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Como desbloquear a Inovação na Era Virtual
Você pode começar não permitindo que soluções exclusivas limitem sua habilidade de escolher as melhores tecnologias para capacitar seu pessoal.
Por Paul Bell, presidente mundial de Contas Públicas e Grandes Empresas da Dell.
O papel do CIO está mudando. Já se foi o tempo de medir o sucesso pela utilização de taxas e preço por watt. O CIO de hoje é responsável por conduzir o objetivo da empresa, seja fornecendo uma educação melhor a mais crianças, melhorando a qualidade do cuidado à saúde ou criando um ambiente de trabalho flexível. Esse não é um ajuste fácil de fazer, pois exige uma estratégia para oferecer as ferramentas certas para a mão de obra – o que pode fazer uma verdadeira diferença nos resultados financeiros.
A inovação em tecnologia é fundamental para que organizações de todos os portes possam competir e prosperar. Para ter êxito no que denominamos Era Virtual, gestores de TI devem expandir os limites da tecnologia - virtualizar sua infraestrutura de ponta a ponta para transformar seu data center em um ambiente de TI dinâmico e unificado; assumir novos desafios - aceitar novas estratégias para solucionar problemas difíceis, como gerenciar o dilúvio de dados e proteger as informações em dispositivos móveis; permanecer aberto - não permitir que soluções exclusivas limitem sua habilidade de escolher as melhores tecnologias para capacitar seu pessoal. Normas industriais e inovação andam de mãos dadas.
Para desbloquear a inovação na Era Virtual, seguem três sugestões para ajudar os CIOs.
Simplificar, integrar, automatizar
Para prosperar na Era Virtual, seu data center deve responder de forma dinâmica às demandas de mudança. Aproveitar as inovadoras soluções em nuvem permite alcançar a flexibilidade que não existe em muitas das soluções incompatíveis implementadas pelas organizações de TI.
Assim que remover os obstáculos, como sistemas montados rapidamente e processos gerenciados manualmente, você poderá convergir suas operações de TI. Virtualize sua infraestrutura de rede, storage e servidor para ganhar mais eficiência. Isso lhe dá posicionamento para transformar seu data center em uma nuvem privada, totalmente automatizada.
Você não precisa reconstruir sua TI do zero para obter esses benefícios. Uma abordagem padrão da indústria possibilita misturar e combinar os investimentos existentes em data center com uma ampla variedade de inovações tecnológicas.
Seus próprios dados trabalhando para você
A virtualização pode ajudá-lo a convergir sua TI e automatizar seu data center, mas não lhe ajudará a compreender seus dados. CIOs ao redor do mundo continuam jogando mais discos no rack para controlar o dilúvio de dados, mas isso somente leva à expansão de storage. Isso não aborda o problema principal.
Somente armazenar seus dados não é suficiente. O verdadeiro sucesso vem quando você transforma seus dados em valor comercial. Escolha soluções orientadas à carga de trabalho que podem organizar dados com base na relevância e mova-os perfeitamente pelo negócio sem paralisação ou interrupção.
Em vez de comprar mais capacidade, reduza seu volume de storage com tecnologias de redução de dados, como deduplicação e compressão.
Inovação campeã
CIOs precisam ser visionários da Era Virtual. Eles precisam antecipar as oportunidades que conduzem o objetivo – mesmo quando essas oportunidades apresentam desafios de TI. A consumerização de dispositivos móveis é um ótimo exemplo.
Smartphones e tablets para o consumidor não foram projetados para negócios corporativos, portanto não são fáceis de gerenciar e proteger. Mas eles oferecem vantagens que nenhum negócio deveria ficar sem, tais como aumento na produtividade por meio de flexibilidade do local de trabalho; melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal; contato contínuo com clientes, parceiros e colegas; e acesso sem precedentes às percepções do cliente por meio da rede social.
Incorpore dispositivos móveis de consumidores em seu empreendimento com serviços que podem gerenciar uma ampla gama de smartphones e tablets. E proteja os dados móveis com a virtualização da área de trabalho, que separa os dados do dispositivo e os armazena em um data center. Os dados ficam em um lugar, mas os usuários móveis e seus dispositivos podem ir a qualquer lugar.
Fonte: CIO Opinião
Por Paul Bell, presidente mundial de Contas Públicas e Grandes Empresas da Dell.
O papel do CIO está mudando. Já se foi o tempo de medir o sucesso pela utilização de taxas e preço por watt. O CIO de hoje é responsável por conduzir o objetivo da empresa, seja fornecendo uma educação melhor a mais crianças, melhorando a qualidade do cuidado à saúde ou criando um ambiente de trabalho flexível. Esse não é um ajuste fácil de fazer, pois exige uma estratégia para oferecer as ferramentas certas para a mão de obra – o que pode fazer uma verdadeira diferença nos resultados financeiros.A inovação em tecnologia é fundamental para que organizações de todos os portes possam competir e prosperar. Para ter êxito no que denominamos Era Virtual, gestores de TI devem expandir os limites da tecnologia - virtualizar sua infraestrutura de ponta a ponta para transformar seu data center em um ambiente de TI dinâmico e unificado; assumir novos desafios - aceitar novas estratégias para solucionar problemas difíceis, como gerenciar o dilúvio de dados e proteger as informações em dispositivos móveis; permanecer aberto - não permitir que soluções exclusivas limitem sua habilidade de escolher as melhores tecnologias para capacitar seu pessoal. Normas industriais e inovação andam de mãos dadas.
Para desbloquear a inovação na Era Virtual, seguem três sugestões para ajudar os CIOs.
Simplificar, integrar, automatizar
Para prosperar na Era Virtual, seu data center deve responder de forma dinâmica às demandas de mudança. Aproveitar as inovadoras soluções em nuvem permite alcançar a flexibilidade que não existe em muitas das soluções incompatíveis implementadas pelas organizações de TI.
Assim que remover os obstáculos, como sistemas montados rapidamente e processos gerenciados manualmente, você poderá convergir suas operações de TI. Virtualize sua infraestrutura de rede, storage e servidor para ganhar mais eficiência. Isso lhe dá posicionamento para transformar seu data center em uma nuvem privada, totalmente automatizada.
Você não precisa reconstruir sua TI do zero para obter esses benefícios. Uma abordagem padrão da indústria possibilita misturar e combinar os investimentos existentes em data center com uma ampla variedade de inovações tecnológicas.
Seus próprios dados trabalhando para você
A virtualização pode ajudá-lo a convergir sua TI e automatizar seu data center, mas não lhe ajudará a compreender seus dados. CIOs ao redor do mundo continuam jogando mais discos no rack para controlar o dilúvio de dados, mas isso somente leva à expansão de storage. Isso não aborda o problema principal.
Somente armazenar seus dados não é suficiente. O verdadeiro sucesso vem quando você transforma seus dados em valor comercial. Escolha soluções orientadas à carga de trabalho que podem organizar dados com base na relevância e mova-os perfeitamente pelo negócio sem paralisação ou interrupção.
Em vez de comprar mais capacidade, reduza seu volume de storage com tecnologias de redução de dados, como deduplicação e compressão.
Inovação campeã
CIOs precisam ser visionários da Era Virtual. Eles precisam antecipar as oportunidades que conduzem o objetivo – mesmo quando essas oportunidades apresentam desafios de TI. A consumerização de dispositivos móveis é um ótimo exemplo.
Smartphones e tablets para o consumidor não foram projetados para negócios corporativos, portanto não são fáceis de gerenciar e proteger. Mas eles oferecem vantagens que nenhum negócio deveria ficar sem, tais como aumento na produtividade por meio de flexibilidade do local de trabalho; melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal; contato contínuo com clientes, parceiros e colegas; e acesso sem precedentes às percepções do cliente por meio da rede social.
Incorpore dispositivos móveis de consumidores em seu empreendimento com serviços que podem gerenciar uma ampla gama de smartphones e tablets. E proteja os dados móveis com a virtualização da área de trabalho, que separa os dados do dispositivo e os armazena em um data center. Os dados ficam em um lugar, mas os usuários móveis e seus dispositivos podem ir a qualquer lugar.
Fonte: CIO Opinião
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
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Unknown
O CIO como gerente de Supply Chain
A TI está passando por grandes mudanças e hoje o CIO está bem no meio dela. Líderes de TI precisam se preparar para essas mudanças aprendendo táticas de gerenciamento avançado da cadeia de suprimentos.
Por Gilad Zohar, VP Executivo da Precise.
Alguns anos atrás, visitei um dos shows SAP SAPPHIRE. Vagando pelos corredores, cheguei ao estande Accenture, onde gentilmente me ofereceram uma caneta. Quando eu tentei usá-la, não consegui fazê-la escrever. Um dos atendentes veio em meu socorro e meio de brincadeira disse: "Com o SAP, mesmo para usar uma caneta você precisa de um consultor."
Naqueles dias, apenas uma grande empresa poderia ter recursos sofisticados de automação de back-office e front-office. SAP, Siebel, PeopleSoft ou Oracle, a empresa cliente precisava investir milhões de dólares para comprar o software, contratar hordas de consultores caros para instalá-lo, comprar hardware caro para executá-lo e manter uma grande equipe para apoiá-lo. Mas isso não é tudo. Levava anos para implementar a solução comprada e muitas vezes perdia prazos e e perdia o controle sobre o orçamento. Se você fosse uma empresa pequena, simplesmente não podia comprar um bom ERP ou sistema de CRM.
Hoje, no entanto, o jogo é completamente diferente. Empresas de qualquer porte têm agora a capacidade de executar todas ou quase todas as suas operações de TI a partir da nuvem, por meio de provedores no exterior, como Salesforce, NetSuite, Google e muitos outros. A nuvem oferece flexibilidade, escala e velocidade para as organizações - para não falar, em muitos casos, na redução de custos. A verdade é que a TI está passando por grandes mudanças e hoje o CIO está bem no meio dela.
Com uma infraestrutura baseada em serviços, o CIO e sua equipe estão cada vez mais se deslocando da construção e integração de tecnologia para gestão de uma vasta cadeia de fornecimento e parceiros de tecnologia. A TI está agora no negócio de inspeção, revisão e acompanhamento dos contratos de tecnologia, garantindo a segurança de todos os parceiros, supervisionando estratégias de integração e, acima de tudo, gerindo custos. Os trabalhos in-house para desenvolvedores de software, consultores de ERP e administradores ds sistema estão morrendo.
Os CIOs precisam se preparar para essa mudança, aprendendo táticas de gerenciamento avançado da cadeia de suprimentos, aperfeiçoadas por grandes varejistas e empresas ao longo dos últimos 100 anos. Isto implica não apenas gerenciar e supervisionar relacionamentos com fornecedores, mas assegurar um forte controle sobre todos os aspectos da cadeia de abastecimento quando se trata de qualidade do produto, segurança, serviço, conteúdo, confiabilidade, desempenho e uma série de outros parâmetros.
CIOs e os membros da sua equipe precisarão criar e alinhar processos da cadeia de suprimentos e métricas, já que sua infraestrutura está cada vez mais sendo gerida e entregue por fornecedores e parceiros.
A Tempestade perfeita
Mas como o advento da computação em nuvem difere de administrar empresas de terceirização e hospedagem do passado? Agora, empresas e pessoas, em lugares distantes, armazenam e gerenciam seus dados e aplicações. Pode haver dezenas desses parceiros trabalhando para você e muitos deles dependem uns dos outros. Quem vai certificar-se de que todas as partes estão funcionando bem, e trabalhando juntas? O CIO, Diretor da Cadeia de Abastecimento.
Tomemos por exemplo um site de comércio eletrônico simples que tem em um provedor de hospedagem os seus serviços de DNS, em um segundo provedor de hospedagem o conteúdo do site e o catálogo de produtos, um terceiro fornecedor para realizar os processos de checkout e pagamento, e um quarto para servir anúncios. Quando o site pára de operar de repente, qual desses provedores deve ser acionado imediatamente? Talvez o problema esteja relacionado a um inesperado aumento no tráfego, talvez seja culpa da empresa de hospedagem que não está cumprindo com o seu acordo de nível de serviço, ou poderia haver um limite de capacidade que não permite picos de demanda.
O processo de Supply-Chain
Não importa de quem seja a culpa. O CIO deve ter um sistema, processos e a equipe certa para ficar em cima de questões pendentes, investigar e resolvê-las rapidamente antes que elas afetem os clientes. Agora, com tantas partes móveis fora dos muros da empresa, os CIOs precisam definir parâmetros rigorosos para o serviço. Isso implica a definição de capacidade e de níveis de serviço, acompanhamento regular e fortes linhas de comunicação com os fornecedores. Se o fornecedor mudar sua infraestrutura ou suas políticas de segurança, e você não for informado, isso poserá vir a ser um problema. CIOs devem compreender o funcionamento interno de fornecedores-chave da mesma forma que fariam se tivessem que continuar a fazer a gestão da tecnologia internamente. Sem essa transparência, será mais difícil e mais caro solucionar problemas e resolver problemas de desempenho ou qualidade.
A estrutura básica para o gerenciamento de serviços em sua cadeia de suprimentos poderia ficar assim:
1. Definir os serviços, a capacidade de computação, de armazenamento, a largura de banda, a infraestrutura de rede, a rede de distribuição de conteúdo, os serviços de DNS, a segurança, a plataforma de aplicativos, os sistema de back-office para as encomendas, os aplicativos de front-office, as redes de afiliados.
2. Acompanhar cada um dos serviços de acordo com um conjunto básico de indicadores, como desempenho, capacidade de resposta, capacidade, segurança, custo por unidade e custo por volume. Um serviço individual, pode exigir ainda sub-métricas adicionais, tais como aumento de capacidade e taxas de excesso.
3. Pontuar cada fornecedor/parceiro e entregá-los um relatório mensal que você pode usar como ferramenta para discussão e negociação de descontos ou a contratação de add-ons.
Déjà vous?
Não estamos falando de um modelo de cadeia de fornecimento apenas. OU de um nome novo para a velha e boa terceirização realizada por uma IBM, Accenture, e outras companhias. Não! Este é um novo jogo. O velho outsourcing de TI contou com maciça escala de engenharia financeira que incidia sobre o nivelamento dos custos operacionais para os clientes, enquanto os outsourcers operavam usando, adivinhem, os seus próprios equipamentos e serviços de consultoria e colocavam o pessoal de TI do cliente em sua própria folha de pagamento. Os contratante e clientes, tiveram que lidar com a construção de infraestrutura, integração de sistemas e gestão de carteiras. Mas esse mundo acabou. Graças às plataformas de nuvem e os serviços Web, a necessidade do intermediário está diminuindo. Implantações de grande porte que costumavam levar anos, milhões de dólares, e centenas de pessoas podem ser feitas hoje em semanas, gastando apenas milhares de dólares, e poucos analistas de dados.
CIOs terão menos do ônus de tecnologia em seus ombros. Em vez disso, eles terão que agir como um CFO e um gerente de controle de qualidade combinados. Considere um grande varejista como a Macy. A fabricante precisa passar por um rigoroso processo antes de ter permissão para colocar um único par de calças nas prateleiras. O processo inclui revisão rígida e aprovações da fase de projeto através da análise de fornecedores e testes de controle de qualidade para cada componente e para o produto final.
Além disso, mesmo a substituição de um único fornecedor de botão requer que o fabricante volte a passar pelo controle de qualidade mais uma vez, antes que possa fazer a mudança na sua própria cadeia de abastecimento. Os varejistas têm sistemas de informação sofisticados para analisar e relatar vendas, lucros, retornos, atendimento ao cliente, processos da cadeia de suprimentos, qualidade dos produtos, fornecedores e assim por diante. Os departamentos de TI vão precisar de algo similar. Felizmente, os provedores de nuvem tornaram os custos de TI altamente transparente para que as organizações possam ver o custo unitário de cada serviço de TI consumido.
O que não é tão transparente é a alteração de parâmetros de custo/capacidade dentro da plataforma de aplicações. CIOs devem compreender e seguir exatamente o que a empresa está gastando por dia ou por semana em cada atividade - tais como e-mail - e manter um rígido controle sobre esses custos. Os gerentes de TI podem ajudar, garantindo que os vendedores estão mantendo os compromissos contratuais para a qualidade, desempenho, segurança e funcionalidade. Contratação de pessoal e fundos com contabilidade analítica vão se tornar uma prioridade. Funcionários de TI com excelente capacidade de comunicação e habilidades de negociação, também serão valorizados, uma vez que muito do trabalho será a interface com fornecedores.
Fonte: CIO Gestão
Por Gilad Zohar, VP Executivo da Precise.
Alguns anos atrás, visitei um dos shows SAP SAPPHIRE. Vagando pelos corredores, cheguei ao estande Accenture, onde gentilmente me ofereceram uma caneta. Quando eu tentei usá-la, não consegui fazê-la escrever. Um dos atendentes veio em meu socorro e meio de brincadeira disse: "Com o SAP, mesmo para usar uma caneta você precisa de um consultor."
Naqueles dias, apenas uma grande empresa poderia ter recursos sofisticados de automação de back-office e front-office. SAP, Siebel, PeopleSoft ou Oracle, a empresa cliente precisava investir milhões de dólares para comprar o software, contratar hordas de consultores caros para instalá-lo, comprar hardware caro para executá-lo e manter uma grande equipe para apoiá-lo. Mas isso não é tudo. Levava anos para implementar a solução comprada e muitas vezes perdia prazos e e perdia o controle sobre o orçamento. Se você fosse uma empresa pequena, simplesmente não podia comprar um bom ERP ou sistema de CRM.
Hoje, no entanto, o jogo é completamente diferente. Empresas de qualquer porte têm agora a capacidade de executar todas ou quase todas as suas operações de TI a partir da nuvem, por meio de provedores no exterior, como Salesforce, NetSuite, Google e muitos outros. A nuvem oferece flexibilidade, escala e velocidade para as organizações - para não falar, em muitos casos, na redução de custos. A verdade é que a TI está passando por grandes mudanças e hoje o CIO está bem no meio dela.
Com uma infraestrutura baseada em serviços, o CIO e sua equipe estão cada vez mais se deslocando da construção e integração de tecnologia para gestão de uma vasta cadeia de fornecimento e parceiros de tecnologia. A TI está agora no negócio de inspeção, revisão e acompanhamento dos contratos de tecnologia, garantindo a segurança de todos os parceiros, supervisionando estratégias de integração e, acima de tudo, gerindo custos. Os trabalhos in-house para desenvolvedores de software, consultores de ERP e administradores ds sistema estão morrendo.
Os CIOs precisam se preparar para essa mudança, aprendendo táticas de gerenciamento avançado da cadeia de suprimentos, aperfeiçoadas por grandes varejistas e empresas ao longo dos últimos 100 anos. Isto implica não apenas gerenciar e supervisionar relacionamentos com fornecedores, mas assegurar um forte controle sobre todos os aspectos da cadeia de abastecimento quando se trata de qualidade do produto, segurança, serviço, conteúdo, confiabilidade, desempenho e uma série de outros parâmetros.
CIOs e os membros da sua equipe precisarão criar e alinhar processos da cadeia de suprimentos e métricas, já que sua infraestrutura está cada vez mais sendo gerida e entregue por fornecedores e parceiros.
A Tempestade perfeita
Mas como o advento da computação em nuvem difere de administrar empresas de terceirização e hospedagem do passado? Agora, empresas e pessoas, em lugares distantes, armazenam e gerenciam seus dados e aplicações. Pode haver dezenas desses parceiros trabalhando para você e muitos deles dependem uns dos outros. Quem vai certificar-se de que todas as partes estão funcionando bem, e trabalhando juntas? O CIO, Diretor da Cadeia de Abastecimento.
Tomemos por exemplo um site de comércio eletrônico simples que tem em um provedor de hospedagem os seus serviços de DNS, em um segundo provedor de hospedagem o conteúdo do site e o catálogo de produtos, um terceiro fornecedor para realizar os processos de checkout e pagamento, e um quarto para servir anúncios. Quando o site pára de operar de repente, qual desses provedores deve ser acionado imediatamente? Talvez o problema esteja relacionado a um inesperado aumento no tráfego, talvez seja culpa da empresa de hospedagem que não está cumprindo com o seu acordo de nível de serviço, ou poderia haver um limite de capacidade que não permite picos de demanda.
O processo de Supply-Chain
Não importa de quem seja a culpa. O CIO deve ter um sistema, processos e a equipe certa para ficar em cima de questões pendentes, investigar e resolvê-las rapidamente antes que elas afetem os clientes. Agora, com tantas partes móveis fora dos muros da empresa, os CIOs precisam definir parâmetros rigorosos para o serviço. Isso implica a definição de capacidade e de níveis de serviço, acompanhamento regular e fortes linhas de comunicação com os fornecedores. Se o fornecedor mudar sua infraestrutura ou suas políticas de segurança, e você não for informado, isso poserá vir a ser um problema. CIOs devem compreender o funcionamento interno de fornecedores-chave da mesma forma que fariam se tivessem que continuar a fazer a gestão da tecnologia internamente. Sem essa transparência, será mais difícil e mais caro solucionar problemas e resolver problemas de desempenho ou qualidade.
A estrutura básica para o gerenciamento de serviços em sua cadeia de suprimentos poderia ficar assim:
1. Definir os serviços, a capacidade de computação, de armazenamento, a largura de banda, a infraestrutura de rede, a rede de distribuição de conteúdo, os serviços de DNS, a segurança, a plataforma de aplicativos, os sistema de back-office para as encomendas, os aplicativos de front-office, as redes de afiliados.
2. Acompanhar cada um dos serviços de acordo com um conjunto básico de indicadores, como desempenho, capacidade de resposta, capacidade, segurança, custo por unidade e custo por volume. Um serviço individual, pode exigir ainda sub-métricas adicionais, tais como aumento de capacidade e taxas de excesso.
3. Pontuar cada fornecedor/parceiro e entregá-los um relatório mensal que você pode usar como ferramenta para discussão e negociação de descontos ou a contratação de add-ons.
Déjà vous?
Não estamos falando de um modelo de cadeia de fornecimento apenas. OU de um nome novo para a velha e boa terceirização realizada por uma IBM, Accenture, e outras companhias. Não! Este é um novo jogo. O velho outsourcing de TI contou com maciça escala de engenharia financeira que incidia sobre o nivelamento dos custos operacionais para os clientes, enquanto os outsourcers operavam usando, adivinhem, os seus próprios equipamentos e serviços de consultoria e colocavam o pessoal de TI do cliente em sua própria folha de pagamento. Os contratante e clientes, tiveram que lidar com a construção de infraestrutura, integração de sistemas e gestão de carteiras. Mas esse mundo acabou. Graças às plataformas de nuvem e os serviços Web, a necessidade do intermediário está diminuindo. Implantações de grande porte que costumavam levar anos, milhões de dólares, e centenas de pessoas podem ser feitas hoje em semanas, gastando apenas milhares de dólares, e poucos analistas de dados.
CIOs terão menos do ônus de tecnologia em seus ombros. Em vez disso, eles terão que agir como um CFO e um gerente de controle de qualidade combinados. Considere um grande varejista como a Macy. A fabricante precisa passar por um rigoroso processo antes de ter permissão para colocar um único par de calças nas prateleiras. O processo inclui revisão rígida e aprovações da fase de projeto através da análise de fornecedores e testes de controle de qualidade para cada componente e para o produto final.
Além disso, mesmo a substituição de um único fornecedor de botão requer que o fabricante volte a passar pelo controle de qualidade mais uma vez, antes que possa fazer a mudança na sua própria cadeia de abastecimento. Os varejistas têm sistemas de informação sofisticados para analisar e relatar vendas, lucros, retornos, atendimento ao cliente, processos da cadeia de suprimentos, qualidade dos produtos, fornecedores e assim por diante. Os departamentos de TI vão precisar de algo similar. Felizmente, os provedores de nuvem tornaram os custos de TI altamente transparente para que as organizações possam ver o custo unitário de cada serviço de TI consumido.
O que não é tão transparente é a alteração de parâmetros de custo/capacidade dentro da plataforma de aplicações. CIOs devem compreender e seguir exatamente o que a empresa está gastando por dia ou por semana em cada atividade - tais como e-mail - e manter um rígido controle sobre esses custos. Os gerentes de TI podem ajudar, garantindo que os vendedores estão mantendo os compromissos contratuais para a qualidade, desempenho, segurança e funcionalidade. Contratação de pessoal e fundos com contabilidade analítica vão se tornar uma prioridade. Funcionários de TI com excelente capacidade de comunicação e habilidades de negociação, também serão valorizados, uma vez que muito do trabalho será a interface com fornecedores.
Fonte: CIO Gestão
Future State CIO
"The Future-State CIO® will not only be accountable for IT function success and business process transformation, but will adopt a more company-external focus and concentrate the majority of his/her time on using information to drive innovation and strategic advantage in pursuit of business goals."- The CIO Executive CouncilA quick overview of their comparative capabilities infographics was published by Joe Shepley at his blog agile ramblings, as a great communication devices that also have some important implications for how IT gets funding and support for the work it does.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Postado por
Unknown
