicação - e, certamente, algum engano. Se você diz algo em uma conferência, há pelo menos algum contexto no qual se escorar. Uma explosão em uma sessão tensa sobre o orçamento é mais compreensível e perdoável do uma ofensa ou um comentário mal feito em um fórum de discussão.

Quem procura um motivo para negar-lhe uma promoção ou demiti-lo pode encontrar alguma desculpa muito mais facilmente via e-mail ou rede social. Nos primeiros anos de e-mail corporativo, vimos muitas pessoas esquecendo esse detalhe, expressando sentimentos que acabaram por prejudicá-las ou a suas empresas. No contexto das redes sociais corporativas, é legítimimo imaginar que, ao lembrarem-se de que tudo o que compartilham através delas fica gravado, as pessoas deixem de colaborar livremente ou honestamente.

Certamente, algumas culturas empresariais não penalizam a honestidade e o livre debate de ideias, desde que haja respeito - o que provavelmente evita o efeito Big Brother. Mas aposto que estaremos diante de uma minoria. Para a maioria, as comunicações honestas e abertas em um ambiente informal são vistas como uma armadilhas montada pelos gestores. Você precisa trabalhar muito duro com a administração e os funcionários para superar esse medo.

As redes sociais não vão resolver as frustrações do e-mail

A maioria das empresas investe nas redes sociais como ferramenta de colaboração para se livrar do e-mail, que alguns veem como nada mais do que um motor de SPAM gigante. A teoria é a de que as comunicações mais valiosas irão se mover para as redes sociais, para que as pessoas possam reduzir a sobrecarga de comunicação de forma dramática.

Esta é uma esperança incrivelmente estúpida.

Qualquer pessoa com qualquer conta de rede social sabe o quanto de SPAM - incuindo na categoria coisas insignificantes, não apenas phishing e jogadas de marketing indesejados - circulam nesses canais. O SPAM migra para onde a comunicação migra. Não é uma questão intrínseca ao e-mail. Mesmo as tecnologias ponto-a-ponto de comunicação, tais como mensagens instantâneas, sofrem com a ação dos spammers.

Portanto, os riscos de adicionar canais de comunicação para resolver o problema de e-mail são reais. Um deles é uma fratura de comunicação, forçando os funcionários a prestarem atenção a múltiplos canais, muitas vezes através de diferentes ferramentas. Com o e-mail pelo menos você pode ter o fluxo de várias contas em um só local, e até mesmo aplicar consistentes regras de filtragem para todos eles.

Outro risco é o de vazamento de informações. O e-mail corporativo é tipicamente armazenado para fins de arquivamento e consultas posteriores. Se você adicionar canais, eles também precisarão ser armazenados por algum tempo, ainda que muitas ferramentas de redes sociais são tenham sido desenhadas para isso. Assim, o risco de responsabilidade para empresas reguladas aumenta.

Foque nas necessidades específicas de colaboração, não redes nas sociais

Se o objetivo da sua empresa em torno de redes sociais é aumentar e melhorar a colaboração, meu conselho é: coloque as redes sociais de lado e olhe para outras ferramentas de colaboração.

Os seus funcionários têm problemas em encontrar colegas úteis em outros grupos? Trabalhe no seu diretório corporativo interno para expor mais o quê cada funcionário sabe e faz, de uma forma facilmente pesquisável. Olhe para os wikis, os fóruns, e outros meios assíncronos de comunicação compartilhada - podem funcionar muito bem para pequenos grupos que compartilham uma missão ou projeto. Não descarte o uso de pastas de e-mail, também!

Além disso, os laptops mais modernos e os tabletes têm câmeras, microfones e alto-falantes, para que você possa promover videoconferência simples sobre serviços de baixo custo e até mesmo bate-papo livres - o Windows e OS X têm suporte embutido para vários tipo sde clientes de mensagens instantâneas.

Se sua empresa está muito orientada para os processos, ferramentas como o Socialcast podem integrar o fluxo de trabalho de comunicação em todo o workflow de processos de negócios. Mas fique ciente desde já de que essas ferramentas podem ter um cheiro de monitoramento a lá Big Brother sobre os funcionários que podem levá-los a evitá-las ou usá-las apenas pro forma.

Nem todos os problemas podem ser resolvidos com a tecnologia. Ironicamente, isso deveria ser óbvio. Se o seu instinto é incentivar o uso de ferramentas sociais, lmbre-se de que social significa envolver pessoas, e é por aí que você precisa começar.

Fonte: CIO Gestão
quinta-feira, 26 de abril de 2012
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Diagrama de Gerações

Considerando que no passado as tecnologias levavam anos (quase décadas) para chegarem ao país, e que  parte do comportamento dessas gerações estão relacionadas a cultura norteamericana, pode-se dizer que Brasil a maior parte desses grupos de gerações não refletem nossa realidade.

De qualquer forma, vale o "enquadramento".


quinta-feira, 1 de março de 2012
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50 Ideas on Using Twitter for Business

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Postado por Unknown
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Ferramentas Sociais: o momento é agora

Por Cassio Dreyfuss, VP de Pesquisa do Gartner

As ferramentas sociais estão todas por aí, disponíveis para quem quiser usar. No entanto, por que as empresas não as estão usando? Os processos apoiados por ferramentas sociais têm uma capacidade enorme de transformar os negócios. Elas permitem às pessoas conectar-se, interagir e atuar coletivamente com surpreendente facilidade e velocidade. No entanto, com todo esse potencial, as empresas estão praticamente ignorando essa nova classe de ferramentas. Fazendo uma caricatura, as principais reações – erradas – que vemos são:
  • “Essas ferramentas são coisas de adolescentes. Nós não temos tempo para isso. Aqui nós cuidamos de negócios sérios.”
  • “De fato, acho que elas podem ser importantes. Nosso departamento de marketing está cuidando disso.”
  • “Claro que estamos usando. Tem um estagiário no suporte técnico que está pondo a gente no Facebook.”
  • “É melhor não mexer com isso. A gente se torna alvo de todos os hackers desocupados que estão por aí.”
Precisamos reverter essas perspectivas, mas não podemos simplesmente jogar as ferramentas sociais sobre os processos de negócio que temos hoje. Eles não foram desenhados com o objetivo de tirar partido dessas ferramentas. Por outro lado, não podemos adotar os modelos que se desenvolvem espontaneamente nas comunidades sociais. Essas práticas não refletem os objetivos de negócio da nossa empresa. Ou seja, o que precisamos é um genuíno processo de inovação: entender as possibilidades dessa nova classe de ferramentas; e identificar qual oportunidade de negócios elas podem alavancar.

Ferramentas sociais podem ser pensadas em negócios de qualquer natureza. Aqui vamos privilegiar três vertentes onde temos visto exemplos significativos.

Redes de Processos de Negócios - Essa é uma empresa que pensa em gestão de processos 24 por 7. Ela espera da TI inovação no desenho de processos e, ao mesmo tempo, excelência operacional. Ela enxerga alguns processos específicos – relacionados a cadeia de valor ou clientes, por exemplo – como fatores chave de diferenciação. As ferramentas sociais representam um campo novo para trazer a participação de agentes externos nesses processos. As perguntas chave são:
  • Em que processos a participação de agentes externos estaria alinhada com nossos objetivos estratégicos?
  • Podemos introduzir essas mudanças nos processos atuais ou precisamos redesenhá-los?
  • Como podemos equacionar problemas técnicos específicos, como desempenho e segurança?
Redes de Inovação de Negócios - Essa empresa tem objetivos de crescimento bastante agressivos e percebe TI como um instrumento de inovação que tem papel crítico nesse crescimento. Ela avança de maneira independente e cria soluções inovadoras. Tem uma cultura tolerante a riscos e aceita falhas – o que é básico para inovação. As perguntas chave são:
  • Que inovação nos negócios iria surpreender nosso público – e nossos concorrentes?
  • Como podemos captar a opinião do nosso público da maneira mais ampla?
  • Como podemos criar um estado de fusão permanente entre os negócios, pesquisa & desenvolvimento e TI, incluindo canais de participação para o nosso público?
Redes de Comunicação Social - Nessa empresa os negócios dependem de amplo acesso e interação com públicos específicos. O modelo pressupõe a participação das comunidades, e os benefícios conseguidos são compartilhados de volta com elas. A TI não apenas instrumenta essa participação, mas também “pilota” os processos. As perguntas chave são:
  • Como criar uma infraestrutura que funcione como um ponto de convergência da rede colaborativa pretendida?
  • Como padronizar e gerir as interfaces e as interações, garantindo segurança e desempenho?
  • Como manter a liderança na pesquisa de novas ferramentas sociais?
Grandes oportunidades. Mas como é que se tira proveito delas? Lembrando das reações que mencionamos no começo deste texto podemos fazer quatro recomendações básicas:

Integrar as Ferramentas Sociais à Empresa

As ferramentas sociais não são coisas de adolescentes. Primeiro porque, numa visão externa, o seu uso está se espalhando a uma velocidade incrível. Seus clientes e fornecedores vão começar a perguntar por que você ainda não usa. Segundo porque, numa visão interna, elas podem criar uma nova geração de processos de negócio, e você precisa entender como tirar proveito disso. Nós vamos usar ferramentas sociais para apoiar objetivos específicos de negócios. Por isso, você precisa começar a integrar as ferramentas à sua empresa através de um programa formal e estruturado.

E não é porque você ainda não avaliou direito as conseqüências e os riscos que você vai sair por aí proibindo tudo. De fato, as ferramentas sociais apresentam riscos. Ao abrir a empresa para essas ferramentas, como se faz para atrair aqueles cuja participação interessa – e barrar aqueles cuja participação não interessa? Por outro lado as ferramentas são, por definição, sociais e a censura ao seu uso entre os funcionários não vai funcionar. Caminhe com cuidado nessa “abertura democrática”, mas tenha sempre como objetivo liberar o uso.

Desenhar uma Estratégia Integrada para as Ferramentas Sociais

De fato, talvez os usos mais evidentes das redes sociais estejam na área de marketing, no sentido de criar imagem, divulgar promoções e fidelizar clientes. Mas pense em outras possibilidades. Como fazer o mercado, os clientes, os clientes da concorrência, os fornecedores participar dos processos e trazer seus desejos, suas visões e suas críticas, influindo nas decisões da empresa? Você precisa pensar nas ferramentas como uma nova classe de recursos, disponíveis para todos. Isso significa criar uma estratégia integrada e encaixar essas ferramentas no processo de criação de soluções de negócios.

Para isso, você deve promover oficinas de criatividade, envolvendo pessoas das mais diversas áreas (uma oficina para cada grupo homogêneo de uma determinada área). Essas oficinas devem ter como objetivo responder à mesma pergunta: como posso usar essas ferramentas para melhorar ou transformar os processos da minha área?

Alocar os Recursos Adequados para Obter Bons Resultados

O estagiário no suporte técnico sozinho não vai chegar a lugar algum. O objetivo de usar ferramentas sociais não é simplesmente legitimar a empresa perante seu público através da simples presença nos meios sociais. A introdução de uma nova classe de ferramentas exige um programa formal de inovação. Qualquer que seja o tamanho do programa, ele precisa ter recursos adequados para ter chance de sucesso. Não é porque a empresa esteja ainda hesitante que os recursos deverão ser reduzidos. Você precisa alocar recursos adequados.

Recursos adequados significam as pessoas certas, das áreas certas, nos níveis certos, nas quantidades adequadas, nos momentos adequados. Do líder empresarial até o estagiário do suporte técnico. O desenvolvimento deve ser, em uma palavra, social. Não pode ser um experimento secreto da área de TI.

Abordar os Problemas de Segurança sob uma Perspectiva de Negócios

Quando você começa a usar ferramentas sociais, você está progressivamente abrindo sua empresa à participação externa e isso, por definição, reduz a segurança dos seus processos. Isso traz riscos diretos associados ao acesso ao ambiente interno da sua empresa. De outro ponto de vista, a liberalização interna do uso dessas ferramentas entre os colaboradores da empresa aumenta o risco de dispersão e queda de produtividade. Finalmente, a partir de uma experiência negativa de uma pessoa externa em interação com a empresa, há o risco de propagação de imagem negativa. São apenas três exemplos dos riscos novos que temos que aprender a administrar – mas a solução não é sair proibindo tudo.

Esses riscos precisam ser abordados, caso a caso, do ponto de vista dos negócios. Quais são os resultados efetivos esperados a partir da utilização da ferramenta (referidos em métricas de valor dos negócios)? Quais as consequências para os negócios se essa ferramenta não for usada (perda de receita, de posição de mercado, de imagem, etc.)? Quais os riscos introduzidos pela ferramenta? Quais são as alternativas para mitigar esses riscos, quais os recursos necessários e os seus custos? E o negócio vai decidir. Não é uma decisão da área de TI.


A propósito, é importante considerar aqui outro ponto. Como as ferramentas são sociais – e todo mundo entende delas – há uma tendência a iniciar “projetos” de utilização em muitas áreas. A adoção deve ser feita de maneira integrada, seguindo “drivers” de negócio, mas sob a orientação da área de TI. Há considerações de arquitetura, recursos e riscos que devem ser administradas pela TI.

De qualquer maneira, deve ir além e, considerando arquitetura, recursos e riscos, convencer as áreas de negócio que a empresa precisa ir em frente com as ferramentas sociais. Por um lado, a adoção dessas ferramentas é inevitável.

Quem quiser fazer negócios no futuro precisa adotá-las. Por outro, vai ser muito divertido, para você, começar a brincar com esse mundo novo.

Fonte: TI Inside
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Postado por Unknown

Social Media Marketing :: 7 Free eBooks and White Papers

Here are 7 free eBooks and white papers that are very helpful. They have limited availability, so download them now before they are all ta1ken. (This is a restriction from the companies offering them. I have no control over availability.)


1. "Let's Talk Social Media for Small Business (Version 2) - Free 41 Page eBook" - Traditional marketing tactics such as advertising, referrals, and public relations are still very important, but social media tactics have now become essential for small businesses. Learn how to integrate and maximize your social media efforts.

Dowload here: http://bit.ly/p9XKYC


2. "Understanding, Leveraging & Maximizing LinkedIn – Free 42 Page Excerpt" - An unofficial, step-by-step guide to creating & implementing your LinkedIn brand. It's all about creating and implementing your own LinkedIn Brand—which means branding yourself as if you were your own company! From the basics to advanced techniques, this is the first place to look for the last word on online networking and what LinkedIn can do for you.

Download here: http://bit.ly/oZHtnN


3. "Social Commerce Trends Report: Insights from the Social Commerce Summit" - Learn what's next in social from thought leaders like Clay Shirky, Jeremiah Owyang, and Facebook's Dan Rose, who gathered to discuss what works and what's next in social at the 2011 Social Commerce Summit in April. Leading brands like P&G, Best Buy, L.L.Bean, and Rubbermaid shared successes and failures that will inspire the next round of innovation in customer-centric business. Highly recommended!

Download here: http://bit.ly/nKsig8


4. "The Definitive Social Media Guidebook: Ways to Integrate Your SEO and Social Media Marketing " – Updated for 2011. You will see exponentially better results with your social media campaigns when your social networks and SEO strategies are aligned. This guidebook provides a ton of helpful advice to make your efforts pay off like a well oiled machine.

Download here: http://bit.ly/n5bt8j


5. "How to Create Rich Web Content that Drives Conversation and Generates Results" - This paper is designed to help individuals responsible for content on their company's websites be more effective. It covers the following topics:

  • Defining Goals 
  • Understanding Inbound Marketing 
  • Understanding Earned, Owned and Paid Media 
  • Creating Content that Drives Conversations 
  • Tips for Good Page Design 
Download here: http://bit.ly/nCfTYj


6. "How to Create & Run a Winning Webinar Series eGuide" - This eGuide will help you get things right virtually every time and make sure your webinar series is a continued success. A successful marketing Webinar series can educate your prospects on your company's uniqueness, create a competitive advantage, dramatically increase lead flow, and drive sales. 
Download the eGuide to learn:

  • Common mistakes to avoid when developing a Webinar series
  • Key planning and management strategies that deliver results
  • 7 critical components of a successful Webinar series
  • and more...
Download here: http://bit.ly/p7spfk


7. "Making Shopping Social: Lessons from Ticketmaster" - Kip Levin, Executive Vice President of Ecommerce at Live Nation, will share real-world stories of how Ticketmaster leverages social to interact with customers and drive new sales. Watch this free webinar to learn:

  • How Ticketmaster created an interactive community 
  • How to develop a Facebook strategy with measurable results 
  • How customer insights go beyond driving sales to improve your marketing, services, and customer experience 
Download here: http://bit.ly/oysjv4


And here is the entire list of free resources... http://changetheworld.tradepub.com/ - take a look, there are a ton of other great free eBooks, white papers and subscriptions!
Here's to your success!

Mike Crosson
www.SocialMediopolis.com

From: LinkedIn Group
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Postado por Unknown

Emerging Ethical Issues of Life in Virtual Worlds

Taste it on Google Books
Virtual Worlds are being increasingly used in business and education. With each day more people are venturing into computer generated online persistent worlds such as Second Life for increasingly diverse reasons such as commerce, education, research, and entertainment.

Research in management education and development, the book "Emerging Ethical Issues of Life in Virtual Worlds" explores the emerging ethical issues associated with these novel environments for human interaction and cutting-edge approaches to these new ethical problems.

This volume’s goal is to put forward a number of these virtual world ethical issues of which research is only commencing. The developing literature specifically regarding virtual world ethics is a recent phenomenon. It's a research based on the phenomenon of virtual world life has only been developing in the past four years.

Written by Charles Wankel and Shaun Malleck, this volume introduces pathbreaking work in a field which is only just beginning to take shape. It is ideal as both as a library reference and a supplementary text in upper-division courses focused on the issues of applied ethics and new media. It is unique in being one of the first volumes specifically addressed to ethical problems of the “metaverse”.

This volume includes articles from authors from around the world exploring topics such as: employing rationalist and casuistic approaches to the controversial topic of “virtual rape” yield an increased understanding of how virtual worlds ought to be designed, the relationship between the ethical and legal dimensions of virtual world users’ participation in “paratexts”, utilitarian consideration of harm and freedom in the case of virtual pedophilia, norms of research ethics in virtual worlds, the ethical implications of employing virtual worlds as tools for medical education and experimenting with healthcare services, the ethics of the collective action of virtual world communities, consideration of the virtue and potential of cosmopolitanism in virtual worlds, Deleuzian ethical approaches to the experience of the disabled in virtual worlds, the ethics of virtual world design, and the ethical implications of the “illusion of reality” presented by virtual worlds.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Postado por Unknown

Campinas integra rede de cidades que participam do Social Media Day

Campinas é uma das cidades participantes do Social Media Day, um evento mundial que propõe que pessoas formem grupos para conversar sobre Mídias Sociais em todos os lugares do mundo, em formatos variados, nesta quinta (30).

Muita gente já está aderindo e se organizando para reunir pessoas em hotéis, bares, universidades... Em Campinas, o Smday vai ser realizado no Espaço Guanabara, às 19 horas. Haverá apresentação de cases locais em mídias sociais, com mediação de Marcia Ceschini (Papos na Rede). 

A data, 30 de junho, Dia Mundial das Mídias Sociais, foi lançada no ano passado pelo Mashable (www.mashable.com, referência e tendência em notícias sobre mídia digital, social, tecnologia, novos sites e serviços, entre outros). Em 2011, este evento ocorre em mais de mil cidades ao redor do planeta, reunindo comunidades e pessoas em uma grande conversa colaborativa sobre tendências, relacionamentos e troca de informações sobre mídias sociais.

Uma oportunidade para reunir os amigos, conversar, ouvir, trocar e aprender. As vagas são limitadas e as inscrições estão abertas. Informações e inscrições pelo site: http://www.meetup.com/Mashable/Campinas-BR/102658/

Fonte: http://www.campinas.com.br/noticias/noticia/campinas-integra-rede-de-cidades-que-participam-do-social-media-day-20110628
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Postado por Unknown

Visualize you LinkedIn network with InMaps

O InMaps é uma ferramenta que apresenta, na forma de um mapa, toda a rede de conexões, agrupando-as de acordo com o grau de similaridade dos perfis.

Muito interessante, e dá uma idéia da potencialidade dos relacionamentos. O meu pode ser acessado aqui, faça você também o seu!


terça-feira, 21 de junho de 2011
Postado por Unknown

SEO :: Case de Sucesso

Vídeo com o primeiro "case de sucesso" feito pela agência de Marketing Digital Directa Click para a Operadora de Turismo Calcos Brasil.

Neste vídeo, Wagner Lopes, Diretor de Marketing da Calcos, explica como os resultados aumentaram de forma impactante - "como um canhão em 90 graus" após contratar a Directa Click para gerenciar suas campanhas de Links Patrocinados e Redes Sociais.


Após os primeiros meses, Wagner teve que aumentar o número de colaboradores responsáveis pelo atendimento direto ao cliente em 125%.

Este aumento não foi apenas de pessoal, mas também de faturamento e ticket-médio do cliente da empresa, que tem quase 30 anos de mercado e é líder no segmento de viagens para a América Latina no estado de São Paulo.

Fonte: Directa Click
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Postado por Unknown

Use Social Media to Market Your Business

Small businesses can save money by moving more of their offline marketing efforts online. This article discusses the increasing audience of online consumers and three effective social media marketing methods that any small business can implement online.


Blog
  • You don't have to be a penned wordsmith to be a good blogger. Blogging comes in many formats and the key is that blogging is conversational.
  • You can try traditionally penned blogs.
  • You can record audio tracks which is known as podcasting.
  • A third method is microblogging and a popular platform for this is twitter. In 140 characters or less microblogging allows you to engage prospects and carry out easy conversations.
  • Blogging is a critical component of social media marketing because it allows businesses to provide information through the use of fresh, relevant content.
  • Incorporating blogging as par of a company's internet marketing strategy provides the company with a good opportunity to be found in the search engines for the company's desired markets.

Network Online
  • One of the most popular and highly addictive web 2.0 mediums for online consumers are the social networks.
  • Social networks allow consumers and business professionals to network among friends, strangers, acquaintances, and professionals all in one place.
  • If small businesses keep an open mind and keep their networks open they have the potential to grow their networks exponentially by allowing other consumers into their fold.
  • Social networks also allow businesses to update the public on new improvement in product lines, what an average day is like at xyz company. Social networks are varied in purpose and the amount of social networks can be mind numbing, but the most popular platforms determined by marketing research about consumer online behavior are currently Linked In, Twitter, and Facebook.

Syndicate
  • Social networks and blog platforms are relatively low on cost investment, but they are far from maintenance free marketing endeavors.
  • To blog and create viable weekly online content the time commitment involved is a minimum of 5-10 hours a week.
  • How can you effectively communicate online through providing fresh and relevant information AND then market that information to all of your contacts across all of the social networks? The answer is syndication.
  • Syndicating content allows your message and your information to be reached across the worldwide web. You can syndicate your content by using an online social service that will broadcast your updates across the social networks. You can also syndicate your marketing collateral by using a service that will syndicate your flyers across social networks.

Source: wikiHow
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Postado por Unknown

Social Media Revolution

"Social Media Revolution", based on the book "Socialnomics" by Erik Qualman.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Postado por Unknown

Visualizações do site

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