Como integrar o colaborador recém-contratado à equipe
A adaptação de um novo membro da equipe em meio a uma torrente de projetos nunca é fácil, mas aqui está uma abordagem que funciona.
Por Matt Prigge, da revista InfoWorld/EUA
Por Matt Prigge, da revista InfoWorld/EUA
10 Mandamentos para o CIO
Transparência para tratar de qualquer assunto, com qualquer pessoa é uma característica indispensável aos CIOs de sucesso
Por Redação da Revista Computerworld/EUA
Pense no CIO perfeito. Ou pelo menos pense na descrição daquele que se relaciona da melhor forma com seus pares. O mais relevante, segundo analistas, fornecedores, CIOs e headhunters, são características como eficiência e veracidade na comunicação. A forma como o profissional lida com as pessoas e como organiza seu tempo também importam.
Para empresas de recrutamento e e seleção entrevistadas pela COMPUTERWORLD, uma característica é unânime: transparência para tratar de qualquer assunto, com qualquer pessoa. Ainda não entendeu como tudo isso pode ajudar?
Confira abaixo os 10 mandamentos básicos para ganhar a confiança no ambiente corporativo.

Fonte: CIO Gestão
Por Redação da Revista Computerworld/EUA
Pense no CIO perfeito. Ou pelo menos pense na descrição daquele que se relaciona da melhor forma com seus pares. O mais relevante, segundo analistas, fornecedores, CIOs e headhunters, são características como eficiência e veracidade na comunicação. A forma como o profissional lida com as pessoas e como organiza seu tempo também importam.
Para empresas de recrutamento e e seleção entrevistadas pela COMPUTERWORLD, uma característica é unânime: transparência para tratar de qualquer assunto, com qualquer pessoa. Ainda não entendeu como tudo isso pode ajudar?
Confira abaixo os 10 mandamentos básicos para ganhar a confiança no ambiente corporativo.

I. Só a boca não tem par. Ouvir é uma dica que vale não só para garantir bom relacionamento com a diretoria ou com os usuários internos. Isso vale também para o momento em que recebe um fornecedor – chamado de parceiro, lembre-se – e para os integrantes da equipe de tecnologia. Esse é o segredo de um bom profissional. Escutar antes de começar a dizer como as coisas devem ser feitas. Não basta apenas marcar reuniões, se for para passar o tempo todo discursando. Além disso, é preciso dar um retorno o mais rápido possível caso fique alguma questão pendente.
II. Pedestal de vidro. A essência de um bom relacionamento se resume a transparência e respeito. Nem sempre comunicar significa ser transparente. Se o usuário não entende ou se você não diz a verdade, não vai dar certo. É fundamental que ninguém “tire nada do bolso do colete”, principalmente em uma relação com fornecedores. Para isso é importante estabelecer acordos de níveis de serviços (SLAs) quando se trata de infraestrutura, e prestar atenção no perfil pessoal e na empatia quando a relação envolve um projeto de mudança no negócio.
III. Nada de grego. É preciso considerar o progresso dos profissionais de TI. Mas ainda há um longo caminho a percorrer. Alguns CIOs falam uma linguagem hermética, com siglas e termos em inglês, que acabam dificultando a interação. Mas o reconhecimento precisa ser feito. Hoje a tarefa do CIO está fundamentada nos negócios. Se isso estiver claro, naturalmente o executivo vai falar menos ‘tecniquês’.
IV. Motive o batalhão. Assumir o papel de líder também é fundamental. Estimular o crescimento profissional, a capacitação técnica e a confiança são vitais, assim como ouvir, conforme foi dito no item um. O pessoal de TI é mais movido por projetos do que por vendas. Para um bom relacionamento com a equipe é importante escutar e ser sincero, principalmente para dizer não. Além disso, saber delegar faz parte das funções de um bom CIO, que atualmente passa muito tempo fora da mesa dando atenção à diretoria ou aos fornecedores. Mas delegar por si só não basta. É condição primordial estabelecer critérios, ajudar na incorporação da tarefa à rotina do profissional e combinar relatórios periódicos, senão há uma grande chance de as coisas não acontecerem como você quer. Uma boa maneira de manter uma relação saudável é organizar reuniões freqüentes com cada uma das equipes de projetos.
V. Livre acesso. Seja cuidadoso com a sua programação diária e defina prioridades. Ser acessível é importante para se dar bem com qualquer profissional ao seu redor. Além de jogar aberto, é importante que saiba receber os fornecedores, esteja aberto a receber as pessoas em sua sala e aproveite bem o tempo que passa com cada um. É fundamental marcar reuniões presenciais, mas todas as ferramentas são úteis para se manter o CIO perto da equipe e de seus pares. Flexível também precisa ser um adjetivo do profissional de TI, que para estar acessível a tantas pessoas, tem que se acostumar a adaptar a agenda o tempo todo.
VI. Atraia-os. Para entender o que realmente é necessário na companhia, não adianta apenas fazer reuniões com os fornecedores, pois só isso não revela a necessidade da sua empresa. Por isso, prepare a isca e traga o possível parceiro para dentro da sua empresa. Muitas vezes são esses fornecedores que trazem as novidades e o conhecimento sobre novas tecnologias. Para inovar, que é o real papel do CIO, é preciso conhecer as novidades do mercado. E são os parceiros que trazem essas novidades. Quando o fornecedor está dentro de casa, portanto, não só o conhecimento do CIO se aprimora, como também melhora a relação com a empresa em que trabalha, já que aumentam as possibilidades de ele levar melhoria ao negócio.
VII. Circule pela empresa. Além de fazer bem para a saúde, caminhar pelas diferentes áreas da organização para vivenciar o ambiente dos usuários pode melhorar muito a relação de todo o departamento de TI com os demais funcionários. A proposta do CIO, hoje, é participar mais do negócio. Por isso, nada mais natural do que vivenciar suas necessidades. Isso é fundamental para que o profissional de TI entregue as soluções corretas.
VIII. Viva a governança. Não é preciso investir na implementação dos conceitos propriamente ditos de governança. Mas o uso dessas práticas ajuda no estabelecimento de um relacionamento saudável, o que favorece o CIO. As práticas de governança favorecem principalmente a transparência. Para muitos especialistas, a governança faz os usuários compreenderem exatamente quanto custa a TI e abandonarem a sensação de que o pessoal de TI está sempre devendo algo a eles.
IX. Endurecer sem perder a ternura, jamais. Aprovar projetos de TI não é uma tarefa fácil. Tanto com a diretoria, quanto com o departamento financeiro, é preciso persistência e preparação. Os resultados podem não aparecer na primeira abordagem, nem na segunda, mas uma hora aparecem.
X. Postura executiva. Uma das principais buscas dos CIOs é por uma visão integrada de negócio e por entender como a TI impacta nessas atividades. Quem tem essa visão mais estruturada, entende melhor os problemas e sabe como se relacionar com os usuários, diretoria e até com os fornecedores, porque sabe do que eles precisam. Se o profissional conseguir ser um bom integrador, será também um bom CIO, porque poderá antecipar as necessidades do marketing, por exemplo, em uma situação de lançamento de produto.Em relação aos modelos de gestão as empresas estão muito parecidas com terceirizações feitas com os mesmos parceiros. O que as diferencia, e também ao CIO, é a capacidade de inovar e a liderança. São essas questões que fazem o profissional de TI ter credibilidade, o que também é essencial para um bom relacionamento com toda a companhia.
Fonte: CIO Gestão
Um roteiro de estudos para refinar sua fluência no inglês
Manter 15 minutos por dia de contato com o idioma inglês já faz diferença, diz especialista. Confira a agenda básica de estudos para começar a praticar.
Falar inglês com naturalidade é fundamental para quem deseja crescer na carreira. Em grande parte das seleções para cargos executivos ou oportunidades para trainees, por exemplo, o domínio do idioma é menos um diferencial competitivo e mais um dos requisitos essenciais para participar do processo.
Mas, e quando falta tempo para voltar à sala de aula? A sócia-diretora da Companhia de Idiomas, Rosangela Souza, indicou uma agenda básica para quem não tem tempo de frequentar uma escola de inglês, mas quer desenvolver suas habilidades ainda neste ano. Para ela, apostar alguns minutos diários de contato com a língua já proporciona um salto no domínio do inglês.
“Tente se dedicar pelo menos quinze minutos por dia, de forma disciplinada e focada (sem interrupções ou distrações). Este hábito diário vai trazer bons resultados no final de um ano”, diz Rosangela.
Confira por onde começar e o que fazer dia a dia. As sugestões são valiosas para quem já tem nível intermediário:
Cursos gratuitos do Coursera, palestras no TED são boas fontes de aprendizado. A gama de temas é enorme, basta escolher o assunto que mais chamar a sua atenção.
“Agregam inglês e informação”, diz Rosangela. É a chance de ouvir pessoas de sucesso falando sobre coisas interessantes. E isto pode ser feito durante atividades rotineiras como o trajeto até o trabalho ou a casa, como caminhada, compras ou até mesmo lavar a louça.
Uma refeição do dia conversando em inglês com um amigo, colega ou parente que tenha, pelo menos, nível intermediário é a indicação do dia. “Peça 30 minutos por semana, para que tomem um café da manhã na padaria, almocem ou se encontrem no parque para falarem em inglês”, recomenda Rosangela. Algumas estratégias ajudam a destravar a conversação.
Para quem não encontrar disposição entre as pessoas mais próximas, vale apostar em conversas por Skype ou outras plataformas. Há escolas que oferecem este serviço e é possível fechar pacotes semanais de 20 minutos. “A vantagem é que você será corrigido, além de falar bastante, pois serão só você e o professor”, diz Rosangela.
Escolha uma notícia por semana, em um portal de notícias em inglês. "Mesmo que entenda muito pouco, não desista”, diz Rosangela. A dica é começar por reportagens cujo assunto você já leu em português e, que, portanto, já tem noção do contexto.
“Aos poucos, a pessoa vai adquirindo vocabulário, pois vai relacionar o contexto às palavras usadas na matéria”, diz a sócia-diretora da Companhia de Idiomas.
Do que ouviu na palestra do TED ou no curso do Coursera, na conversa com o amigo ou do que leu na notícia, escolha uma estrutura gramatical para pesquisar.
“Faça a você mesmo perguntas do tipo: por que ele usou "would"? O que era mesmo o 'have been'?”, afirma Rosangela.
O livro de gramática é o seu “amigo” do dia. “O mais comum é o English Grammar In Use. Mas pode ser outro livro de gramática. Se tiver respostas, melhor ainda”, diz Rosangela.
Ao longo das atividades realizadas durante a semana, é bem provável que tenham surgido palavras novas das quais vocês não sabe o significado. Anote-as e pesquise os usos e sentidos empregados. “Tire um tempo para tentar formar frases com elas”, indica Rosangela.
Não se preocupe muito se a frase está corretíssima, diz ela. “O importante é contextualizar as palavras novas, para não esquecer”, diz.
Use uma música de que você gosta e já conhece faz tempo para aprender vocabulário, estrutura e pronúncia. Estude a letra em inglês, e, se for preciso, consulte a sua tradução.
“Como a melodia e o som das palavras estão na sua memória há anos, será muito mais fácil aprender”, diz Rosana.
A dica de estudo para o domingo é assistir a um filme americano ou inglês de um jeito diferente. “Tente, por alguns minutos, se concentrar no idioma que ouve, palavras, estrutura, pronúncia, e não apenas ler a legenda”, indica Rosangela.
Fonte: Exame.com
Falar inglês com naturalidade é fundamental para quem deseja crescer na carreira. Em grande parte das seleções para cargos executivos ou oportunidades para trainees, por exemplo, o domínio do idioma é menos um diferencial competitivo e mais um dos requisitos essenciais para participar do processo.
Mas, e quando falta tempo para voltar à sala de aula? A sócia-diretora da Companhia de Idiomas, Rosangela Souza, indicou uma agenda básica para quem não tem tempo de frequentar uma escola de inglês, mas quer desenvolver suas habilidades ainda neste ano. Para ela, apostar alguns minutos diários de contato com a língua já proporciona um salto no domínio do inglês.
“Tente se dedicar pelo menos quinze minutos por dia, de forma disciplinada e focada (sem interrupções ou distrações). Este hábito diário vai trazer bons resultados no final de um ano”, diz Rosangela.
Confira por onde começar e o que fazer dia a dia. As sugestões são valiosas para quem já tem nível intermediário:
Segunda-feira: Ouça
Cursos gratuitos do Coursera, palestras no TED são boas fontes de aprendizado. A gama de temas é enorme, basta escolher o assunto que mais chamar a sua atenção.
“Agregam inglês e informação”, diz Rosangela. É a chance de ouvir pessoas de sucesso falando sobre coisas interessantes. E isto pode ser feito durante atividades rotineiras como o trajeto até o trabalho ou a casa, como caminhada, compras ou até mesmo lavar a louça.
Terça-feira: Fale
Uma refeição do dia conversando em inglês com um amigo, colega ou parente que tenha, pelo menos, nível intermediário é a indicação do dia. “Peça 30 minutos por semana, para que tomem um café da manhã na padaria, almocem ou se encontrem no parque para falarem em inglês”, recomenda Rosangela. Algumas estratégias ajudam a destravar a conversação.
Para quem não encontrar disposição entre as pessoas mais próximas, vale apostar em conversas por Skype ou outras plataformas. Há escolas que oferecem este serviço e é possível fechar pacotes semanais de 20 minutos. “A vantagem é que você será corrigido, além de falar bastante, pois serão só você e o professor”, diz Rosangela.
Quarta-feira: Leia
Escolha uma notícia por semana, em um portal de notícias em inglês. "Mesmo que entenda muito pouco, não desista”, diz Rosangela. A dica é começar por reportagens cujo assunto você já leu em português e, que, portanto, já tem noção do contexto.
“Aos poucos, a pessoa vai adquirindo vocabulário, pois vai relacionar o contexto às palavras usadas na matéria”, diz a sócia-diretora da Companhia de Idiomas.
Quinta-feira: Aprenda (ou relembre) uma estrutura gramatical
Do que ouviu na palestra do TED ou no curso do Coursera, na conversa com o amigo ou do que leu na notícia, escolha uma estrutura gramatical para pesquisar.
“Faça a você mesmo perguntas do tipo: por que ele usou "would"? O que era mesmo o 'have been'?”, afirma Rosangela.
O livro de gramática é o seu “amigo” do dia. “O mais comum é o English Grammar In Use. Mas pode ser outro livro de gramática. Se tiver respostas, melhor ainda”, diz Rosangela.
Sexta-feira: Aprenda cinco palavras
Ao longo das atividades realizadas durante a semana, é bem provável que tenham surgido palavras novas das quais vocês não sabe o significado. Anote-as e pesquise os usos e sentidos empregados. “Tire um tempo para tentar formar frases com elas”, indica Rosangela.
Não se preocupe muito se a frase está corretíssima, diz ela. “O importante é contextualizar as palavras novas, para não esquecer”, diz.
Sábado: Escolha uma música
Use uma música de que você gosta e já conhece faz tempo para aprender vocabulário, estrutura e pronúncia. Estude a letra em inglês, e, se for preciso, consulte a sua tradução.
“Como a melodia e o som das palavras estão na sua memória há anos, será muito mais fácil aprender”, diz Rosana.
Domingo: Mude o jeito de ver um filme
A dica de estudo para o domingo é assistir a um filme americano ou inglês de um jeito diferente. “Tente, por alguns minutos, se concentrar no idioma que ouve, palavras, estrutura, pronúncia, e não apenas ler a legenda”, indica Rosangela.
Fonte: Exame.com
segunda-feira, 10 de março de 2014
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O escopo fechado dificulta o alinhamento de TI ao negócio
Com o aumento da velocidade e da complexidade, somado às novas possibilidades que a tecnologia trouxe, os projetos tornaram-se mais exploratórios
Por Luis Dosso, diretor de negócios da Dextra Sistemas
A velocidade de transformação no mundo de negócios tem acelerado. E a aceleração tem aumentado cada vez mais. Em paralelo à velocidade, a quantidade de variáveis também cresce vertiginosamente. Ou seja, o mundo dos negócios é um ambiente que muda constantemente e possui complexidade cada vez maior.
Desde sempre se fala da necessidade de um alinhamento maior de TI aos negócios. Se os negócios estão mais mutáveis, o trabalho de TI para estar mais alinhada só cresce. Aproveitar os novos negócios digitais e manter-se alinhada ao complexo ambiente de negócios se tornou, ao mesmo tempo, a grande oportunidade e a grande ameaça para a TI.
Neste contexto, TI tem uma dupla jornada hoje: manter as operações legadas e pensar na inovação, em novos produtos ou serviços. É uma missão esquizofrênica, como algumas organizações mais antenadas já diagnosticaram. O perfil de manter o que já existe - com previsibilidade - é completamente oposto ao perfil de quem precisa ousar para aproveitar as oportunidades. O Gartner, apropriadamente, chamou este transtorno de personalidade de duas velocidades de TI, onde a figura, atualmente monolítica, do CIO será dividida em duas: o mantenedor e o inovador.
O CIO mantenedor terá mais foco em reduzir custos, em governança e em previsibilidade. Em suma, deverá “manter as luzes acesas”. Esta é sua missão de estar alinhado ao negócio.
O CIO inovador, por sua vez, terá desafios bem diferentes. Seu foco será muito mais em valor do que em custo. Terá liberdade para articular, com as áreas de negócios, as melhores maneiras de usar tecnologias inovadoras para criar oportunidades, buscando novas linhas de negócio. Seus desafios serão mais estimulantes, só que num terreno movediço, onde receitas e hábitos do passado provavelmente não funcionarão da mesma forma.
É neste ponto que o escopo fechado aparece como um vilão para o CIO inovador. Em um passado não tão distante, a complexidade de negócio era bem menor e se possuía um conhecimento satisfatório do que o software deveria ser.
Com o aumento da velocidade e da complexidade, somado às novas possibilidades que a tecnologia trouxe, os projetos tornaram-se mais exploratórios e cheios de oportunidades a serem descobertas. Tentar extrapolar todo o comportamento de um software vai limitar as possibilidades de negócio. Em um ambiente nebuloso e incerto, extrapolações muito longas estão fadadas a falhar. A falha significa gerar um software que não está alinhado ao negócio.
Fazer um projeto de software é cada vez mais como um processo construtivista na educação, onde a oportunidade de negócio é o objeto disparador. A partir daí, a construção do sistema se dá através de várias interações, aproveitando o conhecimento de negócio das equipes, com as possibilidades trazidas pelo fornecedor de TI e com o acompanhamento estratégico dos executivos (alinhamento!). Muitos insights e ajustes ocorrerão com a evolução do sistema, originados da aprendizagem durante o projeto. Este conhecimento gerado não existia a priori. Em um cenário assim o velho escopo fechado não funciona.
Para os profissionais que cresceram em um mercado dominado pela contratação por escopo fechado, parece bastante desconfortável abrir mão da “certeza” do escopo rígido e lidar com as incertezas de um “projeto construtivista”. Mesmo que estas certezas incluam a grande chance do projeto fracassar (confira nas edições do CHAOS Report, do The Standish Group).
Por outro lado, existem metodologias que ajudam a lidar com projetos de software em cenários incertos. As mais conhecidas são as metodologias ágeis (SCRUM, Kanban) e Lean). Elas já deixaram de ser novidades promissoras e milhares de empresas ao redor do mundo já se aproveitaram dos seus benefícios na prática, como mostra o relatório State of Agile. Além das metodologias, as velhas práticas de selecionar bem o fornecedor e de “o olho do dono é que engorda o boi” continuam mais válidas do que nunca.
Não são receitas simples, mas o cenário de negócio também não é. A complexidade só aumentará, ainda mais rápido.
Fonte: CIO Opinião
Por Luis Dosso, diretor de negócios da Dextra Sistemas
A velocidade de transformação no mundo de negócios tem acelerado. E a aceleração tem aumentado cada vez mais. Em paralelo à velocidade, a quantidade de variáveis também cresce vertiginosamente. Ou seja, o mundo dos negócios é um ambiente que muda constantemente e possui complexidade cada vez maior.
Desde sempre se fala da necessidade de um alinhamento maior de TI aos negócios. Se os negócios estão mais mutáveis, o trabalho de TI para estar mais alinhada só cresce. Aproveitar os novos negócios digitais e manter-se alinhada ao complexo ambiente de negócios se tornou, ao mesmo tempo, a grande oportunidade e a grande ameaça para a TI.
Neste contexto, TI tem uma dupla jornada hoje: manter as operações legadas e pensar na inovação, em novos produtos ou serviços. É uma missão esquizofrênica, como algumas organizações mais antenadas já diagnosticaram. O perfil de manter o que já existe - com previsibilidade - é completamente oposto ao perfil de quem precisa ousar para aproveitar as oportunidades. O Gartner, apropriadamente, chamou este transtorno de personalidade de duas velocidades de TI, onde a figura, atualmente monolítica, do CIO será dividida em duas: o mantenedor e o inovador.
O CIO mantenedor terá mais foco em reduzir custos, em governança e em previsibilidade. Em suma, deverá “manter as luzes acesas”. Esta é sua missão de estar alinhado ao negócio.
O CIO inovador, por sua vez, terá desafios bem diferentes. Seu foco será muito mais em valor do que em custo. Terá liberdade para articular, com as áreas de negócios, as melhores maneiras de usar tecnologias inovadoras para criar oportunidades, buscando novas linhas de negócio. Seus desafios serão mais estimulantes, só que num terreno movediço, onde receitas e hábitos do passado provavelmente não funcionarão da mesma forma.
É neste ponto que o escopo fechado aparece como um vilão para o CIO inovador. Em um passado não tão distante, a complexidade de negócio era bem menor e se possuía um conhecimento satisfatório do que o software deveria ser.
Com o aumento da velocidade e da complexidade, somado às novas possibilidades que a tecnologia trouxe, os projetos tornaram-se mais exploratórios e cheios de oportunidades a serem descobertas. Tentar extrapolar todo o comportamento de um software vai limitar as possibilidades de negócio. Em um ambiente nebuloso e incerto, extrapolações muito longas estão fadadas a falhar. A falha significa gerar um software que não está alinhado ao negócio.
Fazer um projeto de software é cada vez mais como um processo construtivista na educação, onde a oportunidade de negócio é o objeto disparador. A partir daí, a construção do sistema se dá através de várias interações, aproveitando o conhecimento de negócio das equipes, com as possibilidades trazidas pelo fornecedor de TI e com o acompanhamento estratégico dos executivos (alinhamento!). Muitos insights e ajustes ocorrerão com a evolução do sistema, originados da aprendizagem durante o projeto. Este conhecimento gerado não existia a priori. Em um cenário assim o velho escopo fechado não funciona.
Para os profissionais que cresceram em um mercado dominado pela contratação por escopo fechado, parece bastante desconfortável abrir mão da “certeza” do escopo rígido e lidar com as incertezas de um “projeto construtivista”. Mesmo que estas certezas incluam a grande chance do projeto fracassar (confira nas edições do CHAOS Report, do The Standish Group).
Por outro lado, existem metodologias que ajudam a lidar com projetos de software em cenários incertos. As mais conhecidas são as metodologias ágeis (SCRUM, Kanban) e Lean). Elas já deixaram de ser novidades promissoras e milhares de empresas ao redor do mundo já se aproveitaram dos seus benefícios na prática, como mostra o relatório State of Agile. Além das metodologias, as velhas práticas de selecionar bem o fornecedor e de “o olho do dono é que engorda o boi” continuam mais válidas do que nunca.
Não são receitas simples, mas o cenário de negócio também não é. A complexidade só aumentará, ainda mais rápido.
Fonte: CIO Opinião
Executivos precisam construir uma rede de contatos de qualidade
CIOs comentam o que fazer e o que não fazer para manter uma rede de qualidade e confiável.
Um ponto essencial na carreira de todo CIO é a sua rede de contatos, que é construída ao longo de toda a vida profissional e deve estar sempre sob atenção. O network de um executivo é um grande aliado para a tomada de decisões rápidas e, muitas vezes, inesperadas.
De acordo com o CIO da Teksid, Wellington Coelho, construir uma rede de contatos leva tempo e é preciso ter paciência para conquistar a confiança das pessoas – fator essencial neste processo. “A disposição em buscar sempre a colaboração no que for possível com os colegas me ajudou muito a criar um clima favorável ao desenvolvimento e fortalecimento desta confiança”, afirmou.
Para Coelho, o grande ponto a ser perseguido é o contato pessoal sempre que possível. “Nada substitui este tipo de interação. Participar de reuniões, dar palestras, marcar encontros, happy hours e almoços de negócios são excelentes oportunidades de desenvolver a capacidade de ouvir mais e obter boas informações e conhecimento sobre as pessoas. Cultivar amigos é um bom caminho para alcançar o sucesso, por isso a cordialidade e a sinceridade são os principais fatores para a construção de um excelente network”, disse.
Coelho contou que em diversas fases de sua carreira precisou recorrer a colegas, solicitando informações, indicação de profissionais ou até mesmo compartilhar algum assunto que pudesse impactar a TI e, consequentemente, a carreira dos CIOs. Mas, destacou que “é muito importante ter disponibilidade e atitude em ajudar quando solicitado”.
Para a CIO da Brasil Brokers, Ana Miguel, os pontos essenciais na construção da rede de contatos são quatro: integridade, ética, comprometimento e espírito de equipe. Ana afirmou que indicar soluções e se mostrar disposta a auxiliar os outros sempre mantém viva a rede de contatos. “A participação em encontros e palestras ligadas ao tema de tecnologia ou a parte de negócios também funciona bastante bem, assim como o envolvimento dos contatos de referência para busca de melhores praticas”, completou.
Confira cinco dicas sobre atitudes que afastam ótimos contatos, ao invés de aproximá-los, de acordo com os CIOs participantes desta entrevista:
Fonte: IT4CIO
Um ponto essencial na carreira de todo CIO é a sua rede de contatos, que é construída ao longo de toda a vida profissional e deve estar sempre sob atenção. O network de um executivo é um grande aliado para a tomada de decisões rápidas e, muitas vezes, inesperadas.
De acordo com o CIO da Teksid, Wellington Coelho, construir uma rede de contatos leva tempo e é preciso ter paciência para conquistar a confiança das pessoas – fator essencial neste processo. “A disposição em buscar sempre a colaboração no que for possível com os colegas me ajudou muito a criar um clima favorável ao desenvolvimento e fortalecimento desta confiança”, afirmou.
Para Coelho, o grande ponto a ser perseguido é o contato pessoal sempre que possível. “Nada substitui este tipo de interação. Participar de reuniões, dar palestras, marcar encontros, happy hours e almoços de negócios são excelentes oportunidades de desenvolver a capacidade de ouvir mais e obter boas informações e conhecimento sobre as pessoas. Cultivar amigos é um bom caminho para alcançar o sucesso, por isso a cordialidade e a sinceridade são os principais fatores para a construção de um excelente network”, disse.
Coelho contou que em diversas fases de sua carreira precisou recorrer a colegas, solicitando informações, indicação de profissionais ou até mesmo compartilhar algum assunto que pudesse impactar a TI e, consequentemente, a carreira dos CIOs. Mas, destacou que “é muito importante ter disponibilidade e atitude em ajudar quando solicitado”.
Para a CIO da Brasil Brokers, Ana Miguel, os pontos essenciais na construção da rede de contatos são quatro: integridade, ética, comprometimento e espírito de equipe. Ana afirmou que indicar soluções e se mostrar disposta a auxiliar os outros sempre mantém viva a rede de contatos. “A participação em encontros e palestras ligadas ao tema de tecnologia ou a parte de negócios também funciona bastante bem, assim como o envolvimento dos contatos de referência para busca de melhores praticas”, completou.
Não afaste seus contatos
Confira cinco dicas sobre atitudes que afastam ótimos contatos, ao invés de aproximá-los, de acordo com os CIOs participantes desta entrevista:
- Buscar uma relação interesseira em detrimento da construção de uma relação baseada em interesses comuns;
- Recorrer a sua rede somente quando precisa de ajuda. Não é elegante procurar seus contatos apenas quando se precisa de um favor;
- Criar uma rede de relacionamentos não somente focada em objetivos comerciais, mas principalmente na geração de novos negócios e troca de favores pessoais;
- Temas polêmicos, discriminatórios, ofensivos e envio de mensagens com opiniões que não agregam de forma construtiva ao grupo devem ser definitivamente evitados;
- Excesso de envio de e-mails ou não responder nunca aos e-mails são também pontos importantes.
Fonte: IT4CIO
11 maneiras de melhorar a produtividade de sua equipe
CIOs, bem como outros líderes de TI e especialistas de produtividade partilham suas dicas de como melhorar o fluxo de trabalho e tirar o máximo proveito de suas equipes
Por Jennifer Lonoff Schiff, jornalista e escritora para revista CIO/EUA
"Todo mundo na equipe deve saber qual é o alvo no qual estão atirando e o que será considerado sucesso no final de sua jornada", acrescenta Tony McClain, sócio-diretor e conselheiro da Geneca.
"É preciso ser absolutamente claro sobre o papel que desempenham no projeto e como eles vão ajudar a equipe a chegar à linha de chegada", disse McClain. "É extremamente importante que todos os membros da equipe conheçam e entendam do que eles são parte e por que eles existem no que se refere à sua organização."
"Implemente uma estrutura que dê visibilidade e métricas compartilhadas para o desenvolvimento e as equipes de TI, de modo que a saúde de uma aplicação [ou projeto] seja facilmente vista pelos integrantes das equipes, uma vez operacionais e que problemas possam ser resolvidos mais rapidamente", diz Andi Gutmans, CEO da Zend.
"Ter recursos tecnológicos que permitam a comunicação através de sucursais/locais quando se trabalha em um projeto cross-escritório é uma obrigação", acrescenta Aaron Weiss, diretor de Marketing, HP LaserJet e Enterprise Solutions . "Os gerentes de TI e CIOs devem ser capazes de gerar relatórios de status do projeto, facilmente, através do uso de sistemas de gerenciamento de documentos em nuvem que permitam que as equipes forneçam atualizações para o documento de status."
Além disso, "os CIOs podem melhorar a eficiência da organização através da implementação de uma solução, independente de plataforma, que permita aos usuários sincronizar arquivos de trabalho importantes e acessá-los a partir de qualquer dispositivo, em qualquer lugar, a qualquer hora", observa Ross Piper, vice-presidente de Estratégia Empresarial no Dropbox .
"Nós temos o hábito de rever continuamente aprovações e notificações dos gerentes, por isso sabemos quando determinadas tarefas já não agregam valor e podem ser eliminadas. A eliminação de etapas desnecessárias mantém ritmo, tornando-nos mais rápido e mais ágeis na resposta aos clientes. "
Além disso, pergunte a si mesmo: "Será que cada formulário, relatório de atualização de status, e-mail, mensagem e reunião é realmente necessário?" diz Steven A. Lowe, fundador / CEO da Innovator LLC.
"Se uma tarefa a ser feita, obviamente, não contribui diretamente para o objetivo em questão, veja se ela pode ser simplificada ou suprimida", diz Lowe. E "peça para a equipe sugestões sobre formas de agilizar os processos e sobre que tarefas, ainda necessárias, poderiam ser feitas por outros."
Basta ter cuidado para não cair na armadilha da reunião excessiva. Agende reuniões de equipe ou departamento uma vez por semana ou uma vez por mês, e certifique-se que o dia ea hora estejam reservados na agenda de todos.
Além disso, "reduza a quantidade de relatórios que eles precisam fazer, para que possam se concentrar no trabalho a ser feito", aconselha Christian Buckley, diretor da Metalogix. "Se mais de 10% do seu dia é gasto na produção de relatórios sobre o trabalho que estão fazendo, há algo fundamentalmente errado", diz ele. "Constantemente, revise e refine relatórios para manter suas métricas otimizadas."
"Além de metas individuais, os membros das equipes também têm metas compartilhadas, que incentivam a colaboração e o trabalho em equipe. Empregados trabalham com os seus gestores para definir seus objetivos, e, como tal, são envolvidos no processo eestão altamente motivados para alcançá-los", diz Abou -Seido.
"Às vezes só precisamos de uma pausa para o lanche para nos manter mais ativos ao longo do dia", diz Hunter. E "é muito mais conveniente [e produtivo] ser capaz de pegar algo no escritório, em vez de andar pela rua."
Fonte: CIO Gestão
Por Jennifer Lonoff Schiff, jornalista e escritora para revista CIO/EUA
1. Estabeleça metas - e seja "Agile"
"Seja ágil na sua definição de metas", diz Zubin Irani, co-fundador e CEO da cPrime , consultoria de gestão. "Estabeleça metas para o trimestre - e quebre o trabalho em pequenos pedaços que possam, em seguida, serem facilmente atribuídos e gerenciados."2. Comunique metas, expectativas e papéis
"Forneça aos membros da sua equipe informações básicas e a visão estratégica por trás de cada projeto, atividade, tarefa, etc", Hussein Yahfoufi, vice-presidente de Tecnologia e Serviços Corporativos da OneRoof Energia. "Bem informados, os funcionários ficam mais motivados e se sentem mais envolvidos com os projetos e os objetivos da empresa.""Todo mundo na equipe deve saber qual é o alvo no qual estão atirando e o que será considerado sucesso no final de sua jornada", acrescenta Tony McClain, sócio-diretor e conselheiro da Geneca.
"É preciso ser absolutamente claro sobre o papel que desempenham no projeto e como eles vão ajudar a equipe a chegar à linha de chegada", disse McClain. "É extremamente importante que todos os membros da equipe conheçam e entendam do que eles são parte e por que eles existem no que se refere à sua organização."
3. Forneça ferramentas e infraestrutura que promovam a colaboração e a eficiência
"Esta é basicamente a regra fundamental para qualquer gestor de TI", diz Wes Wright, CIO do Hospital Infantil de Seattle. "Mesmo o melhor time é tão eficaz quanto os recursos e sistemas que utilizam no dia a dia", diz ele. "Se você quiser tirar o máximo proveito de sua equipe de TI, invista em ferramentas adequadas. Implante soluções intuitivas que ajudem os usuários a reduzirem horas manuais e melhorem a precisão na identificação de problemas de rede, por exemplo.""Implemente uma estrutura que dê visibilidade e métricas compartilhadas para o desenvolvimento e as equipes de TI, de modo que a saúde de uma aplicação [ou projeto] seja facilmente vista pelos integrantes das equipes, uma vez operacionais e que problemas possam ser resolvidos mais rapidamente", diz Andi Gutmans, CEO da Zend.
"Ter recursos tecnológicos que permitam a comunicação através de sucursais/locais quando se trabalha em um projeto cross-escritório é uma obrigação", acrescenta Aaron Weiss, diretor de Marketing, HP LaserJet e Enterprise Solutions . "Os gerentes de TI e CIOs devem ser capazes de gerar relatórios de status do projeto, facilmente, através do uso de sistemas de gerenciamento de documentos em nuvem que permitam que as equipes forneçam atualizações para o documento de status."
Além disso, "os CIOs podem melhorar a eficiência da organização através da implementação de uma solução, independente de plataforma, que permita aos usuários sincronizar arquivos de trabalho importantes e acessá-los a partir de qualquer dispositivo, em qualquer lugar, a qualquer hora", observa Ross Piper, vice-presidente de Estratégia Empresarial no Dropbox .
4. Agilize o fluxo de trabalho - E reduzir tarefas desnecessárias
"As equipes querem entregar coisas grandes e às vezes só precisamos eliminar as barreiras", diz Charles Galda, CIO da GE Capital . "Temos um programa chamado TAP (Tecnologia de Aceleração Produtividade), que dá dicas simples sobre como usar a tecnologia melhor, encontrar o melhor momento para uma reunião com funcionários que trabalham em diferentes fusos horários, etc", diz ele."Nós temos o hábito de rever continuamente aprovações e notificações dos gerentes, por isso sabemos quando determinadas tarefas já não agregam valor e podem ser eliminadas. A eliminação de etapas desnecessárias mantém ritmo, tornando-nos mais rápido e mais ágeis na resposta aos clientes. "
Além disso, pergunte a si mesmo: "Será que cada formulário, relatório de atualização de status, e-mail, mensagem e reunião é realmente necessário?" diz Steven A. Lowe, fundador / CEO da Innovator LLC.
"Se uma tarefa a ser feita, obviamente, não contribui diretamente para o objetivo em questão, veja se ela pode ser simplificada ou suprimida", diz Lowe. E "peça para a equipe sugestões sobre formas de agilizar os processos e sobre que tarefas, ainda necessárias, poderiam ser feitas por outros."
5. Realize reuniões regulares - Mas cuidado para não cair na armadilha de reuniões excessivas
"Reuniões são uma oportunidade de compartilhar a visão departamental com a equipe e fazer com que todos estejam na mesma página", observa Mazin Abou-Seido, diretor de Tecnologia da Informação da Halogen Software. "Descobrimos que, compartilhar o objetivo e o andamento de cada etapa realizada para atingi-lo [nas reuniões mensais e trimestrais] dá para toda a equipe uma melhor compreensão do que estamos tentando realizar e incentiva todos a trabalharem em conjunto para alcançar objetivos comuns."Basta ter cuidado para não cair na armadilha da reunião excessiva. Agende reuniões de equipe ou departamento uma vez por semana ou uma vez por mês, e certifique-se que o dia ea hora estejam reservados na agenda de todos.
6. Reduza relatórios
"Você contratou pessoas inteligentes e talentosas, aptas a fazer o trabalho. Agora deixe-as fazê-lo", diz Jonathan Bruskin, consultor de liderança e gestão da Excella Consulting . "Microgerenciamento e supervisão pode matar a criatividade e a motivação", observa ele. "CIOs, executivos e gestores de projeto podem aumentar a produtividade de suas equipes, comunicando metas e evitando obstáculos administrativos."Além disso, "reduza a quantidade de relatórios que eles precisam fazer, para que possam se concentrar no trabalho a ser feito", aconselha Christian Buckley, diretor da Metalogix. "Se mais de 10% do seu dia é gasto na produção de relatórios sobre o trabalho que estão fazendo, há algo fundamentalmente errado", diz ele. "Constantemente, revise e refine relatórios para manter suas métricas otimizadas."
7. Forneça feedbacks em tempo real - Tanto positivos quanto negativos
"Reconheça imediatamente e publicamente as realizações dos membros da equipe", diz Halley Bock, CEO e presidente da Fierce. "Por outro lado, aborde questões ou áreas que precisam ser melhoradas imediatamente. Feedbacks de desempenho em tempo real capacitam os indivíduos a tomarem posse de seu trabalho, gera confiança e permite que eles saibam onde eles estão em todos os momentos."8. Afaste distrações
"Determine etapas do trabalho onde o mensageiro instantâneo deve ser desligado e as reuniões, evitadas", diz Nathan Gilmore, co-fundador da TeamGantt. "Ter horas ininterruptas de trabalho pode fazer a produtividade da equipe subir."9. Implemente um programa inteligente de pagamento por performance
"Na Halogen nossos funcionários definem as metas a cada trimestre, em linha com os maiores objetivos da empresa", diz Abou-Seido. "Como parte de nosso programa de remuneração por desempenho, as metas individuais dos funcionários estão vinculadas a nossa Gestão por programa (MBO), que oferece bônus trimestrais", diz ele."Além de metas individuais, os membros das equipes também têm metas compartilhadas, que incentivam a colaboração e o trabalho em equipe. Empregados trabalham com os seus gestores para definir seus objetivos, e, como tal, são envolvidos no processo eestão altamente motivados para alcançá-los", diz Abou -Seido.
10. Ofereça oportunidades de desenvolvimento
"Dê aos trabalhadores uma oportunidade de intensificar e assumir um novo desafio ou responsabilidades", diz Bock. "A oportunidade de desenvolvimento individual mostra para toda a equipe que há oportunidades de aprendizado e de avanço disponíveis", diz ela. Também ilustra que, como um líder, você está disposto a arriscar, e confia em que os funcionários farão o seu melhor para serem bem sucedidos.11. Alimente-os. Literalmente
Há uma razão pela qual as empresas oferecem comida de graça, como faz a Google. "Certifique-se de manter o bem estar de sua equipe", diz Gina Hunter, da Groopt."Às vezes só precisamos de uma pausa para o lanche para nos manter mais ativos ao longo do dia", diz Hunter. E "é muito mais conveniente [e produtivo] ser capaz de pegar algo no escritório, em vez de andar pela rua."
Fonte: CIO Gestão
State of the CIO 2014: aumenta o número de CIOs que se reportam aos CEOs
As notícias são boas: mais CIOs estão ganhando credibilidade empresarial e conquistando espaço como estrategistas de negócios
Da Redação da Revista CIO
Alguns CIOs aspiram se reportar ao CEO como uma forma de ganhar mais visibilidade para a TI e atenção para as principais decisões a tomar. Em vez de gastar os seus dias nos detalhes das operações de TI e de gestão de custos, ou na implementação de sistemas de suporte a processos de negócio, um número crescente de CIOs quer cada vez mais trabalhar na estratégia de negócios e identificar maneiras de incorporá-la em produtos, serviços e nos novos modelos de negócio.
Então temos boas notícias. Na 13ª edição da pesquisa anual State of the CIO, 25% dos 722 CIOs entrevistados relatam que o grupo de TI é percebido pelos colegas como um verdadeiro par da área de negócios, capaz de criar e lançar novos produtos e abrir novos mercados. Controlam a maioria - 65% - dos gastos com TI. Têm uma excelente relação com o CEO, reportando-se a eles com assento no comitê executivo. E como o CEO e os outros executivos C-level, esses CIOs desfrutam de remuneração extra quando a empresa atinge metas de vendas e de lucro.
Tem mais: 44% dos CIOs se reportam ao CEO, índice acima dos 39% registrados no ano passado. E a maioria deles vem conquistando um tempo significativo para se concentrar na construção de relacionamentos com líderes empresariais, Alguns dedicam até 25% uma semana típica a essa tarefa. Agora, muitos já se questionam o que eles querem para si.
Os números revelam que a profissão de CIO está mudando rapidamente em um ambiente onde colegas olham cada vez menos para um grupo de TI tradicional como um obstáculo para o sucesso corporativo. Segundo os resultados da pesquisa, 48% dos CIOs reconhecem que os seus grupos de TI ainda são vistos pelos colegas de trabalho como um centro de custo ou provedor de serviços. As principais atividades desses CIOs são melhorar as operações de TI, a implantação de novos sistemas e o controle dos custos de TI. O gerenciando crises de TI também aparece no topo da lista. Isso soa como uma descrição do trabalho CIO de 1995. Para esses CIOs, deixar de tomar decisões do dia a dia de TI obriga a cultivar equipes de gerentes capazes de manter as luzes acesas e a execução de projetos dentro do escopo, prazo e orçamento.
O novo papel do CIO, no entanto, requer muita atenção. Há diferenças gritantes em que os CEOs querem este ano, de cada tipo de CIO. CIOs vistos como gestores de um centro de custo devem terminar um grande projeto da empresa, simplificar a TI e cortar gastos com tecnologia. Já os CIOs estratégicos estão sendo convidados a liderarem os esforços de inovação de produtos e de expansão global.
Essa polarização ameaça a vitalidade do papel do CIO. A divisão não é devido apenas aos CIOs aparentemente menos capazes, mas também ao fato de, diante de transformações radicais dos modelos de negócio, os líderes muitas vezes também não saberem bem o que querem. O risco? Um CIO estratégico em uma organização que vê a TI simplesmente como um centro de custo a ser gerenciado são tão incompatíveis quanto um CIO tático tentando manter-se em um lugar que exige novas ideias de TI.
A angústia dos CIOs é grande. Enquanto 86% dos CIOs ouvidos dizem que o seu papel está se tornando mais importante para a empresa e 90% dizem ser um CIO é cada vez mais desafiador, apenas 65% dizem que o papel do CIO está se tornando mais gratificante. Mas o mais preocupante é que 28% dos entrevistados dizem que se sentem sendo postos de lado.
Quando você conversa com CIOs sobre como eles pensam e o que eles fazem, dois temas principais emergem: remuneração variável e clientes.
Entre os CIOs pesquisados, 61% têm parte de sua remuneração vinculada a um objetivo específico traduzido em receita ou lucro corporativo. Estes CIOs também têm diferentes prioridades e expectativas em comparação com os 38% dos CIOs cujos pagamentos não estão vinculados a um desempenho financeiro. Essas prioridades e expectativas se enquadram na categoria de itens estratégicos, voltados para o exterior, como a melhoria de produtos e serviços, e o crescimento nos mercados emergentes. Em outras palavras, o tipo de empreendimentos discutido em reuniões privadas do conselho de administração.
E embora o foco do cliente seja uma prioridade alta, quase a metade dos CIOs pesquisados (47%) tem dificuldade em obter da sua equipe de TI foco nos negócios e nos clientes. Este número sobe para 50% entre os participantes de fora da América do Norte (42%). Os CIOs que não conseguem reorganizar o pessoal técnico para atender a este novo mundo, acabam tendo um única saída: substituí-los.
O que você imagina para o seu futuro profissional influencia a forma como você executa hoje. Para alguns CIOs, as coisas parecem ruins: 28% dizem que o papel do CIO está sendo "marginalizado" e 52% dizem que o futuro do CIO será focado em empreiteiros de gestão, nuvem e outros prestadores de serviços de TI.
Embora sejam a minoria, esses 28% que se sentem marginalizados são dignos de atenção. Seus comportamentos e atitudes podem indicar sérios, mas talvez corrigíveis, problemas organizacionais. Por exemplo, esses CIOs que dizem que o grupo de TI é percebida pelos colegas como um centro de custo são muito mais propensos a se sentirem marginalizado. Eles provavelmente estão sob intensa pressão para reduzir os custos de TI a partir da velha escola de CEOs e CFOs. Isso não é divertido. Também não é bom para o futuro da empresa que estão vendo seus negócios se tornarem mais digital. Alguns CIOs estão prontos. Outros não. Muitos estão presos em algum lugar no meio, lutando com a política interna e estilos de gestão antigos, bem como com forças econômicas e competitivas externas que jamais haviam visto.
Em números mais elevados que os demais, os CIOs marginalizados dizem que estão sendo convidados a serem mais inovadores, mas não têm certeza de como fazer isso (52% versus 37%). A inovação pode não ser fácil, mas os CIOs têm um papel importante a desempenhar.
CIOs que se sentem marginalizados também têm menos controle do orçamento de TI do que a média dos 722 líderes de TI, e estão muito mais propensos a assistirem a chamada Shadow IT aumentar. Além disso, passam mais tempo no controle de custos, segurança e em negociação com os fornecedores, e menos tempo liderando a mudança e promovendo a inovação empresarial.
Fonte: CIO Carreira
Da Redação da Revista CIO
Alguns CIOs aspiram se reportar ao CEO como uma forma de ganhar mais visibilidade para a TI e atenção para as principais decisões a tomar. Em vez de gastar os seus dias nos detalhes das operações de TI e de gestão de custos, ou na implementação de sistemas de suporte a processos de negócio, um número crescente de CIOs quer cada vez mais trabalhar na estratégia de negócios e identificar maneiras de incorporá-la em produtos, serviços e nos novos modelos de negócio.
Então temos boas notícias. Na 13ª edição da pesquisa anual State of the CIO, 25% dos 722 CIOs entrevistados relatam que o grupo de TI é percebido pelos colegas como um verdadeiro par da área de negócios, capaz de criar e lançar novos produtos e abrir novos mercados. Controlam a maioria - 65% - dos gastos com TI. Têm uma excelente relação com o CEO, reportando-se a eles com assento no comitê executivo. E como o CEO e os outros executivos C-level, esses CIOs desfrutam de remuneração extra quando a empresa atinge metas de vendas e de lucro.
Tem mais: 44% dos CIOs se reportam ao CEO, índice acima dos 39% registrados no ano passado. E a maioria deles vem conquistando um tempo significativo para se concentrar na construção de relacionamentos com líderes empresariais, Alguns dedicam até 25% uma semana típica a essa tarefa. Agora, muitos já se questionam o que eles querem para si.
Os números revelam que a profissão de CIO está mudando rapidamente em um ambiente onde colegas olham cada vez menos para um grupo de TI tradicional como um obstáculo para o sucesso corporativo. Segundo os resultados da pesquisa, 48% dos CIOs reconhecem que os seus grupos de TI ainda são vistos pelos colegas de trabalho como um centro de custo ou provedor de serviços. As principais atividades desses CIOs são melhorar as operações de TI, a implantação de novos sistemas e o controle dos custos de TI. O gerenciando crises de TI também aparece no topo da lista. Isso soa como uma descrição do trabalho CIO de 1995. Para esses CIOs, deixar de tomar decisões do dia a dia de TI obriga a cultivar equipes de gerentes capazes de manter as luzes acesas e a execução de projetos dentro do escopo, prazo e orçamento.
Descompasso
O novo papel do CIO, no entanto, requer muita atenção. Há diferenças gritantes em que os CEOs querem este ano, de cada tipo de CIO. CIOs vistos como gestores de um centro de custo devem terminar um grande projeto da empresa, simplificar a TI e cortar gastos com tecnologia. Já os CIOs estratégicos estão sendo convidados a liderarem os esforços de inovação de produtos e de expansão global.
Essa polarização ameaça a vitalidade do papel do CIO. A divisão não é devido apenas aos CIOs aparentemente menos capazes, mas também ao fato de, diante de transformações radicais dos modelos de negócio, os líderes muitas vezes também não saberem bem o que querem. O risco? Um CIO estratégico em uma organização que vê a TI simplesmente como um centro de custo a ser gerenciado são tão incompatíveis quanto um CIO tático tentando manter-se em um lugar que exige novas ideias de TI.
A angústia dos CIOs é grande. Enquanto 86% dos CIOs ouvidos dizem que o seu papel está se tornando mais importante para a empresa e 90% dizem ser um CIO é cada vez mais desafiador, apenas 65% dizem que o papel do CIO está se tornando mais gratificante. Mas o mais preocupante é que 28% dos entrevistados dizem que se sentem sendo postos de lado.
Chaves para o sucesso
Quando você conversa com CIOs sobre como eles pensam e o que eles fazem, dois temas principais emergem: remuneração variável e clientes.
Entre os CIOs pesquisados, 61% têm parte de sua remuneração vinculada a um objetivo específico traduzido em receita ou lucro corporativo. Estes CIOs também têm diferentes prioridades e expectativas em comparação com os 38% dos CIOs cujos pagamentos não estão vinculados a um desempenho financeiro. Essas prioridades e expectativas se enquadram na categoria de itens estratégicos, voltados para o exterior, como a melhoria de produtos e serviços, e o crescimento nos mercados emergentes. Em outras palavras, o tipo de empreendimentos discutido em reuniões privadas do conselho de administração.
E embora o foco do cliente seja uma prioridade alta, quase a metade dos CIOs pesquisados (47%) tem dificuldade em obter da sua equipe de TI foco nos negócios e nos clientes. Este número sobe para 50% entre os participantes de fora da América do Norte (42%). Os CIOs que não conseguem reorganizar o pessoal técnico para atender a este novo mundo, acabam tendo um única saída: substituí-los.
O lado ruim
O que você imagina para o seu futuro profissional influencia a forma como você executa hoje. Para alguns CIOs, as coisas parecem ruins: 28% dizem que o papel do CIO está sendo "marginalizado" e 52% dizem que o futuro do CIO será focado em empreiteiros de gestão, nuvem e outros prestadores de serviços de TI.
Embora sejam a minoria, esses 28% que se sentem marginalizados são dignos de atenção. Seus comportamentos e atitudes podem indicar sérios, mas talvez corrigíveis, problemas organizacionais. Por exemplo, esses CIOs que dizem que o grupo de TI é percebida pelos colegas como um centro de custo são muito mais propensos a se sentirem marginalizado. Eles provavelmente estão sob intensa pressão para reduzir os custos de TI a partir da velha escola de CEOs e CFOs. Isso não é divertido. Também não é bom para o futuro da empresa que estão vendo seus negócios se tornarem mais digital. Alguns CIOs estão prontos. Outros não. Muitos estão presos em algum lugar no meio, lutando com a política interna e estilos de gestão antigos, bem como com forças econômicas e competitivas externas que jamais haviam visto.
Em números mais elevados que os demais, os CIOs marginalizados dizem que estão sendo convidados a serem mais inovadores, mas não têm certeza de como fazer isso (52% versus 37%). A inovação pode não ser fácil, mas os CIOs têm um papel importante a desempenhar.
CIOs que se sentem marginalizados também têm menos controle do orçamento de TI do que a média dos 722 líderes de TI, e estão muito mais propensos a assistirem a chamada Shadow IT aumentar. Além disso, passam mais tempo no controle de custos, segurança e em negociação com os fornecedores, e menos tempo liderando a mudança e promovendo a inovação empresarial.
Fonte: CIO Carreira
O CIO está ao lado do CEO
A globalização e o avanço da tecnologia exigem uma nova postura do CIO. Agora, ele precisa ser um estrategista capaz de mirar em resultados – e não mais um simples expert em informática.
Por Frank Dorr e Claudio Elsas, sócios-diretores da Lodestone Management Consultants
Estamos vivendo uma nova era no mundo corporativo – a chamada “Era das Redes de Negócios”. Caracterizada pelo surgimento de tecnologias heterogêneas, como os smartphones, tablets, aplicativos diversos, blogs, redes sociais, plataformas de colaboração, sistemas de análise inteligente de dados etc., esta nova era apresenta como grande desafio a inserção de uma série de novidades nas operações já existentes e nos novos empreendimentos das empresas. E uma dessas novidades – a principal delas – é um novo paradigma no conceito da Tecnologia de Informação (TI).
O paradigma do passado era de que a TI era muito mais uma barreira para o sucesso de um empresa do que um fator de desenvolvimento. Frequentemente, quando o presidente – ou Chief Executivo Officer (CEO) – precisava mudar seus modelos de negócios, ouvia frases do tipo: “Excelente ideia, Sr. Presidente, mas infelizmente a mudança no sistema não é viável, é extremamente complexa e demoraria demais”. Por isso, a TI era muito mais associada a entraves do que a soluções de negócios.
Hoje em dia, com a explosão da inovação tecnológica, esse cenário mudou. O paradigma é outro. A TI não só deixou de ser uma barreira como passou a ser sinônimo de oportunidades de negócios, inovação e competitividade. Que o digam as plataformas de e-commerce, que permitiram às lojas físicas uma atuação nacional ou até global. Se, hoje, o pequeno empresário pode concorrer com o grande, isso se deve principalmente à tecnologia.
Segundo o estudo “Next Generation CIO”, realizado entre 2007 e 2011 pela Universidade Alemã Ingolstadt University of Applied Sciences e publicado recentemente, as macrotendências globais ajudaram a desencadear essa mudança de paradigma no setor TI.
A primeira macrotendência aponta para a necessidade de centralizar e harmonizar sistemas de gestão (ERPs) diferentes dentro da empresa. A globalização e o advento da internet nos processos de negócios deixou um legado: a necessidade de operar em diferentes regiões (com legislações e mercados específicos), países com culturas diversas e, ainda, consolidação de dados em fusões/aquisições. Em termos de tecnologia, restaram sistemas heterogêneos e tipos de tecnologia diversos, que precisam ser ajustados para poderem trocar dados entre si. E mais: é preciso incorporar as novas tecnologias emergentes. Mas como integrar e harmonizar inúmeros sistemas diferentes? Como gerenciar informações unificadamente? De acordo com o estudo, as empresas com atuação global irão operar com, no máximo, cinco sistemas de gestão empresarial. Algumas corporações já atuam com sucesso tendo apenas um ERP em operações globais. A consolidação de tecnologias, plataformas ou sistemas é necessária para o bem da empresa.
A segunda mudança mostra a necessidade de integrar os stakeholders. No futuro, o valor agregado será criado a partir da associação de clientes, parceiros e fornecedores. Ou seja: será preciso envolvê-los cada vez mais no coração dos processos de negócios. Como resultado, a cadeia de valor progredirá para redes de cadeias de valor. Logo, para poder manter e aumentar a qualidade dos produtos, serviços e processos, a área de tecnologia precisará atender às mais altas e diferentes demandas de integração dos processos de tecnologia.
Em terceiro lugar está o aumento do número de novas tecnologias. Se você acha que já temos muitas, saiba que o estudo “Next Generation CIO” indica que cerca de 50 novas tecnologias devem surgir num futuro próximo. Na prática, o CIO precisará gerenciar muitos projetos simultaneamente, o que tornará o processo de priorização cada vez mais complexo. Além disso, será necessário que ele e o presidente avaliem a relação custo/benefício das inovações e os riscos para o negócio.
A última tendência é a de aumento da dependência tecnológica das corporações. Hoje, 59% das operações empresariais não funcionam sem tecnologia. Até 2015, esse percentual será de 88%. Esse dado apenas consolida um fato que já conhecemos: a TI deixou de ser secundária e passou a ser primária. Quase 90% das operações serão dependentes da tecnologia no futuro – ou seja, a TI será a base do sucesso e da eficiência da maioria das operações produtivas.
O valor que o empresário dá à tecnologia pode fazer a diferença entre o sucesso ou o fracasso de uma empresa. Nesse cenário, o diretor de tecnologia ou CIO passa a ter um papel ainda mais crucial. As empresas de sucesso no futuro — independentemente do seu porte — serão aquelas que tiverem um CIO proativo, com perfil mais integrador e bem relacionado. Esse profissional deixará de ser um subordinado do diretor financeiro e passará a se reportar diretamente ao presidente. Ele não será mais somente o expert em TI, mas também um estrategista, um gestor de mudanças que contribui para os resultados. Deixará de ser um diretor de Tecnologia de Informação (Chief Information Officer) para atuar como um diretor de integração tecnológica (Chief Integration Officer).
Portanto, é hora de rever conceitos. Se você é CEO, precisa prestar mais atenção ao seu profissional de TI e trazê-lo para o centro de decisões da sua empresa. É necessário envolvê-lo em suas estratégias e torná-lo seu aliado. A Era das Redes de Negócios já está aí. Será cada vez menos comum ouvirmos frases do tipo “não podemos mudar, o sistema não suporta”. No futuro, a fala ideal dos CIOs será mais ou menos assim: “Sr. presidente, surgiu uma nova tecnologia no mercado e, se implementada, nos possibilitará um incremento de alguns milhões nos resultados financeiros. Que tal?”.
Fonte: Revista Digital
Por Frank Dorr e Claudio Elsas, sócios-diretores da Lodestone Management Consultants
Estamos vivendo uma nova era no mundo corporativo – a chamada “Era das Redes de Negócios”. Caracterizada pelo surgimento de tecnologias heterogêneas, como os smartphones, tablets, aplicativos diversos, blogs, redes sociais, plataformas de colaboração, sistemas de análise inteligente de dados etc., esta nova era apresenta como grande desafio a inserção de uma série de novidades nas operações já existentes e nos novos empreendimentos das empresas. E uma dessas novidades – a principal delas – é um novo paradigma no conceito da Tecnologia de Informação (TI).
O paradigma do passado era de que a TI era muito mais uma barreira para o sucesso de um empresa do que um fator de desenvolvimento. Frequentemente, quando o presidente – ou Chief Executivo Officer (CEO) – precisava mudar seus modelos de negócios, ouvia frases do tipo: “Excelente ideia, Sr. Presidente, mas infelizmente a mudança no sistema não é viável, é extremamente complexa e demoraria demais”. Por isso, a TI era muito mais associada a entraves do que a soluções de negócios.
Hoje em dia, com a explosão da inovação tecnológica, esse cenário mudou. O paradigma é outro. A TI não só deixou de ser uma barreira como passou a ser sinônimo de oportunidades de negócios, inovação e competitividade. Que o digam as plataformas de e-commerce, que permitiram às lojas físicas uma atuação nacional ou até global. Se, hoje, o pequeno empresário pode concorrer com o grande, isso se deve principalmente à tecnologia.
Segundo o estudo “Next Generation CIO”, realizado entre 2007 e 2011 pela Universidade Alemã Ingolstadt University of Applied Sciences e publicado recentemente, as macrotendências globais ajudaram a desencadear essa mudança de paradigma no setor TI.
A primeira macrotendência aponta para a necessidade de centralizar e harmonizar sistemas de gestão (ERPs) diferentes dentro da empresa. A globalização e o advento da internet nos processos de negócios deixou um legado: a necessidade de operar em diferentes regiões (com legislações e mercados específicos), países com culturas diversas e, ainda, consolidação de dados em fusões/aquisições. Em termos de tecnologia, restaram sistemas heterogêneos e tipos de tecnologia diversos, que precisam ser ajustados para poderem trocar dados entre si. E mais: é preciso incorporar as novas tecnologias emergentes. Mas como integrar e harmonizar inúmeros sistemas diferentes? Como gerenciar informações unificadamente? De acordo com o estudo, as empresas com atuação global irão operar com, no máximo, cinco sistemas de gestão empresarial. Algumas corporações já atuam com sucesso tendo apenas um ERP em operações globais. A consolidação de tecnologias, plataformas ou sistemas é necessária para o bem da empresa.
A segunda mudança mostra a necessidade de integrar os stakeholders. No futuro, o valor agregado será criado a partir da associação de clientes, parceiros e fornecedores. Ou seja: será preciso envolvê-los cada vez mais no coração dos processos de negócios. Como resultado, a cadeia de valor progredirá para redes de cadeias de valor. Logo, para poder manter e aumentar a qualidade dos produtos, serviços e processos, a área de tecnologia precisará atender às mais altas e diferentes demandas de integração dos processos de tecnologia.
Em terceiro lugar está o aumento do número de novas tecnologias. Se você acha que já temos muitas, saiba que o estudo “Next Generation CIO” indica que cerca de 50 novas tecnologias devem surgir num futuro próximo. Na prática, o CIO precisará gerenciar muitos projetos simultaneamente, o que tornará o processo de priorização cada vez mais complexo. Além disso, será necessário que ele e o presidente avaliem a relação custo/benefício das inovações e os riscos para o negócio.
A última tendência é a de aumento da dependência tecnológica das corporações. Hoje, 59% das operações empresariais não funcionam sem tecnologia. Até 2015, esse percentual será de 88%. Esse dado apenas consolida um fato que já conhecemos: a TI deixou de ser secundária e passou a ser primária. Quase 90% das operações serão dependentes da tecnologia no futuro – ou seja, a TI será a base do sucesso e da eficiência da maioria das operações produtivas.
O valor que o empresário dá à tecnologia pode fazer a diferença entre o sucesso ou o fracasso de uma empresa. Nesse cenário, o diretor de tecnologia ou CIO passa a ter um papel ainda mais crucial. As empresas de sucesso no futuro — independentemente do seu porte — serão aquelas que tiverem um CIO proativo, com perfil mais integrador e bem relacionado. Esse profissional deixará de ser um subordinado do diretor financeiro e passará a se reportar diretamente ao presidente. Ele não será mais somente o expert em TI, mas também um estrategista, um gestor de mudanças que contribui para os resultados. Deixará de ser um diretor de Tecnologia de Informação (Chief Information Officer) para atuar como um diretor de integração tecnológica (Chief Integration Officer).
Portanto, é hora de rever conceitos. Se você é CEO, precisa prestar mais atenção ao seu profissional de TI e trazê-lo para o centro de decisões da sua empresa. É necessário envolvê-lo em suas estratégias e torná-lo seu aliado. A Era das Redes de Negócios já está aí. Será cada vez menos comum ouvirmos frases do tipo “não podemos mudar, o sistema não suporta”. No futuro, a fala ideal dos CIOs será mais ou menos assim: “Sr. presidente, surgiu uma nova tecnologia no mercado e, se implementada, nos possibilitará um incremento de alguns milhões nos resultados financeiros. Que tal?”.
Fonte: Revista Digital
Liderança tem a ver com Emoção
Por Megan M. Biro | 15 de Dezembro de 2013
Tradução: Luciano Zago (@lucianozago)
Texto original: "Leadership is About Emotion"
Faça uma lista com os cinco líderes que mais admira. Podem ser pessoas de negócios, das mídias sociais, de tecnologia, ciência, qualquer área. Agora se pergunte porquê os admira. As chances são altas de que sua admiração seja baseada muito mais do que apenas nas suas conquistas, por mais impressionantes que possam ser. Aposto que todos desta lista o atingem num nível emocional.
A habilidade de atingir as pessoas tal forma que transcende a intelectualidade e a razão é a marca de um grande líder. Todos eles têm isso. Eles nos inspiram, simplesmente assim. E ao sermos inspirados, acionamos o melhor que há em nós e passamos a ser capazes de realizar coisas incríveis.
Sendo assim, esta habilidade de tocar e inspirar pode ser aprendida? Não e sim. A verdade é que nem todos podem liderar, e ainda não há nenhum substituto para o talento natural. Honestamente, estou mais convencida disso agora – percebi a realidade do mundo do trabalho e do engajamento de funcionários. Mas àqueles que lhes faltam um algo a mais para se tornarem uma estrela (nada menos que a maioria de nós), as habilidades de liderança podem ser adquiridas, aprimoradas e aperfeiçoadas.
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Grandes líderes compreendem a empatia, e possuem a habilidade de captar as necessidades e desejos (às vezes inconscientes, muitas vezes não declaradas) das pessoas. Isto lhes permite discutir sobre essas necessidades e, sempre que possível, atendê-las. Quando as pessoas percebem que são compreendidas e sentem empatia por algo, colocam um PONTO FINAL e estabelecem uma ligação.
APRENDIZADO CONTÍNUO. Me mostre um alguém “sabe-tudo” e lhe mostrarei outro que não tem a mínima noção sobre o ser humano. Curiosidade e desejo insaciável de fazer o melhor sempre é a marca de um grande líder. Eles raramente estão satisfeitos com o status quo , e aceitam naturalmente novos conhecimentos e informações recentes (mesmo que desafiadoras). Isto tem a ver com investir em si mesmo
CONTEXTUALIZE. Grandes líderes reagem a cada desafio com um novo olhar. Sabem que algo que funcionou numa determinada situação pode ser irrelevante em outra. Antes de agir, se certificam que você entendeu os detalhes da situação e adéquam suas ações nesse sentido.
DEIXE IR. Muitas pessoas pensam que liderança é sobre controle. Na realidade, grandes líderes inspiram e então saem do caminho. Sabem que pessoas talentosas não precisam nem querem gestores na sua cola. Liderança tem a ver com influência, orientação e suporte, não com controle. Buscam formas de realizar melhor o trabalho, e então saem do caminho para que as pessoas possam fazer o seu.
HONESTIDADE. Não passa uma semana em sem que se ouça sobre algum líder que perdeu a credibilidade por ter sido desonesto. Muitas vezes isso ocorre por causa das pressões para tentar “medir-se” mesmo não sendo reflexo da realidade; quase sempre está relacionado ao medo de não ser aceito pelo seu verdadeiro “eu”. Vivemos numa era de extraordinária transparência, razão suficiente para ser sempre fiel ao seu âmago – sua missão será revelada, suas motivações se mostrarão por suas atitudes. Mas vai muito além disso. É um ponto que determina um exemplo e eleva a organização. Se você constrói uma reputação baseada na honestidade, será muito mais fácil levar más notícias e enfrentar desafios difíceis. Você tem inspirado as pessoas do fundo do seu coração?
BONDADE E RESPEITO. Líderes (pessoas) legais não terminam por último. Sempre chegam primeiro, e de novo, e de novo. A ignorância e arrogância acabam com a liderança, e são também indicadores de insegurança. Tratar a todos com o mínimo de respeito é um traço de necessidade absoluta da liderança. A bondade é o presente que sempre retribui. Claro, haverá pessoas que mostrarão não merecer respeito e se deve lidar com elas. No entanto esta tarefa será bem mais fácil e terá um impacto menor na sua organização se você tiver uma reputação pautada pela bondade, honestidade e respeito.
COLABORAÇÃO. Os empregos e as carreiras das pessoas são parte integrante de suas vidas. Quanto mais as organizações os tornam parceiros, mais elas entregarão resultados incríveis. Significa, na medida do possível, comunicar as estratégias, objetivos e desafios da organização; isto estimula a adesão e, novamente, é sinal de respeito. As pessoas não serão surpreendidas por contratempos se estiverem num ciclo contínuo.
SEJA PARCEIRO DE SEU GRUPO. Como dito acima, as carreiras das pessoas ocupam uma grande parte de suas vidas. Pode parecer besteira, mas líderes devem ter isso em mente o tempo todo. Descubra quais são os objetivos profissionais de seus funcionários e, então, faça o possível para ajudar a alcançá-los. Mesmo que isso signifique que eventualmente deixarão sua organização. Você ganhará funcionários felizes, produtivos, que trabalham com paixão e comprometimento, e permitirá que sua empresa vá longe e cresça. Além de ser uma oportunidade de deixar a marca de sua grandeza.
Liderança é tanto uma arte quanto uma ciência. Estas ferramentas são diretrizes, não regras rígidas, mas todos precisam desenvolver seu próprio estilo de liderança. Faça dessas ferramentas parte de seu arsenal e as use na medida em que busca atingir as pessoas num nível emocional. Seja humano. É o que importa.
Tradução: Luciano Zago (@lucianozago)
Texto original: "Leadership is About Emotion"
Faça uma lista com os cinco líderes que mais admira. Podem ser pessoas de negócios, das mídias sociais, de tecnologia, ciência, qualquer área. Agora se pergunte porquê os admira. As chances são altas de que sua admiração seja baseada muito mais do que apenas nas suas conquistas, por mais impressionantes que possam ser. Aposto que todos desta lista o atingem num nível emocional.
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| Roda das Emoções desenvolvida por Robert Plutchik (Crédito da imagem: Wikipedia) |
A habilidade de atingir as pessoas tal forma que transcende a intelectualidade e a razão é a marca de um grande líder. Todos eles têm isso. Eles nos inspiram, simplesmente assim. E ao sermos inspirados, acionamos o melhor que há em nós e passamos a ser capazes de realizar coisas incríveis.
Sendo assim, esta habilidade de tocar e inspirar pode ser aprendida? Não e sim. A verdade é que nem todos podem liderar, e ainda não há nenhum substituto para o talento natural. Honestamente, estou mais convencida disso agora – percebi a realidade do mundo do trabalho e do engajamento de funcionários. Mas àqueles que lhes faltam um algo a mais para se tornarem uma estrela (nada menos que a maioria de nós), as habilidades de liderança podem ser adquiridas, aprimoradas e aperfeiçoadas.
Conheça Algumas Ferramentas que Ajudarão o Talento a Brilhar
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Grandes líderes compreendem a empatia, e possuem a habilidade de captar as necessidades e desejos (às vezes inconscientes, muitas vezes não declaradas) das pessoas. Isto lhes permite discutir sobre essas necessidades e, sempre que possível, atendê-las. Quando as pessoas percebem que são compreendidas e sentem empatia por algo, colocam um PONTO FINAL e estabelecem uma ligação.
APRENDIZADO CONTÍNUO. Me mostre um alguém “sabe-tudo” e lhe mostrarei outro que não tem a mínima noção sobre o ser humano. Curiosidade e desejo insaciável de fazer o melhor sempre é a marca de um grande líder. Eles raramente estão satisfeitos com o status quo , e aceitam naturalmente novos conhecimentos e informações recentes (mesmo que desafiadoras). Isto tem a ver com investir em si mesmo
CONTEXTUALIZE. Grandes líderes reagem a cada desafio com um novo olhar. Sabem que algo que funcionou numa determinada situação pode ser irrelevante em outra. Antes de agir, se certificam que você entendeu os detalhes da situação e adéquam suas ações nesse sentido.
DEIXE IR. Muitas pessoas pensam que liderança é sobre controle. Na realidade, grandes líderes inspiram e então saem do caminho. Sabem que pessoas talentosas não precisam nem querem gestores na sua cola. Liderança tem a ver com influência, orientação e suporte, não com controle. Buscam formas de realizar melhor o trabalho, e então saem do caminho para que as pessoas possam fazer o seu.
HONESTIDADE. Não passa uma semana em sem que se ouça sobre algum líder que perdeu a credibilidade por ter sido desonesto. Muitas vezes isso ocorre por causa das pressões para tentar “medir-se” mesmo não sendo reflexo da realidade; quase sempre está relacionado ao medo de não ser aceito pelo seu verdadeiro “eu”. Vivemos numa era de extraordinária transparência, razão suficiente para ser sempre fiel ao seu âmago – sua missão será revelada, suas motivações se mostrarão por suas atitudes. Mas vai muito além disso. É um ponto que determina um exemplo e eleva a organização. Se você constrói uma reputação baseada na honestidade, será muito mais fácil levar más notícias e enfrentar desafios difíceis. Você tem inspirado as pessoas do fundo do seu coração?
BONDADE E RESPEITO. Líderes (pessoas) legais não terminam por último. Sempre chegam primeiro, e de novo, e de novo. A ignorância e arrogância acabam com a liderança, e são também indicadores de insegurança. Tratar a todos com o mínimo de respeito é um traço de necessidade absoluta da liderança. A bondade é o presente que sempre retribui. Claro, haverá pessoas que mostrarão não merecer respeito e se deve lidar com elas. No entanto esta tarefa será bem mais fácil e terá um impacto menor na sua organização se você tiver uma reputação pautada pela bondade, honestidade e respeito.
COLABORAÇÃO. Os empregos e as carreiras das pessoas são parte integrante de suas vidas. Quanto mais as organizações os tornam parceiros, mais elas entregarão resultados incríveis. Significa, na medida do possível, comunicar as estratégias, objetivos e desafios da organização; isto estimula a adesão e, novamente, é sinal de respeito. As pessoas não serão surpreendidas por contratempos se estiverem num ciclo contínuo.
SEJA PARCEIRO DE SEU GRUPO. Como dito acima, as carreiras das pessoas ocupam uma grande parte de suas vidas. Pode parecer besteira, mas líderes devem ter isso em mente o tempo todo. Descubra quais são os objetivos profissionais de seus funcionários e, então, faça o possível para ajudar a alcançá-los. Mesmo que isso signifique que eventualmente deixarão sua organização. Você ganhará funcionários felizes, produtivos, que trabalham com paixão e comprometimento, e permitirá que sua empresa vá longe e cresça. Além de ser uma oportunidade de deixar a marca de sua grandeza.
Liderança é tanto uma arte quanto uma ciência. Estas ferramentas são diretrizes, não regras rígidas, mas todos precisam desenvolver seu próprio estilo de liderança. Faça dessas ferramentas parte de seu arsenal e as use na medida em que busca atingir as pessoas num nível emocional. Seja humano. É o que importa.
O ambiente de TI ficará mais caótico e mais difícil de gerenciar
Mobilidade, consumerização, cloud computing, Big Data e mídias sociais continuarão redesenhando as TIC, mexendo com o cenário global. A gestão de TI nas empresas ficará muito mais complexa mas, ao mesmo tempo, deverá gerar grandes oportunidades.

O ano de 2011 deve ficar marcado na história pelo advento de tendências que acabarão por romper com os atuais paradigmas do setor. A TI do futuro começou a ganhar novos contornos com conceitos e tecnologias como mobilidade, consumerização, cloud computing, Big Data e negócios sociais. Segundo especialistas, essas tendências criarão um ambiente em que a gestão da tecnologia nas empresas ficará muito mais complexa mas, ao mesmo tempo, vai gerar grandes oportunidades. A TI dos próximos anos será a chave para o desenvolvimento de novos negócios e para o aumento da competividade.
No ano em que se iniciou essa nova fase de transformações, outro desafio da TI foi dar resposta à grave crise dos países desenvolvidos. Em 2011, os números do setor mostram que ele respondeu bem às dificuldades econômicas dos Estados Unidos, da União Europeia e do Japão. Segundo a consultoria IDC, a TI deve atingir faturamento de pouco mais de 1,7 trilhão de dólares, o que significará crescimento de 7,3%, taxa que foi garantida, em grande parte, pelas nações emergentes como China, Brasil e Índia. Para o mercado brasileiro, o instituto prevê expansão de 13%, já para China e Índia, a expectativa é que tenham incremento de 21% e 12%, respectivamente.
Cláudio Soutto Mayor, líder da área de Consultoria de TI da Deloitte, diz que o ano de 2011 foi um período de aprendizado em relação aos impactos causados pelo avanço do conceito de cloud computing, mobilidade e necessidade de uso de soluções analíticas. “A combinação desses três fatores acarretou em mudanças globais da TI. Mas aqui no Brasil estamos em momento favorável na economia, que deve ajudar no crescimento das empresas e consequente aumento de investimentos em TI”, afirma.
Um pouco abaixo da média mundial, e representando algo em torno de um terço do total do faturamento da TI global, o mercado norte-americano deve apresentar aumento de 6,7% neste ano. Já a Europa Ocidental, não crescerá mais do que 3,5%, segundo previsões da IDC. E o Japão, afetado pela crise econômica e pelos efeitos do terremoto e pelo tsunami, que atingiram o país no primeiro trimestre, terá desempenho negativo, com recuo de 2,4%.
O gerente-geral da IDC Brasil, Mauro Peres, informa que as dificuldades econômicas de 2011 foram amenas se comparadas à gravidade da crise de 2008 e 2009, que levou à suspensão dos investimentos. “Grandes projetos são os que mais sofrem quando há uma crise mais profunda. E o que se viu em 2010 e 2011 foi a retomada de muitos investimentos que foram interrompidos em 2008 e 2009”, diz o executivo. Em 2011, prossegue, o mercado de serviços de TI manteve constância, por ser mais estável.
Segundo ele, a expectativa é de que os países desenvolvidos cresçam mais do que neste ano, com os da Europa apresentando incremento de 4,9%, os Estados Unidos, 7,1%, e o Japão se recuperando, com expansão de 3,5%. Já os países emergentes sofrerão desaceleração, sentindo os efeitos da crise econômica internacional. No entanto, esses mercados continuarão com taxas mais altas. Na América Latina, a expectativa é de alta de 9,8%, ante 13,2% em 2011, sendo que o Brasil expandirá 11,5%. “O País vai continuar avançando, com previsão de crescer quase quatro vezes o PIB”, afirma Peres, lembrando que o Brasil, junto com Índia e China, continuará a ser um dos mercados mais cobiçados pelas empresas.
Segundo o analista de mercado da IDC, Martim Juacida “a mobilidade está no centro das atenções dos consumidores”. A condição da economia no País, somada ao fato de a classe média continuar com acesso a crédito, faz com que o segmento aponte para números maiores a cada trimestre.
Mayor, da Deloitte, acrescenta à explosão da mobilidade, o aumento da demanda por aplicações de inteligência de negócios, que acabaram saltando para os dispositivos móveis, aprimorando e agilizando as tomadas de decisão e aquecendo ainda mais a febre de tablets e smartphones.
Independentemente do desempenho do setor de TI no mundo, o que não muda são as atuais tendências para aquilo que a IDC definiu como a “Terceira Onda de Tecnologia”. Segundo Peres, redes sociais, explosão de dados, mobilidade e nuvem, são ingredientes disruptivos, que alteram a forma como a Tecnologia da Informação será desenvolvida no futuro. Por conta disso “o ambiente de TI está ficando mais caótico e mais difícil de ser gerenciado. Trata-se de uma época em que a tecnologia está se fragmentando. Um ambiente em que ela é mais complexa de ser gerenciada, porém com maior potencial de se usá-la para gerar valor ao negócio”.
Com a explosão do universo digital, o gestor de TI precisa ter consciência de que terá de trabalhar muito para minimizar o risco que esse nível caótico pode gerar. Para o executivo da IDC, o CIO deve conscientizar-se de que, cada vez mais, perderá o controle sobre a tecnologia acessada pelos usuários nas empresas. “O crescimento de informações em zetabytes é exponencial. Em 2020, vamos ter mais smartphones do que PCs, até dez vezes mais servidores no mercado de TI do que existem hoje, 70 vezes mais informações para serem gerenciadas e o número de pessoas alocadas em TI vai crescer apenas uma vez e meia. E o orçamento somente duas vezes maior”, diz.
Segundo dados do instituto de pesquisas Gartner, em 2010, a base instalada de PCs móveis e smartphones superou a de PCs. Cerca de 20 milhões de tablets (como o iPad) foram vendidos em 2010, mas, até 2016, o Gartner estima que 900 milhões de tablets serão comercializados, o que representa um equipamento para cada oito pessoas do planeta. Até 2014, os dispositivos baseados em sistemas operacionais móveis [como o iOS da Apple, o Android do Google, e o Windows 8 da Microsoft] superem todos os sistemas baseados em PCs.
“Há três anos, medimos o uso corporativo das redes sociais. Menos de 20% das empresas empregavam em 2009. Em 2011, mais da metade das companhias já a adotou para alguma função corporativa”, diz Peres.
Para os analistas do Gartner, o crescimento das mídias sociais tem significado o advento da informação instantânea, com a criação de um ambiente para aplicativos sociais e preparado terreno para a era dos negócios digitais. O vice-presidente do Gartner, Peter Sondergaard, afirmou durante o evento Gartner Symposium ITxpo 2011, realizado no final do ano passado, em São Paulo, que o próximo estágio da chamada computação envolverá clientes, cidadãos e funcionários com os sistemas corporativos.
“Com 1,2 bilhão de pessoas nas redes sociais - cerca de 20% da população mundial – a computação em nuvem está em nova fase. Os líderes de TI devem incorporar imediatamente as capacidades de software social em seus sistemas empresariais”, disse Sondergaard.
Na opinião do executivo do Gartner, o tradicional data warehouse empresarial, centralizando todas as informações necessárias para as decisões, não terá lugar nessa nova era. Para Sondergaard, múltiplos sistemas, incluindo gestão de conteúdo, data warehouses, data smarts e sistemas de arquivos especializados, unidos com serviços de dados e metadados, vão se tornar um warehouse “lógico” dos dados empresariais. “A informação é o combustível do século 21, e as análises, o motor de combustão”, descreve Sondergaard.
Nesse estágio, entra outra tendência disruptiva, pois essa busca por análises vai gerar um volume sem precedentes de informações com enorme variedade e complexidade. Isto está levando a uma mudança nas táticas de gestão de dados, conhecida como Big Data, criando o que o Gartner denomina Estratégia Baseada em Padrões (Pattern-Based Strategy Architecture, em inglês), que busca sinais e os modela pelo seu impacto – e, depois, os adapta ao processo de negócio da organização.
Fonte: CIO Gestão

O ano de 2011 deve ficar marcado na história pelo advento de tendências que acabarão por romper com os atuais paradigmas do setor. A TI do futuro começou a ganhar novos contornos com conceitos e tecnologias como mobilidade, consumerização, cloud computing, Big Data e negócios sociais. Segundo especialistas, essas tendências criarão um ambiente em que a gestão da tecnologia nas empresas ficará muito mais complexa mas, ao mesmo tempo, vai gerar grandes oportunidades. A TI dos próximos anos será a chave para o desenvolvimento de novos negócios e para o aumento da competividade.
No ano em que se iniciou essa nova fase de transformações, outro desafio da TI foi dar resposta à grave crise dos países desenvolvidos. Em 2011, os números do setor mostram que ele respondeu bem às dificuldades econômicas dos Estados Unidos, da União Europeia e do Japão. Segundo a consultoria IDC, a TI deve atingir faturamento de pouco mais de 1,7 trilhão de dólares, o que significará crescimento de 7,3%, taxa que foi garantida, em grande parte, pelas nações emergentes como China, Brasil e Índia. Para o mercado brasileiro, o instituto prevê expansão de 13%, já para China e Índia, a expectativa é que tenham incremento de 21% e 12%, respectivamente.
Cláudio Soutto Mayor, líder da área de Consultoria de TI da Deloitte, diz que o ano de 2011 foi um período de aprendizado em relação aos impactos causados pelo avanço do conceito de cloud computing, mobilidade e necessidade de uso de soluções analíticas. “A combinação desses três fatores acarretou em mudanças globais da TI. Mas aqui no Brasil estamos em momento favorável na economia, que deve ajudar no crescimento das empresas e consequente aumento de investimentos em TI”, afirma.
Um pouco abaixo da média mundial, e representando algo em torno de um terço do total do faturamento da TI global, o mercado norte-americano deve apresentar aumento de 6,7% neste ano. Já a Europa Ocidental, não crescerá mais do que 3,5%, segundo previsões da IDC. E o Japão, afetado pela crise econômica e pelos efeitos do terremoto e pelo tsunami, que atingiram o país no primeiro trimestre, terá desempenho negativo, com recuo de 2,4%.
O gerente-geral da IDC Brasil, Mauro Peres, informa que as dificuldades econômicas de 2011 foram amenas se comparadas à gravidade da crise de 2008 e 2009, que levou à suspensão dos investimentos. “Grandes projetos são os que mais sofrem quando há uma crise mais profunda. E o que se viu em 2010 e 2011 foi a retomada de muitos investimentos que foram interrompidos em 2008 e 2009”, diz o executivo. Em 2011, prossegue, o mercado de serviços de TI manteve constância, por ser mais estável.
Segundo ele, a expectativa é de que os países desenvolvidos cresçam mais do que neste ano, com os da Europa apresentando incremento de 4,9%, os Estados Unidos, 7,1%, e o Japão se recuperando, com expansão de 3,5%. Já os países emergentes sofrerão desaceleração, sentindo os efeitos da crise econômica internacional. No entanto, esses mercados continuarão com taxas mais altas. Na América Latina, a expectativa é de alta de 9,8%, ante 13,2% em 2011, sendo que o Brasil expandirá 11,5%. “O País vai continuar avançando, com previsão de crescer quase quatro vezes o PIB”, afirma Peres, lembrando que o Brasil, junto com Índia e China, continuará a ser um dos mercados mais cobiçados pelas empresas.
Segundo o analista de mercado da IDC, Martim Juacida “a mobilidade está no centro das atenções dos consumidores”. A condição da economia no País, somada ao fato de a classe média continuar com acesso a crédito, faz com que o segmento aponte para números maiores a cada trimestre.
Mayor, da Deloitte, acrescenta à explosão da mobilidade, o aumento da demanda por aplicações de inteligência de negócios, que acabaram saltando para os dispositivos móveis, aprimorando e agilizando as tomadas de decisão e aquecendo ainda mais a febre de tablets e smartphones.
Independentemente do desempenho do setor de TI no mundo, o que não muda são as atuais tendências para aquilo que a IDC definiu como a “Terceira Onda de Tecnologia”. Segundo Peres, redes sociais, explosão de dados, mobilidade e nuvem, são ingredientes disruptivos, que alteram a forma como a Tecnologia da Informação será desenvolvida no futuro. Por conta disso “o ambiente de TI está ficando mais caótico e mais difícil de ser gerenciado. Trata-se de uma época em que a tecnologia está se fragmentando. Um ambiente em que ela é mais complexa de ser gerenciada, porém com maior potencial de se usá-la para gerar valor ao negócio”.
Com a explosão do universo digital, o gestor de TI precisa ter consciência de que terá de trabalhar muito para minimizar o risco que esse nível caótico pode gerar. Para o executivo da IDC, o CIO deve conscientizar-se de que, cada vez mais, perderá o controle sobre a tecnologia acessada pelos usuários nas empresas. “O crescimento de informações em zetabytes é exponencial. Em 2020, vamos ter mais smartphones do que PCs, até dez vezes mais servidores no mercado de TI do que existem hoje, 70 vezes mais informações para serem gerenciadas e o número de pessoas alocadas em TI vai crescer apenas uma vez e meia. E o orçamento somente duas vezes maior”, diz.
Segundo dados do instituto de pesquisas Gartner, em 2010, a base instalada de PCs móveis e smartphones superou a de PCs. Cerca de 20 milhões de tablets (como o iPad) foram vendidos em 2010, mas, até 2016, o Gartner estima que 900 milhões de tablets serão comercializados, o que representa um equipamento para cada oito pessoas do planeta. Até 2014, os dispositivos baseados em sistemas operacionais móveis [como o iOS da Apple, o Android do Google, e o Windows 8 da Microsoft] superem todos os sistemas baseados em PCs.
“Há três anos, medimos o uso corporativo das redes sociais. Menos de 20% das empresas empregavam em 2009. Em 2011, mais da metade das companhias já a adotou para alguma função corporativa”, diz Peres.
Para os analistas do Gartner, o crescimento das mídias sociais tem significado o advento da informação instantânea, com a criação de um ambiente para aplicativos sociais e preparado terreno para a era dos negócios digitais. O vice-presidente do Gartner, Peter Sondergaard, afirmou durante o evento Gartner Symposium ITxpo 2011, realizado no final do ano passado, em São Paulo, que o próximo estágio da chamada computação envolverá clientes, cidadãos e funcionários com os sistemas corporativos.
“Com 1,2 bilhão de pessoas nas redes sociais - cerca de 20% da população mundial – a computação em nuvem está em nova fase. Os líderes de TI devem incorporar imediatamente as capacidades de software social em seus sistemas empresariais”, disse Sondergaard.
Na opinião do executivo do Gartner, o tradicional data warehouse empresarial, centralizando todas as informações necessárias para as decisões, não terá lugar nessa nova era. Para Sondergaard, múltiplos sistemas, incluindo gestão de conteúdo, data warehouses, data smarts e sistemas de arquivos especializados, unidos com serviços de dados e metadados, vão se tornar um warehouse “lógico” dos dados empresariais. “A informação é o combustível do século 21, e as análises, o motor de combustão”, descreve Sondergaard.
Nesse estágio, entra outra tendência disruptiva, pois essa busca por análises vai gerar um volume sem precedentes de informações com enorme variedade e complexidade. Isto está levando a uma mudança nas táticas de gestão de dados, conhecida como Big Data, criando o que o Gartner denomina Estratégia Baseada em Padrões (Pattern-Based Strategy Architecture, em inglês), que busca sinais e os modela pelo seu impacto – e, depois, os adapta ao processo de negócio da organização.
Fonte: CIO Gestão




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