CIOs, fortaleçam o relacionamento com CMOs!

A lacuna entre profissionais da TI e Marketing ainda existe. Uma parceria estreita é fundamental para o sucesso de ambos e para os negócios
Por Michael Friedenberg, CEO e presidente do IDG Enterprise, que desenvolve estratégia de mídia e serviços de consultoria para o IDG



Há quase dois anos, em um artigo como esse, previ grandes mudanças no relacionamento entre o CIO e o CMO (Chief Marketing \Officers). Eu estava certo. CIOs e líderes de marketing caminhavam para superar seus conflitos, encontrar um terreno comum e aprender a colaborar mais estreitamente em prol dos clientes. Infelizmente, não estou vendo isso ainda.

No entanto, no atual ambiente de negócios, é difícil encontrar dois papéis [CIO e CMO] que estão em plena mudança. O pessoal de marketing sabe que seu sucesso depende de encontrar o equilíbrio adequado entre arte e ciência. Mas suas origens profundas na arte do marketing não podem satisfazer as exigências de negócios de hoje para usar a ciência da tecnologia nos esforços da área.

O mundo dos CMOs tornou-se técnico. De repente, eles têm de lidar com automação de marketing, inteligência de negócios e análises, ferramentas sociais e desenvolvimento web. E uma vez que a maioria das pessoas de marketing não tem conhecimento técnico, deve ficar claro que o aumento da colaboração com CIOs se reverte em um ganho pessoal, e não em uma ameaça profissional.

Enquanto isso, o universo do CIO gira em torno de entregar valor aos negócios. E isso significa ir além da eficiência de custos e da otimização de processos. Agora, eles precisam aumentar a velocidade de colocação de um produto ou serviço no mercado e inserir inteligência nas atividades.

A parceria com CMOs ajuda os líderes de TI a expandir suas habilidades de comunicação e a se conectar diretamente com o business. É possível fortalecer e moldar as decisões-chave de marketing a partir da análise de grande quantidade de dados, por exemplo. Você pode influenciar os planos de desenvolvimento de produtos e ainda melhorar seu valor no mercado.

Em eventos recentes para CIOs, tivemos algumas discussões fascinantes sobre a aliança entre CIO e CMO que demonstram claramente os benefícios de uma relação mais forte para ambos os lados. IBM e Forrester Research também têm pregado a criticidade dessa relação em alguns de seus eventos. O Gartner prevê que o CMO vai gastar mais em tecnologia do que os próprios CIOs em 2017. O que acho exagero.

Mas eu acredito que há uma oportunidade impressionante para CIOs que entendem o valor inerente de trabalhar com vendas e líderes de marketing. E, você, o que está esperando? Vá em frente e faça esse casamento dar certo.

Fonte: CIO Opinião
segunda-feira, 11 de março de 2013
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Ser técnico ou gerente? Eis a questão!

Por Alberto Marcelo Parada, que já atuou em empresas como IBM, CPM-Braxis, Fidelity, Banespa, entre outras, e atualmente integra o quadro docente nos cursos de MBA da FIAP. Diretor de Projetos Sustentáveis da Sucesu-SP.

Você não nasceu gerente e, muito provavelmente, quando era pequeno, jamais sonhou em ser. Pensou sim em ser bombeiro, médico, engenheiro, pensou até em ser milionário, um Eike Batista, mas gerente com certeza nunca sonhou.

Mas por que, depois de alguns anos de carreira técnica, este desejo muda... Status? Poder? Dinheiro? A tão glamorosa carreira executiva? Pura aptidão? Com certeza muitos pensam assim e querem isso; uma outra grande quantidade de profissionais sonha e deseja ser eternamente técnico. Na verdade, é isso que lhe dá prazer. Ser gerente, para muita gente é um porre!

Infelizmente, com o passar dos anos, a função de liderança se aproxima irreversivelmente da sua realidade. Cada dia que passa você vai ficando mais experiente, ganha mais jogo de cintura, recebe promoções, consegue certificações, aumenta sua networking, mas não será por esses motivos que a maioria das empresas, em um determinado momento, irá exigir que você vire gerente. O verdadeiro motivo é porque você ficou caro.

Promovendo você a gerente, além de suportar a garotada nos projetos, a empresa consegue diluir seus custos, aumentar o seu salário e te manter empregado. Não existe nenhuma má fé das empresas nesta decisão, elas não querem te perder. Mas não é mais possível alocar um profissional com os seus custos em um único projeto.

Quando você recebe a notícia da possível promoção para gerente explodem diversas emoções: “vou ganhar poder, status, mais dinheiro, terei um horário mais flexível”; por outro lado vem a sensação: “que saco, agora eu não vou trabalhar mais, só participarei de reuniões infindáveis, terei que ficar puxando o saco do meu chefe, do cliente. Será que é isso que realmente eu quero para a minha vida, vou perder totalmente o prazer que eu tenho de ser técnico”.

Outros poderiam questionar: e a carreira Y? Quantas empresas de fato possuem carreiras Y? É impossível para uma empresa de serviços que vende e implementa soluções manter em seu quadro profissionais com custo elevado. O profissional sênior, em determinadas situações, pode ter uma remuneração quatro vezes maior que os profissionais iniciantes e, em diversos casos, ganhar mais que gerentes.

Uma alternativa é vender sua experiência técnica não mais em projetos de implantação e sim em solucionar problemas complexos. A ideia é muito boa, porém coloque-se no lugar do cliente: quem você contrataria um especialista de um parceiro ou um especialista do fabricante?

É assim que os executivos decidem a contratação de suporte técnico, até porque, caso o especialista do parceiro não resolva, ele será questionado porque não contratou o especialista do fabricante, nem que para isso tivesse que ter pago mais. A parede da promoção vai chegando e a angustia vai aumentando. Quantas vezes a cena se repetiu: ganhamos péssimos gerentes e perdemos excelentes técnicos!

Como sair deste dilema? O que fazer? Qual o melhor caminho a seguir? Estas perguntas martelam na cabeça dos profissionais desde seu ingresso na carreira e seguem com ele até o dia do veredito final.

Um caminho que tem se mostrado eficiente é o planejamento de carreira. Deixe um pouco de lado (apenas momentaneamente) o anseio desenfreado de ganhar mais e mais a cada dia e olhe para o futuro. Não se esqueça: uma hora você chegará no limite do ganha ganha e sua idade e seu conhecimento baterão à sua porta. Hoje você tem 20. Os 40 chegam muito mais rápido do que você imagina.

Quando iniciamos na carreira, não sabemos direito o que gostamos nem o que queremos fazer. Uma boa dica é reservar um período do seu dia para entender o que faz o profissional que senta ao seu lado, na sua frente, na sala ao lado.

Comece a observar os que estão há mais tempo na empresa, aqueles que despertam sua atenção, seja pela competência, pelo status, pelo conhecimento ou até pelo carro bonito que ele tem. Converse com eles, entenda o que fazem. Não preste atenção só “nas pingas que eles tomam”, mas descubra e entenda os tombos que eles levam”. Garanto: eles terão prazer em te contar. Com esta atitude você, além de aprender, estará construindo desde o início de carreira, a sua network. Em poucos anos você irá se identificar com o que realmente gosta de fazer.

O próximo passo é se capacitar para poder, em um determinado tempo planejado, adquirir as competências que irão te levar à posição que sonhou com a remuneração que deseja. Com planejamento e conhecimento você conseguirá administrar sua ansiedade de querer a toda hora ganhar mais. Saberá exatamente onde está e claramente para onde quer ir.

Tendo a carreira em suas mãos, caso você não tenha aptidão nem vontade de ser gerente, terá tempo suficiente de se especializar e procurar uma empresa onde poderá continuar a desenvolver e crescer como técnico e não terá que pagar o preço de trocar sua aptidão e desejo por dinheiro.

Fonte: TI Inside
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Os 10 Mandamentos do Blog

Original by Stanford Smith, managing director at Pushing Social. Portuguese version by Luciano Zago.

Um novo ano começa. Você tem à frente mais um ano para buscar atingir as metas de negócio e os objetivos de seu blog. Há tantas coisas que devem ser realizadas esse ano, mas há várias que precisam ser feitas para tirar melhor proveito de um blog. Vamos chamá-las de "mandamentos".


1. Escreverás diariamente.

Palavras são como martelo e pregos. Saiba como usá-los, e eles construirão seu blog e, consequentemente, negócio. O único caminho para dominar a escrita é escrever muito, então estabeleça um tempo e dedique-se todos os dias a escrever alguns parágrafos. Com o tempo, você encontrará seu estilo e sua voz.

2. Publicarás semanalmente.

Negligenciei este mandamento no passado e sofri. Um blog é um organismo vivo, e deve ser constantemente alimentado com novo conteúdo. Um blog sem conteúdo fresco será ignorado pelos leitores e pelo Google, derrubando seu tráfego, oportunidades e vendas. O número de acessos aumentará à medida em que publicar mais frequentemente.

Tenha cuidado ao balancear freqüência com qualidade. Ninguém retorna a um blog com conteúdo de má qualidade.

3. Criarás uma lista de emails.

Você deve identificar leitores que gostariam de manter um relacionamento mais próximo com seu conteúdo. Esses leitores se tornarão multiplicadores, oportunidades e vendas. Mesmo que não haja um plano para vender algo a eles, registre suas informações de contato. Seu catálogo de emails é o primeiro e mais importante ativo de negócio.

4. Acompanharás tudo.

Instale Google Analytics no seu blog e familiarize-se com os relatórios e ferramentas. Entenda quem gera tráfego e que publicações atraem a maioria dos assinantes, oportunidades e vendas. Sem esses dados, você correrá riscos desnecessários, apostará no conteúdo errado e deixará passar oportunidades valiosas.

Dica aos usuários do WordPress: utilize o Google Analyticator, um plugin que facilita a instalação do Google Analytics.

5. Venderás algo.

Este é simples. Não é possível obter renda com um blog tendo uma banca vazia. Se você vende um produto, encontre formas de fazer a pré-venda com publicações úteis. Se você oferece um serviço ou conselhos, use o blog para explicar sua abordagem e demonstrar suas técnicas. Você não estará nos negócios até que tenha um produto e clientes. Trabalhe seu produto agora!

6. Usarás sabiamente as mídias sociais.

Tenho visto muitos blogs sofrerem e acabarem porque seus mantenedores dedicaram mais tempo twitando do que efetivamente criando conteúdo, construindo listas ou vendendo produtos. Mídias Sociais são como uma nova praça na cidade, onde as pessoas vão em busca de conversas relevantes com pessoas conscientes. Como conversas ainda não significam vendas, use seu tempo sabiamente.

7. Parecerás formidável.

Todo blog precisa ter uma ótima aparência. Existem "internet afora" milhares de temas profissionais agradáveis  que farão uma reforma imediata no seu blog. É possível comprar grande parte dos melhores temas por menos de $100. Não espere que seus visitantes invistam em seu blog se você não investir.

8. Pedirás ações.

É difícil solicitar a interação dos leitores, mas você deve fazê-lo. Não se conseguem assinantes, comentários, retweets nem clientes até que aprenda a perguntar. O segredo para pedir a interação é -- primeiramente --compartilhando e oferecendo informações valiosas.

9. Amarás SEO.

Google será como sua melhor e mais confiável geradora de tráfego a longo-prazo. Cada publicação será indexada e potencializará a chegada de mais leitores ao seu blog. Search Engine Optimization (SEO) é um conjunto de táticas em evolução que ajudam a melhorar sua posição no ranking dos resultados de buscas no Google. Mesmo sendo complicado no início, o SEO pode trazer uma infinidade de novos visitantes. Faça do aprendizado de SEO uma meta e assista ao retorno de dividendos em 2013. Este post o ajudará a começar.

10. Lembrarás que seu blog é apenas uma ferramenta de marketing.

Alguns acreditam que as mídias sociais e os blogs são como mágica: "polvilhe um pouco de pó-de-blog mágico e não precisará mais de um excelente produto, nem promovê-lo, nem correr atrás dos clientes". Isso não é verdade. O blog é uma ferramente poderosa, mas é somente uma ferramenta. Aprenda como usá-la para alcançar seus objetivos globais de negócio.

Fonte: Ragan's PR Daily
sexta-feira, 8 de março de 2013
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Fusões e Aquisições: a TI no processo de integração das empresas

Qual o suporte a TI deve oferecer às corporações nos processos de fusões e aquisições? Para responder a essa questão, a ITvision.tv convidou para essa entrevista os executivos Paulo Rangel, da Haztec, e Junior Vieira, da Linpac Packaging Brasil.



Fonte: ITvision.tv
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Questões que todo CIO deve responder

Que tipo de negócio é a TI hoje em dia? Que tipo de negócio a TI deve ser amanhã? O que o “I” em “CIO” deve significar?
Por Thornton A. May, Computerworld/EUA

A questão estratégica mais importante que as organizações podem se perguntar é “Em que tipo de negócio estamos?”, afirma o reverenciado editor da Harvard Business Review, Ted Levitt. Sem contar com essa citada pelo professor, vejo outras três questões estratégicas que um CIO bem sucedido deve responder.

Que tipo de negócio é a TI hoje em dia?

Durante os últimos dois meses, perguntei isto para centenas de CIOs em workshops promovidos em três continentes. Em discussões informais, os CIOs, muitas vezes, opinaram que a “TI está em todos os tipos de negócios”. Esta ideia de “em todos os negócios” reflete uma macro tendência prevalente de que todas as coisas estão sendo digitalizadas.

Esse pensamento também contribuiu para um lamento frequentemente ouvido: “Estamos no negócio que está sempre em segundo plano”. Esse pensamento, que existe na cabeça de muitos executivos de TI, é um subproduto de outra macro tendência: o ritmo em constante aceleração da mudança e a falta de paciência dos usuários. Essa fonte de frustração, naturalmente, fez com que quase todo CIO com quem conversei desejasse sair no negócio do tipo “faça mais com menos”.

Mas será que esse devaneio responde a questão atual? Para melhor determinar que tipo de negócio é a TI hoje em dia, adicionamos mais granularidade a questão, perguntando onde a TI está, de fato, gastando seu tempo e recursos. Partindo disso, obtemos esse interessante resultado: 61% dos entrevistados responderam que a TI é uma combinação de “negócio de infraestrutura” (isso é, manter as coisas funcionando) e do “negocio da integração” (ligando vários tipos de sistemas de legado em funil de forma que possam interoperar em uma base semi-não tóxica).

Que tipo de negócio a TI deve ser amanhã?

Seria algo complicado para você, no entanto, encontrar qualquer um que acredite que a infraestrutura e a integração devem ser o único foco da TI no futuro. O que vejo é um consenso de que a TI terá um papel mais significativo no futuro. Kevin Turner, diretor chefe de operações da Microsoft, vai direto ao ponto ao retratar o caminho evolucionário do CIO à medida que move a partir de uma tecnologia de gestão de partes por peça, através da transformação do ambiente de TI, possibilitando excelência executiva e, finalmente, estacionando no ponto de “liderança estratégica de negócios”.

Mas o que exatamente isso significa?

Significa que a TI não está mais apenas no negócio de observância, redução de custos, entrega de projetos e fornecimento de projetos. Isso significa que a TI deve ensaiar até a exaustão para sair do negócio de “pedir desculpas pelos sistemas velhos, irrelevantes e fora de moda”. Em vez disso, ela deve se posicionar como estando no negócio de “criar e evitar uma surpresa estratégica”.

A TI não se resume apenas ao negócio “podemos fazer melhor”. Ela está no negócio de “podemos fazer coisas que antes se pensavam impossíveis”.

O que o “I” em “CIO” deve significar?

Pelo fato de que muitos departamentos de TI sentem-se forçados a seguir o que deve ser o lema da Escola de Gestão Tecnológica Nancy Reagan (Nancy Reagan School of Technology Management) (“Apenas diga não!”), o “I” em “CIO”, muitas vezes, parece ser “insignificante”, “irrelevante”, “invisível” ou “no caminho” (in the way, em inglês).

Nas oficinas, perguntamos aos executivos de tecnologia o que eles queriam que o “I” significasse. As respostas incluíram “imaginação”, “lucro” (income, em iglês), “inteligência”, “investimento”, “inspiração” e “inovação”.

Observando o futuro, então, o que a TI precisa fazer é equilibrar seu foco atual na infraestrutura e integração com uma nova reputação para inspiração e inovação.

Fonte: CIO Gestão
quinta-feira, 7 de março de 2013
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The puzzle of motivation

Com um livro de carreiras no formato de mangá e obras na lista dos mais vendidos do New York Times, o consultor de carreira Daniel Pink defende que o que nos motiva no trabalho não são as recompensas tradicionais (como salários elevados), mas, sim, lidar com atividades que trazem algum sentido para nós. Entenda os motivos.


Fonte: Dan Pink: The puzzle of motivation - YouTube

quarta-feira, 6 de março de 2013
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Como fazer o seu tempo render mais

Na correria entre reuniões e decisões, os empreendedores precisam saber organizar o tempo para o negócio render mais
Por Priscila Zuini, da Exame.com


Empresa, família, saúde, amigos. Os empreendedores sabem que conciliar a vida pessoal com as tarefas de uma pequena empresa exige dedicação e tempo. Apesar da rotina ser semelhante a de um executivo, há sempre uma carga maior de responsabilidade de fazer o negócio dar certo e liderar a equipe.

Para muitos, o ideal seria que o dia tivesse algumas horas a mais. “Tem algumas pessoas que querem mudar o relógio. Tem mil formas de utilizar as horas, mas não tem como esticar nem encolher esse tempo”, explica Flávia Lippi, coach do Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi (IDHL).

Organizar-se é o primeiro passo para conseguir dar conta de todas as tarefas do dia, sem desespero. “Todos nós estamos sendo massacrados com a ideia de alta performance, ganho de tempo e felicidade como extremamente necessários para viver. Será que toda essa cobrança não tira o foco do que é necessário para nós mesmos”, questiona Flávia.

Além dos vários compromissos diários, Flávia defende que o tempo passa mais rápido quando há estresse. “A cobrança por automotivação, felicidade e sucesso é a fórmula perfeita para ter estresse”, diz.

Para ela, perseguir ideais de pessoas bem sucedidas pode ser um erro. “O empreendedor tem que tentar se motivar com aquilo que ele acha que é bom, ser feliz a sua medida e ele mesmo determinar o que é o sucesso”, diz. Veja as dicas da coach para conseguir fazer o seu tempo render ainda mais.

1. Tenha foco

O caminho para uma melhor administração do tempo é organizar-se e ter um foco próprio. “Ele precisa se questionar como se tornar uma pessoa mais focada naquilo que deseja e pensa que é importante”, explica. A dica é dedicar um pouco mais de tempo ao planejamento do seu negócio. “O empreendedor tem características muito fortes de querer executar o que sonhou, mas não planeja e, por isso, perde tempo”, diz.

2. Escolha uma agenda

Na área mais prática, é imprescindível ter uma agenda para visualizar o dia e conseguir se programar com antecedência. “Tenha uma agenda eletrônica que ajuda a organizar, tem lembretes e até apita para lembrar o que fazer”, diz.

3. Não tenha mais que 8 metas

A especialista sugere que o empreendedor defina oito grandes metas por ano. “A nossa memória é seletiva e o cérebro tem alguns gaps. Se você colocar mais de oito grandes metas para serem cumpridas, vai esquecer ou deixar de fazer”, diz. Anote estas metas na agenda e não se esqueça de incluir previsões pessoais. “Essas metas precisam estar bem definidas. Por exemplo, se for tirar férias em julho, já anote isso. Assim, o compromisso vai ocupar aquele dia da sua agenda e fazer com que você cumpra”, ensina. Estas metas devem ter prazo de validade, ou seja, uma data concreta para serem atingidas.

4. Faça a tabela do tempo

Uma forma de ajudar a entender como o tempo está sendo gasto – e onde ele está sendo perdido – é colocar no papel aquilo que tem feito. “Isso ajuda a descobrir se você faz o que determinou para sua vida com seu tempo, e o cérebro tem mais facilidade quando vê a coisa no papel”, diz.

A ideia é fazer uma tabela que indique suas tarefas, como no exemplo abaixo, tanto pessoais como profissionais, e anotar o tempo gasto e quais seriam os tempos ideal e possível para realizar aquilo. Tente listar no mínimo cinco missões muito importantes, como tempo gasto com planejamento, administração e até gestão de pessoas. “Se você quer ver que a empresa cresça 30%, mas passa 70% do tempo com atividades pessoais, não vai dar certo”, explica.

MissõesTempo gastoTempo IdealTempo Possível
Tarefa 1
5 horas
3 horas
3 horas
Tarefa 2
30 minutos
1 hora
30 minutos
Tarefa 3
3 horas
2 horas
2 horas
Tarefa 4
4 horas
5 horas
3 horas
Tarefa 5
2,5 horas
2 horas
1,5 hora


Fonte: EXAME.com
segunda-feira, 4 de março de 2013
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Desperte o interesse do CEO

Além de conhecer as preocupações do presidente da organização quanto ao futuro da companhia, o CIO deve apresentar a ele soluções de negócio e não ferramentas tecnológicas e softwares
Por Loraine Antrim, fundadora da consultoria de comunicação Core Ideas Communication

Não é raro encontrar CIOs com ideias geniais, mas que não sabem como conquistar a atenção de seus CEOs para apresentá-las. Nesse contexto, surge a questão: como conseguir que o presidente de sua companhia ouça e aprove suas sugestões? A resposta é simples: ponha-se no lugar dele e analise as propostas que serão feitas pelo prisma de negócios, estratégia e resultados financeiros.

Isso significa que, para vender sua ideia ao CEO, é preciso demonstrar como ela criará oportunidades para que a companhia se diferencie dos concorrentes e ganhe valor no mercado. Se isso acontecer, o CIO sempre terá as portas abertas no board (grupo de principais decisores da organização).

Mesmo parecendo simples, na prática, a iniciativa de colocar-se no lugar do CEO não é tão fácil. Por isso, seguem algumas dicas que podem ajudá-lo a melhorar a imagem do líder de TI perante a diretoria da organização.

1. Pesquise muito
Saiba o que está no topo das preocupações do CEO e analise tais questões como se fossem de seu próprio interesse. Acesse o blog pessoal daquele executivo, reveja as apresentações realizadas por ele às demais áreas corporativas e leia todas as entrevistas concedidas pelos membros do board à imprensa.

2. Apresente soluções de negócio e não ferramentas tecnológicas
Um projeto global irá capturar a atenção do CEO, ao contrário do que acontecerá se você abordá-lo falando de especificidades técnicas de TI.

3. Demonstre os benefícios da iniciativa
Demonstre como a iniciativa proposta irá melhorar a competitividade da companhia e posicioná-la à frente dos concorrentes.

4. Apresente grandes projetos e não somente iniciativas pontuais
Os CEOs, hoje, estão pensando no futuro da companhia, em um prazo de três a cinco anos. Esqueça seu olhar de TI e pense como o presidente de sua empresa – analisando os problemas que a organização enfrenta, bem como suas vantagens competitivas.

5. Mostre como sua sugestão está alinhada à estratégia da companhia
Entenda a situação do mercado no qual atua, cite exemplos de como o projeto proposto ajudará a empresa a destacar-se em tal cenário nos próximos anos e apresente argumentos contundentes para justificar que as ações sugeridas devem entrar na lista de prioridades da organização.

6. Entenda quais foram os reais impactos da crise financeira mundial em seu negócio
Atualmente, os CEOs de todas as companhias do mundo estão preocupados com o cenário econômico futuro. Conheça as previsões de especialistas para o setor no qual atua e, de acordo com essas informações, mostre ao presidente da empresa como o projeto de TI poderá facilitar sua atuação e diminuir suas preocupações.

7. Entenda o consumidor
Demonstre como o projeto proposto irá melhorar a experiência do consumidor com a organização. Além disso, explique como a iniciativa poderá aumentar a base de clientes da companhia.

8. Vença o CEO pela vaidade
Desenvolva um projeto no qual ele (ou outros membros do board) possa interferir e sugerir mudanças e customizações. É sempre bom dar a impressão de que, mesmo a iniciativa sendo da TI, o presidente poderá opinar em seu desenvolvimento e sentir-se no poder.

9. Apresente as vantagens proporcionadas pela TI
Demonstre como sua visão sobre a TI poderá ajudar a empresa – como um todo – a desenvolver processos alinhados à estratégia corporativa.

10. Quantifique
Mostre, em números e projeções reais, como a atuação do departamento de tecnologia é determinante para impulsionar o crescimento da empresa.

Uma vez conquistada a confiança do CEO, abaixo você encontra cinco solicitações que você deve aproveitar para fazer a ele e possibilitar que TI ajude a empresa a alcançar, sustentar ou melhorar o desempenho desejado.

Se você é CEO, essa é a oportunidade de reavaliar seu ponto de vista e enxergar a TI sob outro prisma. Valem algumas sugestões...

1. Revise as prioridades de negócios. Discuta a estratégia da companhia hoje – para curto e longo prazo – com o CIO e os outros executivos. Tendo isto claro, fica mais fácil alcançarmos as metas. Quando o objetivo está confuso, podemos acabar cortando custos em áreas que mais tarde descobriremos que eram estratégicas.

2. Use os gastos da unidade de TI como uma alavanca para o controle de custos. Enquanto o time executivo mapeia a companhia em busca de formas de economizar, o CIO deve pensar em fechar os drenos de sua unidade – consolidar data centers, criar um padrão para aplicações, adotar processos padronizados. Este é o momento de limitar a autonomia que causou a proliferação de sistemas e dificultou a gestão de informações.

3. Centralize a compra de equipamentos e serviços. Economize com o controle centralizado de negociação de licenças, acordos de manutenção e identificação de novos fornecedores. Ou, ao menos, ganhe com a adoção de governança de arquitetura para revisão e consultoria de novas compras ou renovação de contratos.

4. Evangelize os donos de processos. Os executivos das áreas de negócios querem acompanhar a estratégia da corporação. Mas a lealdade dos clientes é ameaçada quando cada unidade atua como uma empresa independente – com sites separados, cobrança independente e outros serviços diferenciados. Insista para que a empresa possua processos corporativos integrados e estabeleça métricas para os responsáveis que possam ser acompanhadas. Assim, será possível agilizar os projetos e melhorar a satisfação dos clientes.

5. Envolva-se. Quando o assunto é simplificação de processos ou a busca por formas inovadoras de reduzir custos ou gerar receita, a área de TI depende do CEO. Você pode ajudar encorajando a colaboração entre executivos “concorrentes”, fazendo perguntas e participando ativamente da priorização e da tomada de decisões.

Fonte: CIO Opinião
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Five Metrics for Your 2013 IT Scorecard

Pick metrics to show where IT is going, not just where it’s been.
By Andrew Horne

At the start of the year many IT leadership teams refresh their scorecards, but too often, the result is unusable and quickly forgotten. Scorecards fail for a number of reasons. Last week I wrote about the mechanics of building a workable scorecard and discussed seven pitfalls in collecting and using IT metrics. This week, I will suggest some metrics to include.

One of the first pitfalls is to pick metrics that don’t connect to a strategic goal. Some metrics should link directly to business strategy, but these will differ by company. Other metrics should link to IT’s own strategy, and these may be more consistent as most IT strategies are shaped by the same trends.

CEB’s Future of Corporate IT study describes five shifts that are reshaping IT. Below, I have selected a handful of forward looking metrics from our IT Scorecard Builder tool that can be used to guide IT through the shifts.
  • Project Interdependencies – The IT project portfolio is changing. More projects relate to analytics, collaboration, and customer interaction, rather than process automation. This shift leads to more interdependencies, as innovative new functionality relies on foundational capabilities such as data integration or a collaboration platform.

    One way to manage these interdependencies is to measure high risk “driver projects”. A driver project has a large number of other projects dependent on it. Progressive companies identify driver projects, assess the risks to the project, and devote additional resources and oversight to reduce the risk. To track progress, the IT scorecard measures the percentage of driver projects that are high risk.
  • Service Health – More than 50% of IT teams are adopting end-to-end IT services to identify and deliver on specific business outcomes. If a service truly supports a business outcome, when the service fails the business outcome also fails, so service health becomes critical.

    The potential impact of service failure can be measured by looking at the percentage of functionality at risk, divided by the number of levels of redundancy. This can be multiplied by the percentage of employees who use the functionality. The higher the resulting percentage, the healthier the service. Services with low percentages should be the targeted for greater investment and oversight.
  • Vendor Performance – The cloud is just the latest of many sourcing options that are gradually reducing the amount of in-house delivery. Reliance on external partners means that it is important to keep a close eye on vendor performance. Some scorecards include metrics such as vendor staff absenteeism or turnover that help predict future vendor performance.
  • Complexity – A growing percentage of business leaders provision technology for themselves. This is not necessarily a bad thing, but it can lead to greater complexity that drives up costs and creates risk.

    To distinguish between complexity that is justified by the resulting speed and flexibility, and complexity that is problematic because of cost and risk, some organizations measure progress against a complexity target. IT estimates the acceptable level of complexity in each architectural layer then measures actual complexity against this target. The metric changes as redundant technologies are removed and new technologies are added.
  • IT Skills Shortages – The changes faced by IT will lead to huge shifts in skills and roles. While some skills can be acquired through hiring, much will have to come by developing the existing team. To this end, some organizations maintain a skills development index that measures the number of employees who are on track against their skills development goals.
Fonte: CEB IT Blog
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Postado por Unknown

Business/IT Fusion


Como ir além do alinhamento e transformar a TI das organizações é a proposta apresentada em "Business/IT Fusion", um livro sobre negócios de autoria de Peter Hinssen.

O livro oferece uma abordagem sobre gestão que vai além do modelo clássico de alinhamento negócio-TI: o alinhamento focado na colaboração entre negócio e TI. Hinssen sugere que o futuro da evolução de TI depende da convergência dessas duas partes: TI dentro dos negócios, ao invés de ser considerada apenas como um fornecedor.

O livro é conhecido como sendo um guia para a TI 2.0.

Fonte: Wikipedia
Postado por Unknown
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