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Dez dicas do FCC para garantir a segurança online
Pequenos hábitos ajudam empresas, principalmente de menor porte, a aumentar a proteção contra ataques virtuais.
Navegar nos mares do e-commerce pode ser assustador para pequenas empresas por conta dos altos riscos da segurança online, mas há alguns passos que podem ser tomados para a própria proteção.
A opinião é de um grupo de especialistas que se reuniu, nos Estados Unidos, em um fórum da Comissão Federal de Comunicações do país (FCC) para falar sobre segurança online para companhias de menor porte.
Um dos aspectos fundamentais é treinar os profissionais a tomar a atitude certa ao usar computadores. De acordo com o presidente da empresa de consultoria Chertoff Group e antigo funcionário de segurança do governo dos Estados Unidos, Michel Chertoff, os proprietários devem alertar constantemente seus funcionários para não conectar drives USB de origem desconhecida, não usar senhas fracas e não deixar as senhas escritas em lugares onde outras pessoas possam ver.
Alguns criminosos iniciaram a estratégia de deixar drives USB em estacionamentos de organizações alvo, na esperança de que os funcionários peguem o drive e conectem em sua rede. “As pessoas não pegam e comem qualquer coisa que acham na rua. A mesma coisa deveria valer para esse tipo de memória externa”, ressalta Chertoff.
Pequenas empresas devem, também, estruturar o backup dos dados e deixar os funcionários sempre cientes dos métodos mais recentes usados pelos criminosos virtuais.
Para o CEO e CFO da empresa de construção civil Parkinson Construction, Maurice Hones, é muito fácil ser vítima de ataques online. A companhia, que perdeu cerca de 18 mil dólares em 2009 após um caso de phishing, encoraja os funcionários a levantar discussões sobre mensagens de e-mails suspeitas e outras questões de segurança.
O vice-presidente global de segurança online da Symantec, Cheri McGuire, acredita que um plano de recuperação no caso de um ataque também é muito importante. Estudo da Symantec divulgado em janeiro revela que metade das empresas pequenas e médias não conta com planos de recuperação. Mais assustador é que 41% delas sequer sabiam que precisavam de um plano como esse ao passo que 40% não considerava proteção de dados uma prioridade. “Esse é o tipo de estatística chocante. Os negócios, hoje, dependem dos dados”, comenta McGuire.
O tempo de indisponibilidade dos computadores também é um problema, já que custa uma média de 12,5 mil dólares por dia para as companhias, de acordo com o estudo. Sem um plano, esse custo será recorrente. Por outro lado, criar um plano de segurança online hoje “pode ser uma vantagem competitiva, enquanto não tê-lo será uma grande desvantagem frente ao mercado”, destaca o presidente da FCC, Julius Genachowski.
Muitas vezes, as pequenas empresas não se vêm como alvo, mas elas deveriam saber que, se até pessoas físicas são vítimas, elas são alvo como qualquer outra.
O FCC divulgou dez dicas de segurança online para pequenas e médias empresas, com base nas discussões. Confira.
1 – Treine os funcionários
Estabeleça melhores práticas para proteger dados e comunique os funcionários regularmente. Estabeleça regras de comportamento e descreva como lidar com informações sensíveis. Deixe claras as penalizações caso haja displicência ao seguir essas regras.
2 – Proteja informação, computadores e redes dos ataques de vírus, spyware e outros códigos maliciosos
Essas soluções devem ser instaladas e atualizadas com frequência. Há diversos pacotes de soluções no mercado que permitem atualização e varredura automática. Use esses recursos.
3 – Crie um firewall para a conexão de internet
Mantenha sempre um firewall entre a rede interna e a Internet, com atualização constante. Se os funcionários trabalham de casa, certifique-se de que seus sistemas domésticos estão protegidos por firewalls.
4 – Faça download de atualizações dos sistemas operacionais e aplicativos assim que eles aparecem disponíveis
Todas as atualizações trazem correções importantes de segurança.
5 – Faça backup de todas as informações e dados importantes.
A perda de certos dados pode tirar uma empresa do mercado. Saiba quais são os dados fundamentais e faça backup automático, diariamente de preferência.
6 – Controle o acesso físico dos computadores e componentes de rede
As opções de segurança dos sistemas operacionais, com senhas e proteção de dados, devem ser utilizadas, principalmente em laptops, cujo roubo é mais comum. Além disso, certifique-se de que o notebook esta preso com cadeado específico quando ninguém estiver por perto.
7 – Torna redes Wi-Fi mais seguras
Se você tem rede Wi-Fi, esconda e coloque senhas fortes, que garantam a segurança. Opte por não divulgar o nome da rede para equipamentos que as rastreiam e use a chave criptográfica mais moderna.
8 – Peça senhas de cada profissional
Crie usuários para cada funcionário e configure os sistemas para que as senhas sejam sempre usadas.
9 – Limite o acesso dos funcionários a dados e informações e a instalação de software
Não ofereça acesso a sistemas de dados completos para os funcionários, apenas conceda aquilo que ele precisa para seu trabalho. Os funcionários devem ser impedidos, também, de instalar software sem permissão.
10 – Troque senhas com frequência
Quanto mais tempo as senhas permanecem com o mesmo nome, mais gente fica sabendo delas, graças ao compartilhamento que os funcionários fazem muitas vezes. Mude senhas a cada três meses.
Fonte: CIO Gestão
Navegar nos mares do e-commerce pode ser assustador para pequenas empresas por conta dos altos riscos da segurança online, mas há alguns passos que podem ser tomados para a própria proteção.
A opinião é de um grupo de especialistas que se reuniu, nos Estados Unidos, em um fórum da Comissão Federal de Comunicações do país (FCC) para falar sobre segurança online para companhias de menor porte.
Um dos aspectos fundamentais é treinar os profissionais a tomar a atitude certa ao usar computadores. De acordo com o presidente da empresa de consultoria Chertoff Group e antigo funcionário de segurança do governo dos Estados Unidos, Michel Chertoff, os proprietários devem alertar constantemente seus funcionários para não conectar drives USB de origem desconhecida, não usar senhas fracas e não deixar as senhas escritas em lugares onde outras pessoas possam ver.
Alguns criminosos iniciaram a estratégia de deixar drives USB em estacionamentos de organizações alvo, na esperança de que os funcionários peguem o drive e conectem em sua rede. “As pessoas não pegam e comem qualquer coisa que acham na rua. A mesma coisa deveria valer para esse tipo de memória externa”, ressalta Chertoff.
Pequenas empresas devem, também, estruturar o backup dos dados e deixar os funcionários sempre cientes dos métodos mais recentes usados pelos criminosos virtuais.
Para o CEO e CFO da empresa de construção civil Parkinson Construction, Maurice Hones, é muito fácil ser vítima de ataques online. A companhia, que perdeu cerca de 18 mil dólares em 2009 após um caso de phishing, encoraja os funcionários a levantar discussões sobre mensagens de e-mails suspeitas e outras questões de segurança.
O vice-presidente global de segurança online da Symantec, Cheri McGuire, acredita que um plano de recuperação no caso de um ataque também é muito importante. Estudo da Symantec divulgado em janeiro revela que metade das empresas pequenas e médias não conta com planos de recuperação. Mais assustador é que 41% delas sequer sabiam que precisavam de um plano como esse ao passo que 40% não considerava proteção de dados uma prioridade. “Esse é o tipo de estatística chocante. Os negócios, hoje, dependem dos dados”, comenta McGuire.
O tempo de indisponibilidade dos computadores também é um problema, já que custa uma média de 12,5 mil dólares por dia para as companhias, de acordo com o estudo. Sem um plano, esse custo será recorrente. Por outro lado, criar um plano de segurança online hoje “pode ser uma vantagem competitiva, enquanto não tê-lo será uma grande desvantagem frente ao mercado”, destaca o presidente da FCC, Julius Genachowski.
Muitas vezes, as pequenas empresas não se vêm como alvo, mas elas deveriam saber que, se até pessoas físicas são vítimas, elas são alvo como qualquer outra.
O FCC divulgou dez dicas de segurança online para pequenas e médias empresas, com base nas discussões. Confira.
1 – Treine os funcionários
Estabeleça melhores práticas para proteger dados e comunique os funcionários regularmente. Estabeleça regras de comportamento e descreva como lidar com informações sensíveis. Deixe claras as penalizações caso haja displicência ao seguir essas regras.
2 – Proteja informação, computadores e redes dos ataques de vírus, spyware e outros códigos maliciosos
Essas soluções devem ser instaladas e atualizadas com frequência. Há diversos pacotes de soluções no mercado que permitem atualização e varredura automática. Use esses recursos.
3 – Crie um firewall para a conexão de internet
Mantenha sempre um firewall entre a rede interna e a Internet, com atualização constante. Se os funcionários trabalham de casa, certifique-se de que seus sistemas domésticos estão protegidos por firewalls.
4 – Faça download de atualizações dos sistemas operacionais e aplicativos assim que eles aparecem disponíveis
Todas as atualizações trazem correções importantes de segurança.
5 – Faça backup de todas as informações e dados importantes.
A perda de certos dados pode tirar uma empresa do mercado. Saiba quais são os dados fundamentais e faça backup automático, diariamente de preferência.
6 – Controle o acesso físico dos computadores e componentes de rede
As opções de segurança dos sistemas operacionais, com senhas e proteção de dados, devem ser utilizadas, principalmente em laptops, cujo roubo é mais comum. Além disso, certifique-se de que o notebook esta preso com cadeado específico quando ninguém estiver por perto.
7 – Torna redes Wi-Fi mais seguras
Se você tem rede Wi-Fi, esconda e coloque senhas fortes, que garantam a segurança. Opte por não divulgar o nome da rede para equipamentos que as rastreiam e use a chave criptográfica mais moderna.
8 – Peça senhas de cada profissional
Crie usuários para cada funcionário e configure os sistemas para que as senhas sejam sempre usadas.
9 – Limite o acesso dos funcionários a dados e informações e a instalação de software
Não ofereça acesso a sistemas de dados completos para os funcionários, apenas conceda aquilo que ele precisa para seu trabalho. Os funcionários devem ser impedidos, também, de instalar software sem permissão.
10 – Troque senhas com frequência
Quanto mais tempo as senhas permanecem com o mesmo nome, mais gente fica sabendo delas, graças ao compartilhamento que os funcionários fazem muitas vezes. Mude senhas a cada três meses.
Fonte: CIO Gestão
Oi promete internet sem fio em orelhão
Empresa de telefonia apresenta a governo plano para converter orelhões em ponto de conexão para banda larga. 2/3 dos telefones públicos do país são da Oi; com publicidade no orelhão, serviço pode ser gratuito.A empresa de telefonia Oi montou um projeto para oferecer internet banda larga sem fio de forma gradativa nos orelhões do país.Se houver patrocínio para os novos equipamentos, o serviço será gratuito para o usuário. Outra saída estudada será vender cartões com senhas de acesso.
O Brasil tem hoje 1,1 milhão de telefones públicos. Desses, 824 mil são da Oi. Com o aumento do uso do celular, esses equipamentos ficaram ociosos, mas são uma grande riqueza logística: todos estão ligados a um par de fios metálicos que os conecta a uma central telefônica.
Essa infraestrutura seria usada para oferecer acesso aberto à internet aos pedestres munidos de telefones, laptops ou qualquer aparelho habilitado para conexão sem fio à web. A velocidade de acesso será de até 2 megabits por segundo (Mbps), o dobro do previsto no Plano Nacional de Banda Larga.
O projeto tem por base um contrato entre a Oi e a Populus Propaganda e Marketing Ltda., comandada por Mayra Fonseca Couto Souza Carmo, filha do ex-deputado federal Paulo Heslander (PTB-MG). A Populus viabilizaria publicidade nas novas cabines para pagar pelo uso da infraestrutura e remunerar a Oi. Nessa hipótese, o acesso seria gratuito.
A Populus acertou com a Oi exclusividade para converter os orelhões em pontos multimídia em todo o país (menos São Paulo, Estado onde a Oi não atua). Os telefones continuarão a existir para chamadas de voz, mas a nova cabine terá de oferecer internet sem fio num raio de 50 metros em torno do equipamento.
Embora a proposta não dependa de aprovação do governo federal -a Oi já é concessionária dos orelhões-, a ideia foi apresentada aos ministros Paulo Bernardo (Comunicações) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia).
A expectativa da Populus é que empresas estatais federais patrocinem a conversão dos telefones públicos comprando espaço publicitário. Pelo plano apresentado, esse novo orelhão será equipado com câmeras conectadas à internet que permitirão uma visão de 360º do local. Para implantar o plano, a Oi e a Populus dependem de autorização das prefeituras das cidades que terão troca de orelhões.
Uma experiência piloto em Ipanema foi suspensa porque a Prefeitura do Rio considerou o equipamento inadequado para o padrão do mobiliário da cidade.
Otávio Azevedo, do grupo Andrade Gutierrez, uma das controladoras da Oi, afirma ser possível, havendo patrocínio, instalar a rede sem fio de internet em quase todos os 824 mil orelhões da empresa.
Fonte: Folha de São Paulo
terça-feira, 26 de julho de 2011
Postado por
Unknown
Campinas integra rede de cidades que participam do Social Media Day
Campinas é uma das cidades participantes do Social Media Day, um evento mundial que propõe que pessoas formem grupos para conversar sobre Mídias Sociais em todos os lugares do mundo, em formatos variados, nesta quinta (30).
Muita gente já está aderindo e se organizando para reunir pessoas em hotéis, bares, universidades... Em Campinas, o Smday vai ser realizado no Espaço Guanabara, às 19 horas. Haverá apresentação de cases locais em mídias sociais, com mediação de Marcia Ceschini (Papos na Rede).
Muita gente já está aderindo e se organizando para reunir pessoas em hotéis, bares, universidades... Em Campinas, o Smday vai ser realizado no Espaço Guanabara, às 19 horas. Haverá apresentação de cases locais em mídias sociais, com mediação de Marcia Ceschini (Papos na Rede).
A data, 30 de junho, Dia Mundial das Mídias Sociais, foi lançada no ano passado pelo Mashable (www.mashable.com, referência e tendência em notícias sobre mídia digital, social, tecnologia, novos sites e serviços, entre outros). Em 2011, este evento ocorre em mais de mil cidades ao redor do planeta, reunindo comunidades e pessoas em uma grande conversa colaborativa sobre tendências, relacionamentos e troca de informações sobre mídias sociais.
Uma oportunidade para reunir os amigos, conversar, ouvir, trocar e aprender. As vagas são limitadas e as inscrições estão abertas. Informações e inscrições pelo site: http://www.meetup.com/Mashable/Campinas-BR/102658/
Fonte: http://www.campinas.com.br/noticias/noticia/campinas-integra-rede-de-cidades-que-participam-do-social-media-day-20110628
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Postado por
Unknown

