Procura por líderes de TI multidisciplinares está em alta
Novos líderes precisam entender de pessoas, processos e - claro - tecnologia. E já estão sendo chamados de DBS, Designers Business Solution.
Por Rick Swanborg (*)
Os CIOs de hoje estão sendo desafiados por executivos de negócios a fornecer tecnologias inovadoras mais rápido e ainda garantir o baixo custo dos serviços de TI. Como resultado, algumas empresas estão criando cargos para profissionais de TI com perfil híbrido, capazes de assumir posições de liderança, conceber e executar projetos empresariais. O mercado começa a chamar esses profissionais de Designers Business Solution (DBS).
Essa próxima geração de líderes de TI têm, necessariamente, as seguintes habilidades:
@ Eles são focados em desenvolvimento de negócios.
E não estão presos a requisitos funcionais. “A liderança de TI do futuro será igualmente preocupada com pessoas, processos e tecnologia, não somente a tecnologia, como tem sido a nossa tendência até aqui”, diz Alistair Jacques, CIO do grupo Medicare United. Os BSDs devem facilitar as conversas sobre o que a empresa precisa, em vez de tentarem adivinhar o que os líderes de negócios pensam que querem.
@ Eles sabem os limites da tecnologia.
A crença de que a TI pode fazer milagres matou a reengenharia de negócios há 15 anos. BSDs devem ter uma sólida compreensão de como os sistemas legados da companhia, a arquitetura das aplicações e os ambientes web limitam ou permitem que o negócio prospere.
@ Eles são grandes negociadores.
Os BSDs devem ser capazes de ajudar os líderes empresariais a tomarem decisões realistas sobre quais projetos investir e os recursos necessários para executá-los. Além disso, como muitos serviços básicos de TI são terceirizados, cabe aos BSDs negociar soluções vencedoras com fornecedores de TI.
@ Eles são curiosos.
CIOs precisam de líderes de TI que vejam além da implementação do sistema atual, diz George Ball, CIO da Raytheon. A paixão por aprender e a curiosidade sobre o futuro são essenciais. Ter mentalidade inovadora não dói. “Pense em pessoas como Thomas Edison e Steve Jobs”, diz Ball.
A demanda por profissionais com essas habilidades está muito acima da oferta, por isso os CIOs devem ser criativos. Uma opção é oferecer treinamento para profissionais de negócios qualificados.
Um caminho é identificar gestores com paixão por tecnologia e propor a eles a formação em TI. Isso pode ser mais fácil do que convencer os profissionais de tecnologia a expandirem suas habilidades, porque eles podem achar difícil adquirir a experiência de negociação.
Outra opção é contratar estudantes que tenham frequentado escolas onde os cursos de negócios tenham forte formação tecnológica e/ou os de tecnologia, forte formação empreendedora.
(*) Rick Swanborg é presidente do ICEX e professor da Universidade de Boston.
Fonte: CIO Carreira
Por Rick Swanborg (*)
Os CIOs de hoje estão sendo desafiados por executivos de negócios a fornecer tecnologias inovadoras mais rápido e ainda garantir o baixo custo dos serviços de TI. Como resultado, algumas empresas estão criando cargos para profissionais de TI com perfil híbrido, capazes de assumir posições de liderança, conceber e executar projetos empresariais. O mercado começa a chamar esses profissionais de Designers Business Solution (DBS).Essa próxima geração de líderes de TI têm, necessariamente, as seguintes habilidades:
@ Eles são focados em desenvolvimento de negócios.
E não estão presos a requisitos funcionais. “A liderança de TI do futuro será igualmente preocupada com pessoas, processos e tecnologia, não somente a tecnologia, como tem sido a nossa tendência até aqui”, diz Alistair Jacques, CIO do grupo Medicare United. Os BSDs devem facilitar as conversas sobre o que a empresa precisa, em vez de tentarem adivinhar o que os líderes de negócios pensam que querem.
@ Eles sabem os limites da tecnologia.
A crença de que a TI pode fazer milagres matou a reengenharia de negócios há 15 anos. BSDs devem ter uma sólida compreensão de como os sistemas legados da companhia, a arquitetura das aplicações e os ambientes web limitam ou permitem que o negócio prospere.
@ Eles são grandes negociadores.
Os BSDs devem ser capazes de ajudar os líderes empresariais a tomarem decisões realistas sobre quais projetos investir e os recursos necessários para executá-los. Além disso, como muitos serviços básicos de TI são terceirizados, cabe aos BSDs negociar soluções vencedoras com fornecedores de TI.
@ Eles são curiosos.
CIOs precisam de líderes de TI que vejam além da implementação do sistema atual, diz George Ball, CIO da Raytheon. A paixão por aprender e a curiosidade sobre o futuro são essenciais. Ter mentalidade inovadora não dói. “Pense em pessoas como Thomas Edison e Steve Jobs”, diz Ball.
A demanda por profissionais com essas habilidades está muito acima da oferta, por isso os CIOs devem ser criativos. Uma opção é oferecer treinamento para profissionais de negócios qualificados.
Um caminho é identificar gestores com paixão por tecnologia e propor a eles a formação em TI. Isso pode ser mais fácil do que convencer os profissionais de tecnologia a expandirem suas habilidades, porque eles podem achar difícil adquirir a experiência de negociação.
Outra opção é contratar estudantes que tenham frequentado escolas onde os cursos de negócios tenham forte formação tecnológica e/ou os de tecnologia, forte formação empreendedora.
(*) Rick Swanborg é presidente do ICEX e professor da Universidade de Boston.
Fonte: CIO Carreira
Gartner convoca CIOs para uma “destruição criativa”
Prevendo “tempos incertos” na economia instituto aposta em orçamentos enxutos de TI e trabalho conjunto entre CIOs e CMOs
Por Patrick Thibodeau
O Gartner Inc. vê uma nova recessão chegando que vai levar a uma redução de orçamentos de TI ao mesmo tempo em que a tecnologia tenderá a migrar cada vez mais para mobilidade, computação colaborativa e social media. A previsão foi feita esta semana, em Orlando (Flórida), durante o evento anual Symposium/ITxpo. Segundo Gene Hall, CEO do Gartner, os dados apontam para tempos incertos, a começar pela economia mundial.
"Uma segunda recessão está por vir”, disse Peter Sondergaard, chefe de pesquisas global do Gartner,
mencionando que o impacto sera diretamente sentido pelos orçamentos do ano que vem. Os analistas do Gartner cobram dos CIOs que “repensem” seus departamentos e se preparem para um “mundo pós-moderno” no qual imperam a informação, mobilidade e colaboração. Vencedoras serão as empresas que conseguirem, segundo Sondergaard, colocar seus clientes no centro do design e conseguir engaja-los pela simplicidade no relacionamento, turbinado pela proliferação de equipamentos não-PC.
No ano passado, menos de 20 milhões de tablets foram vendidos, mas o Gartner estima que em 2016 900 milhões de tablets estarão em uso – um para cada oito pessoas do planeta. Em 2015, o Gartner acredita que o desenvolvimento de aplicativos móveis para smartphones e tablets vai superar os aplicativos para PCs da ordem de quatro para um.
Usuários vão exigir um nível alto de interação com as empresas e caberá a elas entregar experiências contextuais que vão incluir saber a localização geográfica do cliente, seus interesses e suas preferências de compras, assim como os consumidores, de seu lado, vão entrar nas redes sociais em busca de sugestões e conselhos de outros consumidores.
Tais mudanças terão um impacto direto no orçamento de TI, particulamente no que diz respeito ao uso de redes sociais pelas areas de marketing das empresas. “Seu CMO (diretor de marketing) deverá ter um orçamento de TI maior que o seu”, diz Sondergaard. A “destruição criativa”, segundo Tina Nunno, analista do Gartner, fica por conta dos CIOs encontrarem meios de derrubar barreiras internas na organização e conseguir formatos de “inovar em conjunto. Destruam o perfeccionismo e abraçem o risco calculado”, diz Tina
Fonte: CIO Gestão
Por Patrick Thibodeau
O Gartner Inc. vê uma nova recessão chegando que vai levar a uma redução de orçamentos de TI ao mesmo tempo em que a tecnologia tenderá a migrar cada vez mais para mobilidade, computação colaborativa e social media. A previsão foi feita esta semana, em Orlando (Flórida), durante o evento anual Symposium/ITxpo. Segundo Gene Hall, CEO do Gartner, os dados apontam para tempos incertos, a começar pela economia mundial.
"Uma segunda recessão está por vir”, disse Peter Sondergaard, chefe de pesquisas global do Gartner,
mencionando que o impacto sera diretamente sentido pelos orçamentos do ano que vem. Os analistas do Gartner cobram dos CIOs que “repensem” seus departamentos e se preparem para um “mundo pós-moderno” no qual imperam a informação, mobilidade e colaboração. Vencedoras serão as empresas que conseguirem, segundo Sondergaard, colocar seus clientes no centro do design e conseguir engaja-los pela simplicidade no relacionamento, turbinado pela proliferação de equipamentos não-PC.
No ano passado, menos de 20 milhões de tablets foram vendidos, mas o Gartner estima que em 2016 900 milhões de tablets estarão em uso – um para cada oito pessoas do planeta. Em 2015, o Gartner acredita que o desenvolvimento de aplicativos móveis para smartphones e tablets vai superar os aplicativos para PCs da ordem de quatro para um.
Usuários vão exigir um nível alto de interação com as empresas e caberá a elas entregar experiências contextuais que vão incluir saber a localização geográfica do cliente, seus interesses e suas preferências de compras, assim como os consumidores, de seu lado, vão entrar nas redes sociais em busca de sugestões e conselhos de outros consumidores.
Tais mudanças terão um impacto direto no orçamento de TI, particulamente no que diz respeito ao uso de redes sociais pelas areas de marketing das empresas. “Seu CMO (diretor de marketing) deverá ter um orçamento de TI maior que o seu”, diz Sondergaard. A “destruição criativa”, segundo Tina Nunno, analista do Gartner, fica por conta dos CIOs encontrarem meios de derrubar barreiras internas na organização e conseguir formatos de “inovar em conjunto. Destruam o perfeccionismo e abraçem o risco calculado”, diz Tina
Fonte: CIO Gestão
Como tornar-se um líder estratégico
CIO conta o segredo para elevar a importância de área de TI e passar a integrar o comitê executivo de empresa.
Por Marina Lubinsky, vice-presidente sênior e CIO da Oakwood Worldwide - empresa de gestão de propriedade real - e membro do CIO Executive Council.
Antes que eu pudesse construir o valor da área de TI, eu tive de entender, primeiramente, os objetivos de meus pares. Era tão importante para mim ter tempo para conversas pessoais como era fazer com que a minha equipe entregasse a tempo um projeto que realmente atendesse aos usuários e às necessidades dos clientes.
Tudo começou, claro, com a TI ganhando credibilidade. Isso levou muitos anos, porque embora a base de um provedor confiável de soluções úteis é a credibilidade, foi muito importante ajudar os gestores de minha área a tornarem-se especialistas em negócios. Agora, eles compreendem perfeitamente o que a empresa e nossos clientes precisam.
Após estabelecermos um nível básico de confiança na TI, sentei-me com meus colegas de outros departamentos, incluindo a vice-presidente sênior de vendas, que me mostrou como ela e a sua equipe viam as coisas e como ela deseja melhorar, e eu cheguei a uma conclusão. Se queria consolidar ainda mais a minha compreensão de outras funções, nessas reuniões vi como poderia fazer aumentar o valor da TI ainda mais: ouvir usuários e clientes em todos os níveis.
Pessoalmente, me ajudou o fato de que o presidente da empresa era o meu ex-chefe, o CIO anterior de Oakwood. Ele tem sido um mentor importante para mim. Nem todo mundo tem esse tipo de conexão, mas eu acredito que é de vital importância encontrar alguém para ocupar esse papel se você estiver querendo dar um salto de credibilidade juntos aos seus parceiros e colegas.
Além de me dar conselhos, ele também garantiu que eu fizesse parte do comite executivo, onde toda a estratégia da empresa é decidida e são desenhados os planos de ação. A confiança que ganhei me levou a esta posição, mas coube a mim mantê-la. E vivenciar como funciona o comitê tem sido uma lição importante. Nós não falamos sobre os planos de vendas, ou planos da TI, mas sobre quais estratégias a empresa precisa para crescer e prestar um serviço melhor, e as idéias de qualquer membro da comissão são bem-vindas.
No entanto, eu não queria contar apenas com a aprendizagem on-the-job. Eu procurei o programa de gestão na Kellogg School of Management da Universidade Northwestern, onde aprendi o valor da comunicação em rede, e também ouvir. Quando eu levei isso para o ambiente corporativo, me ajudou de deixar de estar apenas na mesa do comitê executivo para ser uma participante estratégica ativa.
Eu ainda estou aprendendo o que posso fazer para avançar para melhorar o valor do meu papel na TI e do valor da unidade para a empresa. Mas sei que já conseguiu promover uma mudança significativa na minha abordagem e na compreensão de meus pares . Em meio às dificuldades econômicas dos últimos anos nos Estados Unidos - com congelamento ou cortes orçamentais - consigo aprovar a substituição de um sistema legado importante. Isso aconteceu porque eu não vendi o projeto como algo importante para ser substituído para evitar a falha do sistema, mas como um upgrade necessário que ajudaria a empresa a avançar. O foco na estratégia e nos resultados que obtive me faz um líder empresarial e CIO mais valioso.
Fonte: CIO Carreira
Por Marina Lubinsky, vice-presidente sênior e CIO da Oakwood Worldwide - empresa de gestão de propriedade real - e membro do CIO Executive Council.
Antes que eu pudesse construir o valor da área de TI, eu tive de entender, primeiramente, os objetivos de meus pares. Era tão importante para mim ter tempo para conversas pessoais como era fazer com que a minha equipe entregasse a tempo um projeto que realmente atendesse aos usuários e às necessidades dos clientes.
Tudo começou, claro, com a TI ganhando credibilidade. Isso levou muitos anos, porque embora a base de um provedor confiável de soluções úteis é a credibilidade, foi muito importante ajudar os gestores de minha área a tornarem-se especialistas em negócios. Agora, eles compreendem perfeitamente o que a empresa e nossos clientes precisam.
Após estabelecermos um nível básico de confiança na TI, sentei-me com meus colegas de outros departamentos, incluindo a vice-presidente sênior de vendas, que me mostrou como ela e a sua equipe viam as coisas e como ela deseja melhorar, e eu cheguei a uma conclusão. Se queria consolidar ainda mais a minha compreensão de outras funções, nessas reuniões vi como poderia fazer aumentar o valor da TI ainda mais: ouvir usuários e clientes em todos os níveis.
Pessoalmente, me ajudou o fato de que o presidente da empresa era o meu ex-chefe, o CIO anterior de Oakwood. Ele tem sido um mentor importante para mim. Nem todo mundo tem esse tipo de conexão, mas eu acredito que é de vital importância encontrar alguém para ocupar esse papel se você estiver querendo dar um salto de credibilidade juntos aos seus parceiros e colegas.
Além de me dar conselhos, ele também garantiu que eu fizesse parte do comite executivo, onde toda a estratégia da empresa é decidida e são desenhados os planos de ação. A confiança que ganhei me levou a esta posição, mas coube a mim mantê-la. E vivenciar como funciona o comitê tem sido uma lição importante. Nós não falamos sobre os planos de vendas, ou planos da TI, mas sobre quais estratégias a empresa precisa para crescer e prestar um serviço melhor, e as idéias de qualquer membro da comissão são bem-vindas.
No entanto, eu não queria contar apenas com a aprendizagem on-the-job. Eu procurei o programa de gestão na Kellogg School of Management da Universidade Northwestern, onde aprendi o valor da comunicação em rede, e também ouvir. Quando eu levei isso para o ambiente corporativo, me ajudou de deixar de estar apenas na mesa do comitê executivo para ser uma participante estratégica ativa.
Eu ainda estou aprendendo o que posso fazer para avançar para melhorar o valor do meu papel na TI e do valor da unidade para a empresa. Mas sei que já conseguiu promover uma mudança significativa na minha abordagem e na compreensão de meus pares . Em meio às dificuldades econômicas dos últimos anos nos Estados Unidos - com congelamento ou cortes orçamentais - consigo aprovar a substituição de um sistema legado importante. Isso aconteceu porque eu não vendi o projeto como algo importante para ser substituído para evitar a falha do sistema, mas como um upgrade necessário que ajudaria a empresa a avançar. O foco na estratégia e nos resultados que obtive me faz um líder empresarial e CIO mais valioso.
Fonte: CIO Carreira
Como evitar a perda de dados corporativos
Symantec indica medidas que as companhias devem seguir para minimizar as chances de ataques cibernéticos e roubo de informações.
Com base nos resultados do estudo sobre Segurança da Informação nas Empresa divulgado pela Symantec, que identificou que as empresas estão preocupadas com a proteção de seus ambientes, a companhia recomenda cinco iniciativas para evitar perda dos dados corporativos.
Políticas de TI
É preciso desenvolver e aplicar políticas de TI. Depois de priorizar riscos e definir políticas que envolvam todos os ambientes, as empresas podem aplicá-las por meio de processos automatizados e fluxos de trabalho que protejam as informações, identifiquem ameaças e corrijam incidentes ou se antecipem a eles.
Sempre alerta
As companhias precisam garantir a proteção pro-ativamente, com uma abordagem centrada nas informações para proteger tanto os dados quanto as interações.
De acordo com a Symantec, adotar uma abordagem sensível ao conteúdo para proteger as informações é fundamental para identificar e classificar dados confidenciais e críticos, conhecendo onde eles estão armazenados, quem tem acesso a eles, e como estão chegando ou saindo da empresa. Criptografar os endpoints também ajudará as organizações a minimizar as consequências associadas a perdas de dispositivos.
Autenticação
Para ajudar a controlar os acessos, os administradores de TI precisam validar e proteger a identidade de usuários, sites e dispositivos em toda a organização. Além disso, precisam fornecer conexões confiáveis e autenticar transações, quando necessário.
Ambiente em dia
A Symantec recomenda que as organizações gerenciem os sistemas por meio da implementação de ambientes operacionais seguros, distribuição e regulamentação de níveis de patche (atualizações), automação de processos para elevar a eficiência, monitoramento e relatórios sobre o status dos sistemas.
Novas tecnologias sob controle
Os administradores de TI, afirma a Symantec, precisam proteger a infraestrutura, garantindo a segurança de todos os endpoints – incluindo o número crescente de dispositivos móveis –, além das mensagens e ambientes Web.
Proteger os servidores internos críticos e assegurar a capacidade de fazer backup e recuperar dados também devem ser prioridades. Além disso, as organizações precisam de visibilidade, inteligência de segurança e avaliações de malware em seus ambientes para responder às ameaças rapidamente.
Fonte: CIO Gestão
Com base nos resultados do estudo sobre Segurança da Informação nas Empresa divulgado pela Symantec, que identificou que as empresas estão preocupadas com a proteção de seus ambientes, a companhia recomenda cinco iniciativas para evitar perda dos dados corporativos.
Políticas de TI
É preciso desenvolver e aplicar políticas de TI. Depois de priorizar riscos e definir políticas que envolvam todos os ambientes, as empresas podem aplicá-las por meio de processos automatizados e fluxos de trabalho que protejam as informações, identifiquem ameaças e corrijam incidentes ou se antecipem a eles. Sempre alerta
As companhias precisam garantir a proteção pro-ativamente, com uma abordagem centrada nas informações para proteger tanto os dados quanto as interações.
De acordo com a Symantec, adotar uma abordagem sensível ao conteúdo para proteger as informações é fundamental para identificar e classificar dados confidenciais e críticos, conhecendo onde eles estão armazenados, quem tem acesso a eles, e como estão chegando ou saindo da empresa. Criptografar os endpoints também ajudará as organizações a minimizar as consequências associadas a perdas de dispositivos.
Autenticação
Para ajudar a controlar os acessos, os administradores de TI precisam validar e proteger a identidade de usuários, sites e dispositivos em toda a organização. Além disso, precisam fornecer conexões confiáveis e autenticar transações, quando necessário.
Ambiente em dia
A Symantec recomenda que as organizações gerenciem os sistemas por meio da implementação de ambientes operacionais seguros, distribuição e regulamentação de níveis de patche (atualizações), automação de processos para elevar a eficiência, monitoramento e relatórios sobre o status dos sistemas.
Novas tecnologias sob controle
Os administradores de TI, afirma a Symantec, precisam proteger a infraestrutura, garantindo a segurança de todos os endpoints – incluindo o número crescente de dispositivos móveis –, além das mensagens e ambientes Web.
Proteger os servidores internos críticos e assegurar a capacidade de fazer backup e recuperar dados também devem ser prioridades. Além disso, as organizações precisam de visibilidade, inteligência de segurança e avaliações de malware em seus ambientes para responder às ameaças rapidamente.
Fonte: CIO Gestão
Novas formas de se pensar a inovação nas operações de serviços utilizando a TI
Por Macir Bernardo de Oliveira (*)
Analisando as características dos serviços, notam-se muitas possibilidades em que o nível de serviços aos clientes pode sofrer variação e, com isso, tornar uma empresa mais ou menos competitiva. A TI tem sido um meio fundamental para as inovações em serviços e vem ganhando cada vez mais importância tanto para profissionais de serviço como profissionais de tecnologia.
Conforme Lovelock e Wright (2006), entre essas características, podem-se citar: os clientes não obtêm propriedade; os produtos dos serviços são realizações intangíveis; envolvimento dos clientes no processo de produção; as pessoas como parte do produto; maior variabilidade dos insumos e produtos operacionais; mais difícil de os clientes avaliarem; ausência de estoques; importância do tempo e diferentes canais de distribuição, os sistemas de entrega podem envolver canais eletrônicos e físicos. Conforme os autores, nessa última característica, e também em outras, entre as citadas por eles, nota-se um efeito importante dos avanços tecnológicos nos serviços. Os clientes agora são capazes de atender a si mesmos, em lugar de demandar a assistência de um funcionário. Isso tem causado mudanças importantes no setor de serviços em geral.
Entre as características dos serviços acima citadas, a intangibilidade é a que mais distingue serviços de produtos. Bowen e Ford (2002) expõem as principais diferenças entre serviços e manufatura, considerando que essas diferenças são causadas pela questão da intangibilidade. As diferenças na avaliação da organização de serviço incluem o controle subjetivo da eficácia organizacional e controle subjetivo. Já as diferenças na estratégia da produção do serviço passam pelo controle da qualidade do serviço e da capacidade e demanda.
A produção de serviços também apresenta diferenças importantes em relação à manufatura que alteram as formas de se conduzir as estratégias de produção de serviços. Conforme Bowen e Ford (2002), os principais itens são os seguintes: a) controle do processo de produção para acomodar a co-produção do cliente. Considerar a importância no desenho do processo da co-produção, envolvendo cliente e empregado; b) controle do ajuste da produção para acomodar a co-produção do cliente. Considerar que, na manufatura, há uma distância como prestador de serviço, ou seja, a produção é protegida, pois é realizada longe do cliente. Em serviços, tem-se a questão da inseparabilidade, portanto, é junto ao cliente; c) controle dos empregados da produção para acomodar clientes como co-produtores. Deve-se sempre considerar a convivência entre empregado e cliente; d) controle dos clientes como co-produtores. Processo de produção deve considerar a co-produção.
Considerações: a capacidade de os funcionários reagirem aos diferentes clientes; o encontro com o cliente: saber lidar com as questões de incerteza; impedimento – pelas firmas de manufatura - de o cliente estar no nível técnico (nas máquinas, nos equipamentos, e outros); a necessidade da transparência, pois nos serviços, isso não pode ser feito.
Vários autores sugerem que deve haver uma nova forma de se pensar nas operações de serviços na nova economia, considerando a utilização da TI. Os aspectos acima, que vão desde as características dos serviços, passando pelos efeitos da intangibilidade nas operações e, depois, pelos tipos de serviço, são passíveis de serem mudados, reinventados, realizados de outras formas, graças ao impacto da nova economia e o uso das ferramentas da TI. Com a velocidade das mudanças, em que as tecnologias baseadas na internet estão por toda parte, é impossível ficar alheio a isso sob o ponto de vista da competição e da gestão.
Muitas variáveis na nova economia apontam para a dependência de informações nas operações e, portanto, de sistemas de informação e tecnologia que propiciam eficácia e eficiência no processamento de informações. Conforme esses autores, nesse novo contexto, são fundamentais o uso da TI e o conceito de redes nas operações de serviços.
(*) Macir Bernardo de Oliveira é professor da Fundação Vanzolin, instituição gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção Poli/USP. Desenvolve projeto de pesquisa nas áreas de operações de serviços e inteligência competitiva por meio da tecnologia da informação. É co-autor do livro Gestão da Comunicação e Marketing (capítulo que aborda logística estratégica e operações de serviços), publicado em 2007 e revisado em 2011
O tema acima faz parte de um ciclo de palestras realizadas pelo grupo de pesquisas em TI da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, por meio da Fundação Vanzolini. A palestra aborda a importância do setor de serviços nos contextos econômico, de negócios e para a sociedade. Apresenta os principais temas e conceitos para uma gestão estratégica de serviços, considerando os aspectos de eficiência e eficácia. Destaca a inovação como um elemento para promover uma gestão estratégica e sustentável de serviços. Considera a diversidade de possibilidades de utilização das tecnologias da informação e comunicação no apoio ao alinhamento da gestão de serviços às estratégias de negócio.
Fonte: TI Inside
Analisando as características dos serviços, notam-se muitas possibilidades em que o nível de serviços aos clientes pode sofrer variação e, com isso, tornar uma empresa mais ou menos competitiva. A TI tem sido um meio fundamental para as inovações em serviços e vem ganhando cada vez mais importância tanto para profissionais de serviço como profissionais de tecnologia.
Conforme Lovelock e Wright (2006), entre essas características, podem-se citar: os clientes não obtêm propriedade; os produtos dos serviços são realizações intangíveis; envolvimento dos clientes no processo de produção; as pessoas como parte do produto; maior variabilidade dos insumos e produtos operacionais; mais difícil de os clientes avaliarem; ausência de estoques; importância do tempo e diferentes canais de distribuição, os sistemas de entrega podem envolver canais eletrônicos e físicos. Conforme os autores, nessa última característica, e também em outras, entre as citadas por eles, nota-se um efeito importante dos avanços tecnológicos nos serviços. Os clientes agora são capazes de atender a si mesmos, em lugar de demandar a assistência de um funcionário. Isso tem causado mudanças importantes no setor de serviços em geral.
Entre as características dos serviços acima citadas, a intangibilidade é a que mais distingue serviços de produtos. Bowen e Ford (2002) expõem as principais diferenças entre serviços e manufatura, considerando que essas diferenças são causadas pela questão da intangibilidade. As diferenças na avaliação da organização de serviço incluem o controle subjetivo da eficácia organizacional e controle subjetivo. Já as diferenças na estratégia da produção do serviço passam pelo controle da qualidade do serviço e da capacidade e demanda.
A produção de serviços também apresenta diferenças importantes em relação à manufatura que alteram as formas de se conduzir as estratégias de produção de serviços. Conforme Bowen e Ford (2002), os principais itens são os seguintes: a) controle do processo de produção para acomodar a co-produção do cliente. Considerar a importância no desenho do processo da co-produção, envolvendo cliente e empregado; b) controle do ajuste da produção para acomodar a co-produção do cliente. Considerar que, na manufatura, há uma distância como prestador de serviço, ou seja, a produção é protegida, pois é realizada longe do cliente. Em serviços, tem-se a questão da inseparabilidade, portanto, é junto ao cliente; c) controle dos empregados da produção para acomodar clientes como co-produtores. Deve-se sempre considerar a convivência entre empregado e cliente; d) controle dos clientes como co-produtores. Processo de produção deve considerar a co-produção.
Considerações: a capacidade de os funcionários reagirem aos diferentes clientes; o encontro com o cliente: saber lidar com as questões de incerteza; impedimento – pelas firmas de manufatura - de o cliente estar no nível técnico (nas máquinas, nos equipamentos, e outros); a necessidade da transparência, pois nos serviços, isso não pode ser feito.
Vários autores sugerem que deve haver uma nova forma de se pensar nas operações de serviços na nova economia, considerando a utilização da TI. Os aspectos acima, que vão desde as características dos serviços, passando pelos efeitos da intangibilidade nas operações e, depois, pelos tipos de serviço, são passíveis de serem mudados, reinventados, realizados de outras formas, graças ao impacto da nova economia e o uso das ferramentas da TI. Com a velocidade das mudanças, em que as tecnologias baseadas na internet estão por toda parte, é impossível ficar alheio a isso sob o ponto de vista da competição e da gestão.
Muitas variáveis na nova economia apontam para a dependência de informações nas operações e, portanto, de sistemas de informação e tecnologia que propiciam eficácia e eficiência no processamento de informações. Conforme esses autores, nesse novo contexto, são fundamentais o uso da TI e o conceito de redes nas operações de serviços.
(*) Macir Bernardo de Oliveira é professor da Fundação Vanzolin, instituição gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção Poli/USP. Desenvolve projeto de pesquisa nas áreas de operações de serviços e inteligência competitiva por meio da tecnologia da informação. É co-autor do livro Gestão da Comunicação e Marketing (capítulo que aborda logística estratégica e operações de serviços), publicado em 2007 e revisado em 2011
O tema acima faz parte de um ciclo de palestras realizadas pelo grupo de pesquisas em TI da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, por meio da Fundação Vanzolini. A palestra aborda a importância do setor de serviços nos contextos econômico, de negócios e para a sociedade. Apresenta os principais temas e conceitos para uma gestão estratégica de serviços, considerando os aspectos de eficiência e eficácia. Destaca a inovação como um elemento para promover uma gestão estratégica e sustentável de serviços. Considera a diversidade de possibilidades de utilização das tecnologias da informação e comunicação no apoio ao alinhamento da gestão de serviços às estratégias de negócio.
Fonte: TI Inside
Reunião com o presidente
Dia 10
Pronto. Está marcado. O tal projeto finalmente vai ser apresentado para o presidente. Agora é pra valer! Ou sai ou não sai! Também está lavrado em pedra que teremos duas semanas de sofrimento até a fatídica reunião. Serão dias de ansiedade, insegurança e eternas revisões. Também serão noites mal dormidas por conta das reuniões infinitas e discussões acaloradas para montagem do material de apresentação. Muitas horas de preparação para uma reunião de 1 horinha apenas. Dezenas de versões de powerpoint...
Dia 15
Está tudo confuso. Do jeito que está vai dar M.
A gente não tem todas as respostas para o que ele pode perguntar. Na verdade, a gente não tem respostas nem para as nossas próprias perguntas. Ninguém estava pronto para essa reunião e estamos com dúvidas se devemos levar o projeto do jeito que está. Quem marcou essa reunião?
Dia 18
Reuniões tensas. Parece que alguns jogam contra. Quem é o responsável por isso? Eu quero saber quem vai assumir isso? Eu não vou falar isso para o presidente não! Você fala.
Dia 20
Esse rascunho da apresentação está ruim. Você acha que ele vai ter paciência para ver quarenta slides? Ele vai detonar. No quinto slide ele vai virar pra gente e vai perguntar: "Mas, afinal, o que vocês querem? Mostrem-me o último slide".
Dia 21
Como ele é, hein? Ansioso? Será que só um fala? Ou é melhor nós todos falarmos?
Dia 22
Joga tudo fora! Vamos começar de novo essa apresentação.
Mas faltam dois dias para a reunião? É melhor deixar isso em inglês mesmo? Tem certeza que está certo?
Dia 23 - manhã
Vamos ensaiar? Com que roupa você vai?
Dia 23 - tarde
A secretária do presidente ligou. Mudou o horário da reunião de amanhã. Agora teremos apenas 30 minutos, pois ele vem de uma reunião com cliente.
Putz, temos que mudar o material!
Será que é uma boa depois de uma reunião com cliente?
E se ele estiver nervoso ou aborrecido?
Dia 24 - 14h30
A reunião com o cliente atrasou. A nossa terá que ser feita em 15 minutos, talvez. Ele já está chegando.
Dia 24 - 20hs
Na fila do cinema com a esposa e filhos para ver "Manda-Chuva" em 3D.
- "E aí? Como foi?"
- "Foi ótimo. A reunião durou dez minutos na porta da sala dele. Ele fez quatro perguntas: quanto custava, quanto ia trazer de retorno, como vamos medir e quem ele deveria enforcar se não desse certo. Teve um pedido. Pediu para marcar uma reunião de revisão para daqui a 1 mês. Ahhh, e o enforcado sou eu..."
Fonte: A Quinta Onda
Pronto. Está marcado. O tal projeto finalmente vai ser apresentado para o presidente. Agora é pra valer! Ou sai ou não sai! Também está lavrado em pedra que teremos duas semanas de sofrimento até a fatídica reunião. Serão dias de ansiedade, insegurança e eternas revisões. Também serão noites mal dormidas por conta das reuniões infinitas e discussões acaloradas para montagem do material de apresentação. Muitas horas de preparação para uma reunião de 1 horinha apenas. Dezenas de versões de powerpoint...Dia 15
Está tudo confuso. Do jeito que está vai dar M.
A gente não tem todas as respostas para o que ele pode perguntar. Na verdade, a gente não tem respostas nem para as nossas próprias perguntas. Ninguém estava pronto para essa reunião e estamos com dúvidas se devemos levar o projeto do jeito que está. Quem marcou essa reunião?
Dia 18
Reuniões tensas. Parece que alguns jogam contra. Quem é o responsável por isso? Eu quero saber quem vai assumir isso? Eu não vou falar isso para o presidente não! Você fala.
Dia 20
Esse rascunho da apresentação está ruim. Você acha que ele vai ter paciência para ver quarenta slides? Ele vai detonar. No quinto slide ele vai virar pra gente e vai perguntar: "Mas, afinal, o que vocês querem? Mostrem-me o último slide".
Dia 21
Como ele é, hein? Ansioso? Será que só um fala? Ou é melhor nós todos falarmos?
Dia 22
Joga tudo fora! Vamos começar de novo essa apresentação.
Mas faltam dois dias para a reunião? É melhor deixar isso em inglês mesmo? Tem certeza que está certo?
Dia 23 - manhã
Vamos ensaiar? Com que roupa você vai?
Dia 23 - tarde
A secretária do presidente ligou. Mudou o horário da reunião de amanhã. Agora teremos apenas 30 minutos, pois ele vem de uma reunião com cliente.
Putz, temos que mudar o material!
Será que é uma boa depois de uma reunião com cliente?
E se ele estiver nervoso ou aborrecido?
Dia 24 - 14h30
A reunião com o cliente atrasou. A nossa terá que ser feita em 15 minutos, talvez. Ele já está chegando.
Dia 24 - 20hs
Na fila do cinema com a esposa e filhos para ver "Manda-Chuva" em 3D.
- "E aí? Como foi?"
- "Foi ótimo. A reunião durou dez minutos na porta da sala dele. Ele fez quatro perguntas: quanto custava, quanto ia trazer de retorno, como vamos medir e quem ele deveria enforcar se não desse certo. Teve um pedido. Pediu para marcar uma reunião de revisão para daqui a 1 mês. Ahhh, e o enforcado sou eu..."
Fonte: A Quinta Onda
CIOs e consumerização de TI: Uma oportunidade para a liderança
Por Daniel Neiva (*)
Os últimos 24 meses trouxeram uma explosão de novos dispositivos, aplicações web e plataformas de mídias sociais. A cada lançamento de produtos ou redes sociais, os CIOs são pressionados por seus funcionários, incluindo altos executivos, para permitir o acesso amplo à web e a dispositivos comuns ao consumidor na rede corporativa.
Os riscos de segurança de dados são evidentes e a perda de controle em comparação à época em que os departamentos de TI podiam escolher tecnologias, é angustiante. A consumerização da TI é inevitável e é provável que seja boa para os negócios, mesmo que cause nervosismos.
Por que é inevitável? Há cinco tendências que nos trouxeram ao momento atual da consumerização da TI.
As tendências de consumerização de hoje ainda estão em fase inicial, o que significa que a pressão para que a maioria das organizações de TI mudem só vai se intensificar. As empresas que reagirem com atencão e decisão irão colher benefícios para o resto da era móvel e além.
A principal característica da tendência de consumerização é o desejo humano - as pessoas querem trabalhar da mesma forma como vivem, usando a internet para facilitar relações e comunicação. Essa é a tendência para a próxima onda de negócios. Aquelas empresas que se adaptarem rapidamente e cuidadosamente e mudarem a relação entre os funcionários e o departamento de TI serão mais capazes de atrair e reter talentos, de executar novos modelos de negócios, e de aumentar a competitividade. Então, por que lutar contra isso?
(*) Daniel Neiva é diretor de vendas para pequenas e médias empresas e consumidor final da Dell Brasil.
Fonte: TI Inside
Os últimos 24 meses trouxeram uma explosão de novos dispositivos, aplicações web e plataformas de mídias sociais. A cada lançamento de produtos ou redes sociais, os CIOs são pressionados por seus funcionários, incluindo altos executivos, para permitir o acesso amplo à web e a dispositivos comuns ao consumidor na rede corporativa.
Os riscos de segurança de dados são evidentes e a perda de controle em comparação à época em que os departamentos de TI podiam escolher tecnologias, é angustiante. A consumerização da TI é inevitável e é provável que seja boa para os negócios, mesmo que cause nervosismos.
Por que é inevitável? Há cinco tendências que nos trouxeram ao momento atual da consumerização da TI.
- Tendência # 1: A ascensão das mídias sociais como uma aplicação de negócio. As redes sociais tornaram-se ferramentas necessárias e ideais para a construção de relações de trabalho e realização de negócios. Uma característica chave desta aplicação é ter a capacidade de seguir oportunidades, de modo que as conexões sociais tornem-se conexões de vendas. Portanto, os empregadores devem facilitar este tipo de colaboração social e não se sentir ser ameaçado por ela.
- Tendência # 2: A indefinição de trabalho e casa. De acordo com uma pesquisa sobre trabalho remoto realizado pela Forrester, 41% dos empregadores estão planejando opções de funcionários remotos este ano e 43% dos trabalhadores norte-americanos - mais de 63 milhões de pessoas - estarão remotos em 2016. Contratos de trabalhos flexíveis que incentivam os funcionários a trabalhar em casa - ou em qualquer lugar – dificultam o controle de uso da tecnologia. Os departamentos de TI precisam desenvolver políticas para enviar e proteger dados sensíveis em dispositivos que pertencem tanto a TI como aos empregados.
- Tendência # 3: O surgimento de novos dispositivos móveis. A era móvel chegou. No próximo ano, as vendas globais de smartphones serão superiores aos de computadores pessoais pela primeira vez na história. Com tal mudança, teremos cada vez mais funcionários trabalhando com dispositivos pessoais. Portanto, a pressão sobre os departamentos de TI para fornecer serviços e suporte para os dispositivos dos empregados e suas aplicações serão maiores.
- Tendência # 4: Os modelos de negócios continuam mudando, e portanto, requerem funcionários antenados. Coloque a ascensão dos meios de comunicação social junto com o comércio eletrônico e dispositivos móveis e você terá um mercado em que o chat influencia as decisões de compra em mais da metade do tempo. De acordo com a McKinsey and Company, "o Chat é o fator principal por trás de 20 a 50% de todas as decisões de compra". Cada vez mais, vemos como o controle de marcas corporativas desloca-se para conversas on-line fora do alcance da empresa, portanto as organizações valorizam aqueles funcionários que podem navegar no ecossistema e são influenciadores em suas redes sociais.
- Tendência # 5: As expectativas dos funcionários de TI corporativa estão mudando. Candidatos em potencial não querem entregar seus dispositivos, enfraquecendo o recrutamento e as habilidades de retenção das empresas que se recusam a acomodá-los. Imagine como um graduado do ano 2011 reage quando ele chega a seu escritório e descobre que seu PC está executando uma versão bloqueada do sistema operacional que foi lançado pela primeira vez quando ele tinha 12 anos.
As tendências de consumerização de hoje ainda estão em fase inicial, o que significa que a pressão para que a maioria das organizações de TI mudem só vai se intensificar. As empresas que reagirem com atencão e decisão irão colher benefícios para o resto da era móvel e além.
A principal característica da tendência de consumerização é o desejo humano - as pessoas querem trabalhar da mesma forma como vivem, usando a internet para facilitar relações e comunicação. Essa é a tendência para a próxima onda de negócios. Aquelas empresas que se adaptarem rapidamente e cuidadosamente e mudarem a relação entre os funcionários e o departamento de TI serão mais capazes de atrair e reter talentos, de executar novos modelos de negócios, e de aumentar a competitividade. Então, por que lutar contra isso?
(*) Daniel Neiva é diretor de vendas para pequenas e médias empresas e consumidor final da Dell Brasil.
Fonte: TI Inside
Dicas para Reuniões Menos Cansativas
Reuniões são inevitáveis, seja no ambiente corporativo, acadêmico ou mesmo no doméstico. O grupo de estudos precisa definir como realizará o projeto de pesquisas, o departamento de pesquisa vai definir como aplicar seu orçamento para os próximos 6 meses, e o condomínio quer saber se é mais prioritário impermeabilizar o teto das garagens ou instalar câmeras nos acessos do prédio. Qual a solução tradicional? Reunir os interessados, ouvir a todos e tomar decisões sobre o que fazer.
Mas uma reunião mal planejada ou conduzida perde muito de sua eficácia. Os passos para garantir uma reunião que produz resultados são simples e óbvios, mas muitas vezes acabam ficando de lado. Veja abaixo as dicas do efetividade.net para realizar boas reuniões, e tente colocá-las em prática – ou influenciar outras pessoas para que o façam. Os demais participantes agradecem!
Tenha um tema bem definido.
Registre-o, juntamente com os tópicos, em uma pauta – mesmo que simples e resumida. Divulgue-a com antecedência aos que deverão estar presentes e aos demais interessados.
Marque com antecedência.
Ao divulgar, informe todos os participantes sobre o tema e pauta da reunião, e sobre quem mais estará presente, para que possam chegar preparados com dados e ideias. A antecedência necessária depende do tema e contexto: às vezes, 30 minutos de antecedência podem ser suficientes, e em outras vezes 48h pode ser pouco. Mas reuniões marcadas com 5 minutos de antecedência não produzirão decisões tão eficientes quanto as marcadas com tempo suficiente para os participantes reunirem e atualizarem informações. Defina horário e duração e não exceda a duração definida, a não ser que seja de comum acordo.
Lide com participantes temporários.
Se você tem uma pauta bem definida, pode dispensar os participantes que foram chamados apenas para um ponto específico dela, assim que este ponto for tratado. Deixe isto claro desde o princípio.
Não chame "todo mundo".
Pessoas que você gostaria que participassem da reunião apenas para que estejam informados, ou para o caso de terem alguma opinião, em geral podem fazê-lo apropriadamente a partir da leitura da pauta e da ata. Uma reunião só com as pessoas envolvidas diretamente tem mais chances de ser produtiva – mas envolva não apenas os tomadores de decisão: chame também as pessoas que são capazes de resolver os problemas.
Atender telefonemas durante a reunião.
Nem sempre é possível evitar todas as chamadas, mas procure definir uma etiqueta própria, em que as chamadas atendidas sejam sempre abreviadas. Não deixe o celular levar vantagem: privilegie as pessoas que abriram mão de suas demais atividades para estar fisicamente reunidas com você.
"Pule" as discussões operacionais.
Assim que for decidido "o que" fazer, a tendência é que as pessoas ou áreas diretamente envolvidas queiram discutir imediatamente "como" fazer – mas isto tende a não afetar imediatamente a todos os presentes. Faça com que marquem imediatamente uma reunião entre eles diretamente, e prossiga com sua pauta original.
Não permita que o debate seja monopolizado ou polarizado.
Garanta o livre fluxo de manifestações e opiniões: se necessário, interfira para garantir voz e vez a todos.
Gere decisões efetivas.
A reunião não deve definir apenas "o que" fazer, mas também qual o próximo passo, e quem entre os presentes será o responsável por ele.
Fonte: Blog Novos Planos
Mas uma reunião mal planejada ou conduzida perde muito de sua eficácia. Os passos para garantir uma reunião que produz resultados são simples e óbvios, mas muitas vezes acabam ficando de lado. Veja abaixo as dicas do efetividade.net para realizar boas reuniões, e tente colocá-las em prática – ou influenciar outras pessoas para que o façam. Os demais participantes agradecem!
Tenha um tema bem definido.
Registre-o, juntamente com os tópicos, em uma pauta – mesmo que simples e resumida. Divulgue-a com antecedência aos que deverão estar presentes e aos demais interessados.
Marque com antecedência.
Ao divulgar, informe todos os participantes sobre o tema e pauta da reunião, e sobre quem mais estará presente, para que possam chegar preparados com dados e ideias. A antecedência necessária depende do tema e contexto: às vezes, 30 minutos de antecedência podem ser suficientes, e em outras vezes 48h pode ser pouco. Mas reuniões marcadas com 5 minutos de antecedência não produzirão decisões tão eficientes quanto as marcadas com tempo suficiente para os participantes reunirem e atualizarem informações. Defina horário e duração e não exceda a duração definida, a não ser que seja de comum acordo.
Lide com participantes temporários.
Se você tem uma pauta bem definida, pode dispensar os participantes que foram chamados apenas para um ponto específico dela, assim que este ponto for tratado. Deixe isto claro desde o princípio.
Não chame "todo mundo".
Pessoas que você gostaria que participassem da reunião apenas para que estejam informados, ou para o caso de terem alguma opinião, em geral podem fazê-lo apropriadamente a partir da leitura da pauta e da ata. Uma reunião só com as pessoas envolvidas diretamente tem mais chances de ser produtiva – mas envolva não apenas os tomadores de decisão: chame também as pessoas que são capazes de resolver os problemas.
Atender telefonemas durante a reunião.
Nem sempre é possível evitar todas as chamadas, mas procure definir uma etiqueta própria, em que as chamadas atendidas sejam sempre abreviadas. Não deixe o celular levar vantagem: privilegie as pessoas que abriram mão de suas demais atividades para estar fisicamente reunidas com você.
"Pule" as discussões operacionais.
Assim que for decidido "o que" fazer, a tendência é que as pessoas ou áreas diretamente envolvidas queiram discutir imediatamente "como" fazer – mas isto tende a não afetar imediatamente a todos os presentes. Faça com que marquem imediatamente uma reunião entre eles diretamente, e prossiga com sua pauta original.
Não permita que o debate seja monopolizado ou polarizado.
Garanta o livre fluxo de manifestações e opiniões: se necessário, interfira para garantir voz e vez a todos.
Gere decisões efetivas.
A reunião não deve definir apenas "o que" fazer, mas também qual o próximo passo, e quem entre os presentes será o responsável por ele.
Fonte: Blog Novos Planos
As gerações XYZ
Como parte das comemorações de 20 anos da Rádio CBN, o jornalista Mílton Jung entrevista o psicoterapeuta Léo Fraiman - escritor, palestrante e orientador profissional - fala do lançamento de sua mais recente publicação, o livro "Meu filho chegou à adolescência, e agora?".
Escute a entrevista na íntegra...
... ou assista ao vídeo:
Fonte: CBN Mundo Corporativo
Escute a entrevista na íntegra...
... ou assista ao vídeo:
Fonte: CBN Mundo Corporativo
Como reduzir as diferenças entre CIO e CEO
Uma lista com 16 medidas recomendadas pelo Gartner para que os gestores de TI tenham mais sucesso nos projetos e alinhamento com os negócios.
Com o orçamento de TI registrando crescimento de 3% pelo 11º ano consecultivo, é hora de os CIOs deixarem para trás antigos hábitos que impedem a expansão não só de sua área como de negócios, aconselha consultores do Gartner.
A consultoria de pesquisas analisa que os executivos de TI precisam sair da zona de conforto e olhar para novas formas de lidar com a explosão das informações, mobilidade e colaboração. “A TI precisa direcionar tempo e dinheiro para entrar nesse admirável mundo novo”, avalia Ken McGee, vice-presidente do Gartner.
Para alcançar esse objetivo, o McGee lista 16 práticas de negócios que precisam ser eliminadas com urgência. "A companhia pode não precisar deixar para trás todas elas, mas ajudará a trilhar o caminho certo em busca da excelência", acredita o consultor.
Além desses pontos, McGee acrescenta ainda algumas dicas baseadas em análises e estudos do Gartner.
Aplicações
Operações de TI
Alinhamento entre CEO e CIO
Fonte: CIO Gestão:
Com o orçamento de TI registrando crescimento de 3% pelo 11º ano consecultivo, é hora de os CIOs deixarem para trás antigos hábitos que impedem a expansão não só de sua área como de negócios, aconselha consultores do Gartner.
A consultoria de pesquisas analisa que os executivos de TI precisam sair da zona de conforto e olhar para novas formas de lidar com a explosão das informações, mobilidade e colaboração. “A TI precisa direcionar tempo e dinheiro para entrar nesse admirável mundo novo”, avalia Ken McGee, vice-presidente do Gartner.Para alcançar esse objetivo, o McGee lista 16 práticas de negócios que precisam ser eliminadas com urgência. "A companhia pode não precisar deixar para trás todas elas, mas ajudará a trilhar o caminho certo em busca da excelência", acredita o consultor.
- Deixar de recomendar megaprojetos
- Eliminar as diferenças entre projetos do CIO e do CEO
- Acabar com projetos que não alavancam a receita
- Abandonar as prioridades do CIO que não estejam em linha com as do CEO
- Em vez de solicitar financiamento por "aplicações de negócios" ou "infraestrutura técnica", indicar de forma clara e concisa as consequências do financiamento do projeto
- Encerrar aplicativos existentes que não geram valor negócio mensurável
- Acabar com a prática de inserir os gastos de TI dentro do orçamento do CIO
- Abolir ambientes de prestação de contas com pouco ou nenhum gasto
- Eliminar modelos de negócios que geram surpresas para a TI
- Matar a “cloudfobia”
- Abandonar os níveis um, dois e três de suporte de tecnologia
- Não abraçar projetos não financiados
- Acabar com a discriminação das habilidades comportamentais em torno das ciências da computação
- Suporte desequilibrado entre back e front office
Além desses pontos, McGee acrescenta ainda algumas dicas baseadas em análises e estudos do Gartner.
Aplicações
- Descontinuar 10% dos aplicativos até o final de 2012 e 20% até o final de 2014. Redução de despesas operacionais por meio da descontinuidade das aplicações existentes, mas não patrocinadas pelos negócios será mais rica fonte de financiamento para novos projetos durante os próximos anos.
- Identificar três aplicações para migrar para a cloud. Serviços com maior valor competitivo, como processos corporativos e serviços transacionais que são core, vão demorar mais tempo para chegar à nuvem. A razão para maior adesão da cloud é o alto grau de confiança entre os prestadores do serviço e seus clientes. Os serviços na nuvem vão exigir certo grau de segurança e robustez que só agora estão se tornando viável para a computação baseada na internet, aponta McGee.
- Impor uma moratória de três anos em todos os projetos de TI com valor superior a 500 mil dólares que precisam mais de um ano para implementar.
Operações de TI
- McGee afirma que grupos inflados de apoio técnico são como monóxido de carbono: inodoro e incolor, mas pode matar. A menos que a companhia abandone essa configuração. Estrutura Tier 1, 2 e 3 de suporte técnico continuarão minando o sucesso da entrega de novos projetos, interrompendo desenvolvedores para resolver falhas que ocorrem em sistemas já implementados.
- Quando um produto tiver sido construído internamente, um grupo totalmente separado de pessoas torna-se responsável pela manutenção sem interromper o trabalho de construção de novos produtos.
- Quando os usuários de serviços de comunicação, outsourcing de TI ou de hardware, software ou serviços querem reduzir o custo operacional de um provedor, muitas vezes emitem pedidos informais ou formais para apresentação de propostas como forma de "mostrar ao fornecedor" que estão decididos a reduzir custos. No entanto, na realidade, é extremamente raro um usuário realmente deixar um provedor em exercício. O usuário sabe disso, os vendedores também. Então por que continuar um jogo que ninguém leva a sério?
- Invista mais de 50% do orçamento com treinamentos sobre novas competências em TI. O Gartner acredita que haverá uma nova necessidade para os desenvolvedores que deverão ser orientados s conhecimento que ajudarão a compreender as demandas dos negócios. Psicologia cognitiva, sociologia, antropologia e análise de sentimento entre outras disciplinas serão aplicadas para identificar as oportunidades do futuro.
Alinhamento entre CEO e CIO
- Rejeitar desalinhamento entre as prioridades anuais do CEO com a maioria dos projetos de TI. Às vezes, é muito difícil concluir que a maioria dos projetos de TI é a melhor solução para resolver os problemas de negócios mais importantes, aponta McGee.
- Recomendar mudanças de TI em resposta aos resultados dos projetos executados em 2011. CIOs devem obter a benção dos executivos seniores para implementar projetos que possam aumentar receitas e reduzir os custos. Em vez de ter projetos por ter, a TI vai poder liberar dinheiro, tempo e recursos para trabalhar em projetos que são importantes para os acionistas.
- Compare as prioridades do CEO com as do CIO. “Pesquisas com CEO constantemente mostram que eles buscam o crescimento da receita. Sendo assim, o Gartner recomenda aos CIOs que eles desenvolvam documentos oficiais para comparar as prioridades dos CEOs, expliquem as disparidades e forneçam um plano de alinhamento”, aponta o instituto de pesquisas.
Fonte: CIO Gestão:





